James Bay Brasil

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“Eu estou muito mais confiante agora do que quando escrevi o “Chaos And The Calm”.

Meses antes de lançar o “Electric Light”, James concedeu uma entrevista ao site FaceCulture. A entrevista ocorreu em Março na Europa, precisamente em Amsterdã, quando Bay estava divulgando o álbum por lá.

James falou sobre seu primeiro álbum, “Chaos and the Calm”, sobre suas ambições como músico, sua competitividade consigo mesmo, sucesso, evolução, ansiedade, ideias para o novo álbum, novas músicas como “Wild Love” e “In My Head”, confiança e muito mais! Confira a entrevista legendada pela equipe do James Bay Brasil abaixo ou acesse nosso canal do Youtube clicando aqui.


 

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James Bay explica a pressão ao escrever seu segundo álbum “Electric Light.”

Em março de 2018, pouco antes do lançamento de Electric Light, James Bay cedeu entrevista à rádio holandesa Veronica.

O papo começou com Bay dizendo que está muito animado para lançar o novo álbum e que quando um artista vai lançar um segundo álbum (tendo um primeiro que foi bem recebido) há uma grande pressão para que ele faça um trabalho ainda melhor com o segundo. Para James, a pergunta que sempre paira no ar nestas ocasiões é “você consegue fazer um álbum tão bom quanto o primeiro? Você consegue fazer melhor?”.

James afirma que existem duas partes difíceis em se trabalhar em um segundo álbum: A primeira que é justamente este ser o segundo álbum; e a segunda, que é depois que o álbum já está pronto, e você precisa fazer as pessoas gostarem desse seu trabalho. Apesar de não ter sido um processo fácil, Bay afirma que gostou muito de trabalhar no Electric Light e que a pressão o estimulou a produzir um material de qualidade. Para ele, não há uma maneira fácil de fazer um bom trabalho.

Sobre as mudanças que ocorreram com ele durante Electric Light, James diz que antes de iniciar o processo ele se perguntou “Eu quero ser a mesma pessoa? O mesmo personagem?”. Wild Love foi a primeira música que escreveu para Electric Light e, quando estava pronta, ele escutou, adorou o resultado, mas chegou à conclusão de que “Isso, com certeza, não é música para o cara do chapéu e do cabelo comprido”. James acredita que sua música evoluiu e que por isso ele deveria evoluir também.

Seu interlocutor questiona se ele diz isso pelo toque eletrônico que suas músicas adquiriram neste álbum. Ele responde que esse novo som é muito inspirador e que é muito mais divertido mudar. James acrescenta ainda que vários músicos que lhe serviram como inspiração e são influências de seu trabalho, também passaram por mudanças. Ainda que seu estilo e música mudem, ele não descarta a possibilidade de continuar tocando suas músicas antigas nos shows, músicas pelas quais ele afirma ainda ser apaixonado. Ele reconhece o quão importante Chaos and The Calm foi para sua carreira, mas que era hora de mudar.

O entrevistador questiona James sobre uma música que estará no segundo álbum, mas que originalmente foi composta para Chaos and The Calm. James explica que essa música foi composta entre uma ou duas semanas antes de Chaos and The Calm ser lançado, ele tinha a ideia da música em sua cabeça, mas não conseguia terminar de escrevê-la. James achou que ficaria muito em cima da hora colocar a música no Chaos and The Calm e preferiu guardá-la para um próximo trabalho.

O próximo tema em pauta é o processo de composição de Wild Love e, sobre isso, James explica: “Eu e John ficamos no estúdio por volta de uma semana, pensamos em simplesmente ficar por lá e esperar por boas ideias, eu estava confiante. Na segunda-feira, não conseguimos nada; nem na terça, nem quarta… Na quinta-feira, ficamos até tarde pensando ‘nós só temos a sexta-feira’. E neste dia, depois de comermos algo a noite, Wild Love começou a se revelar. Eu na guitarra, John no piano e os acordes começaram a surgir. O refrão foi o que ficou pronto primeiro. Eu ainda escrevo as músicas da mesma forma que antes, mas a letra de Wild Love é um ótimo exemplo de como minha confiança mudou, evoluiu. Eu não era o tipo de pessoa que escreveria ‘Eu quero te dar amor selvagem, do tipo que nunca desacelera’, eu era muito mais complexo e escrevia sobre relacionamentos e suas dificuldades… Mas dessa vez eu queria simplesmente dizer aquilo que tinha vontade e me senti muito bem fazendo isso. Apesar das músicas serem sobre minhas próprias experiências, gosto de escrever de uma forma que fiquem “abertas” para outras pessoas, em qualquer parte do mundo, possam se identificar com elas.”

O apresentador da Rádio Veronica, então, lê uma mensagem enviada por um fã, dizendo que a música Bay foi assunto em uma prova de sua escola. James fica surpreso e exclama “Eu fui assunto?”. O entrevistador continua, explicando que havia uma pergunta na prova dos alunos que estudam música, sobre Hold Back The River. “Em que parte da música você ouve polifonia e em que parte da música o baixo se afasta das vozes?” é a pergunta. James ri, e o apresentador pergunta se ele saberia respondê-la. James, então, diz em tom de brincadeira “Hm, deixa eu ver… a polifonia, o baixo… Não faço ideia!”. Ambos riem e James afirma que adorou saber sobre essa pergunta.

Por fim, ambos conversam sobre o festival que o cantor de “Us” participará, chamado Lowlands. James se diz ansioso por participar dele e conclui afirmando que, além dos festivais, voltará fazer shows solo também.

A entrevista completa pode ser assistida (apenas em inglês), aqui.

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Confira a letra e tradução da nova música do James Bay, ainda sem nome.

No evento da The Felix Project, que aconteceu no dia 14 de Dezembro, James Bay aproveitou o momento para cantar uma música nova, ainda sem título e data de lançamento.

A letra foi escrita com base nos vídeos publicados por fãs durante o evento. Nós, da equipe do James Bay Brasil, nos empenhamos muito para conseguir entender a letra, mas adiantamos que pode não ser a letra original.

Confira:

I know it hurts that we don’t touch anymore
(Eu sei que dói não nos tocarmos mais)
It is even worse ‘cause we been this road before
(E é ainda pior porque nós já estivemos nessa estrada antes)
It is just as hard for me even though I’m not seeing you around
(É tão difícil para mim, mesmo que não veja mais você)
Just as hard for me trying to reach you now
(Tão difícil para mim quanto tentar te alcançar agora)

And the more I think about you,
(Quanto mais penso em você,)
The more I keep the ghost alive
(Mais eu mantenho o fantasma vivo)
The more I think about you,
(Quanto mais penso em você,)
The more I keep the ghost alive
(Mais eu mantenho o fantasma vivo)

I want you bad
(Eu te quero muito)
But it’s done
(Mas acabou)
I am bleeding out ‘cause we can’t go on
(Estou sangrando porque não podemos continuar)

I want you bad till I shake
(Eu te quero muito até não aguentar mais)
I want her to be here
(Eu quero que ela esteja aqui)
But what’s broken won’t unbreak
(Mas o que está quebrado, não irá se consertar)

Just when I’m ready to get over you,
(Logo quando eu estou pronto para superar você,)
You call me up
(Você me liga)
And then I crumble, you say,
(E então eu desmorono, você diz,)
“It ain’t enough for us”
(“Não é o suficiente para nós”)

But the more I think about you,
(Mas quanto mais eu penso em você,)
The more I keep the ghost alive
(Mais eu mantenho o fantasma vivo)
Yeah, the more that I’m without you
(Yeah, quanto mais estou sem você)
The less I knew I thought was right
(Quanto menos eu sabia, parecia melhor)

Cause I want you bad
(Porque eu te quero muito)
But we’re done
(Mas nós acabamos)
I am bleeding out ‘cause we can’t go on
(Estou sangrando porque não podemos continuar)

I want you bad ‘till I shake
(Eu te quero muito até não aguentar mais)
I want her to be here
(Eu quero que ela esteja aqui)
But what’s broken won’t unbreak
(Mas o que está quebrado, não irá se consertar)

And I won’t tell you what I want to
(E eu não vou te dizer o que eu quero)
What I want to
(O que eu quero)
I’m falling through
(Estou caindo)
I can’t hide it
(Eu não posso esconder isso)
But I’d love to
(Mas eu adoraria)

Cause I want you bad
(Porque eu te quero muito)
But we’re done
(Mas nós acabamos)
I am bleeding out ‘cause we can’t go on
(Estou sangrando, porque não podemos continuar)
I want you bad ‘till I shake
(Eu te quero muito até não aguentar mais)

I want her to be here
(Eu quero que ela esteja aqui)
But what’s broken won’t unbreak
(Mas o que está quebrado, não irá se consertar)

I want you bad
(Eu te quero muito)
But it’s done
(Mas acabou)
I want you bad
(Eu te quero muito)
But we can’t go on
(Mas não podemos continuar)

 

A música você pode conferir nos dois vídeos postados: 1 / 2.

Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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PopCrush elege Electric Light entre os 20 melhores álbuns de 2018.

O site PopCrush elegeu os melhores álbuns de 2018. Entre eles, aparecem nomes como Sabrina Carpenter, Ariana Grande, Shawn Mendes e Cardi B. James Bay também aparece nessa lista, com seu mais recente trabalho, Electric Light.

Confira as palavras do crítico Matt Donnelly:

“D’Angelo mergulha em um bar de rock dos anos 70: esse é o resulto do último álbum do James Bay em poucas palavras. Bay, que encantou os críticos com seu álbum de estreia “Chaos And The Calm”, decidiu quebrar tudo com esse álbum. “Electric Light”, seu segundo trabalho, continua sendo moderno, mas há pitadas de coisas dos anos 70 e 90 combinados com vocais suaves e animados. Para aqueles que são famintos por músicas românticas, você ficará satisfeito com “Us” e “Slide” que poderiam ser uma continuação do seu álbum anterior.”

 

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FOTOS & VÍDEOS: The Felix Project em Londres.

James Bay fez seu último show ontem (14) num evento de caridade concedido pelo The Felix Project na St Stephens Church.

Com apenas alguns fãs, doadores e apoiadores da causa, James Bay fez um show acústico após artistas e bandas como Tom Walker, The Staves, Jade Bird, Benjamin Francis Leftwich, Maisie Peters e Matt Maltese tocarem. Todos os artistas e platéia doaram alimentos e os artistas doaram algum pertence seu que poderia ser leiloado. Bay doou sua guitarra Epiphone, que faz parte da linha assinada por ele mesmo.

SETLIST:

Pink Lemonade / Hold Back The River / Let It Go / Us / Wild Love / música nova.

The Felix Project > 14/12 @ St Stephens Church> Álbum

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Pink Lemonade foi eleita a #53 nas 100 melhores músicas de 2018 pelos críticos da Billboard!

Na última Terça (11), o site da Billboard soltou uma lista com as 100 melhores músicas do ano de 2018 e os críticos elegeram “Pink Lemonade”, segundo single do álbum “Electric Light”, lançado em maio.

Confira a tradução do trecho postado pelo site sobre a música:

O que você faz quando cria dois hits conhecidos com os nomes “Hold Back The River” e “Let It Go” e que, aparentemente, te levam para o caminho certo e que talvez, te levem ser o próximo Ed Sheeran? Se você é o James Bay, você corta o cabelo, coloca a música acústica no armário e escreve uma música tão boa quanto “Under Cover of Darkness” do Strokes com riffs de rock, baixo memorável e vocais latentes. Bay pode muito bem se transformar em seu terceiro álbum, então aproveite enquanto pode.

A música emplacou os dez primeiros lugares nos charts da Billboard por duas semanas e foi reproduzida mais de 17 milhões nos serviços de stream.

 

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20
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James Bay fará parte do evento de caridade da The Felix Project.

James Bay anunciou hoje (20), que estará performando no evento de caridade da The Felix Project em Londres, no dia 14 de Dezembro na St Stephens Church.

O The Felix Project coleta alimentos despejados por lojas ou fornecedores para entregar aos mais necessitados de Londres todo ano. 

Artistas como Tom Walker, The Staves, Jade Bird, Benjamin Francis Leftwich, Maisie Peters e Matt Maltese se juntarão a causa e irão tocar ao lado de James Bay.

Saiba como ajudar clicando aqui.

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03
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“Sou muito grato de ter chego aonde cheguei com o ‘Chaos And The Calm’, mas não queria fazer um álbum igual a ele de novo.”

Durante a primeira parte da turnê do novo álbum “Electric Light”, James Bay esteve na Califórnia para divulgar o novo álbum e tocar suas novas músicas no Concord Pavilion em Maio deste ano.

O entrevistador Dallas, da rádio ALT 105.3 BFD, entrevistou o James nos bastidores e aproveitou para perguntar algumas coisas sobre o álbum novo. Confira:

Entrevistador: Quando você começou a gravar o “Electric Light”, você já tinha uma ideia fixa de como ele seria? Você queria produzir algo que soasse diferente do “Chaos And The Calm”, seu primeiro álbum?
James: Eu não queria fazer um álbum igual ao primeiro. Eu tenho muito orgulho do “Chaos And The Calm”, tenho muito orgulho do que ele me ajudou alcançar, mas fui inspirado por muitos sons diferentes, então eu quis usar essas influências e fazer algo oposto ao primeiro. “Slide” é uma balada delicada, “Pink Lemonade” é super agitada e lembra um pouco de rock, o que meio que me representa como músico, então gostei de usar uma abordagem variada.

Sobre as mudanças repentinas de aparência e sonoridade, Bay foi curto e grosso com a resposta.

Entrevistador: Quando você lançou essas músicas, você leu os comentários que vieram das redes sociais? Porque houve algumas mudanças.
James: Vou ser totalmente sincero com você… Não fico muito tempo lendo comentários. Não faço o que faço para ler o que um comentário diz de mim. Tenho muitos fãs que prestam atenção no que dizem de mim pela Internet e eu acabo lendo um ou outro, e sou muito grato por isso, mas eu sentia que precisava mudar. Foi intencional e é muito legal que meus fãs conseguiram aceitar essa mudança de braços abertos. Ainda sou o mesmo, só acho divertido evoluir.

  • Você pode assistir a entrevista em inglês clicando aqui.

 

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19
/09/

James Bay diz que foi influenciado por Justin Bieber e que já começou a escrever para o próximo álbum.

Durante a passagem de James Bay na Indonésia, a entrevistadora da rádio Heatwave conversou com o músico para falar sobre seu novo álbum e sobre os planos para o futuro.

Para começar, a entrevistadora fala que a música de James sofreu uma grande mudança desde de seu primeiro álbum, Chaos And The Calm, até o segundo, Electric Light. Ao responder, Bay afirma não ser o tipo de artista que sempre se inspira nos mesmos músicos e que seu propósito é mudar sempre que necessário: “A maior influência foi uma coleção de artistas que não inspiraram meu primeiro álbum. No meu primeiro álbum, eu escutei muito Kings Of Leon, muito Ryan Adams, Ray LaMontagne e músicas antigas como Carole King. Nenhum desses artistas inspiraram meu segundo álbum. A maior influência do segundo foram pessoas como David Bowie, Prince, Lorde, Frank Ocean, e a outra coisa temática que inspirou o segundo álbum foi a união, o ato de estar junto com as pessoas, como oposto de estar dividido.”

Depois disso, a entrevistadora contou que sua música preferida do álbum é “In My Head“, faixa que separa os dois momentos do álbum. James comentou que foi uma música muito legal de se fazer e que a música “Where Are Ü Now” do Jack U e Justin Bieber o inspirou: “Nessa faixa há muitos sons diferentes, também tem um pouco de auto-tune, que é algo que nunca havia usado antes. Alguns artistas usam o auto-tune como instrumento e foi o que eu quis fazer também. Há uma música do Justin Bieber que me inspirou a fazer isso.”

Houve também, indícios de que James Bay já está trabalhando no próximo álbum: “Já comecei a escrever para o próximo álbum. Não está claro como irá soar, então não tenho muito o que te falar, mas sei que será em torno da minha voz e guitarra, porque grande parte de mim como artista, é a guitarra. Estou ansioso para descobrir.”

A entrevistadora aproveitou também para fazer uma brincadeira e tentou prever o futuro de Bay, como por exemplo, seu próximo corte de cabelo para o próximo álbum.

O resultado foi o seguinte: James Bay raspará o cabelo, usará uma camiseta polo rosa com chinelos e terá uma mochila do pokémon charmander como acessório. 

A entrevista, sem legenda, você confere clicando aqui.

 

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12
/09/

LADYGUNN: James Bay conta sobre a pressão do segundo álbum e qual seu objetivo na música.

Saiu nessa quarta-feira, a nova edição da revista digital da LadyGunn e nela, há um pequeno artigo, escrito pela Erica Hawkins, sobre a pressão que James Bay sofreu por causa da mudança de estilo que teve em seu segundo álbum e conta qual seu verdadeiro objetivo na música.

Confira a entrevista traduzida pela nossa equipe logo abaixo:

“Sou um pouco esquisito, mas eu meio que – isso vai soar estranho – mas eu meio que abraço minha própria honestidade nas coisas. Quem não sente pressão sob si mesmo? Mas para mim, pressão é importante. Sentir ansiedade é importante. Ter esse sentimento e curiosidade sobre o que as pessoas dizem sobre você também é importante. Seria uma droga se ninguém se importasse. Então, se eles falam algo sobre mim – seja bom ou ruim – é importante.”

Essa é a resposta de James Bay sobre a antecipação, pressão e alegria em torno do seu segundo álbum, Electric Light, que saiu em maio. Eu sei o que você está pensando e sei que está certo. Ele pode ser alto e inteligente, mas o cantor e compositor inglês está bem ciente de todos esses comentários “maldosos” e se inclina para a auto depreciação, mesmo recebendo muitos elogios.

Ele me lembra de um garoto esperto e foto da escola primaria – que não tem noção das paixões que acumula porque está ocupado demais lendo e relendo as páginas de seus livros preferidos e que não confia muito em sua aparência, – veja Bay, assim como sua música, você é encantador e atraente, sendo com cabelo grande ou com cabelos curtos.

Seu álbum de estreia, Chaos and the Calm, recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Rock , e seu single “Hold Back the River” recebeu uma indicação de Melhor Canção Rock e também lhe rendeu uma nomeação como Melhor Novo Artista. Mas Bay, três anos depois, ficou mais do que feliz em abraçar todos os aspectos do nascimento de um novo álbum, usando uma energia diferente para impulsionar-se em uma nova direção. “Essa é a coisa estranha sobre mim: eu gosto desse sentimento de mudança. Havia muita tensão, pressão e ansiedade sob todas essas coisas novas, mas eu amo isso porque também amo a música que eu faço… E se não amasse, talvez não teria feito. Por mais estranho que isso possa soar.” Bay decidiu em 2016 que estava pronto para parar de fazer turnês e voltar para o estúdio: “eu senti o ardente desejo de escrever novamente. Desesperado é a palavra certa. Eu estava desesperado, animado e ansioso para escrever e ter um material novo.“.

O processo lírico após o sucesso de seu primeiro álbum não foi fácil, mas Bay não esperava que fosse. “Nada faz com que escrever uma música seja fácil, nada disso é fácil, e eu acho que é obviamente por isso que é tão especial ou tão mágico. Estranhamente dizendo, eu me aprofundei muito mais nesse segundo álbum do que no primeiro.”.

São histórias humanas que estão no centro do trabalho de James Bay, sendo elas interações românticas ou não. Todas elas têm o objetivo de afetar quem ouve. “A arte existe para mover as pessoas. Você pode dançar, chorar e até mesmo beijar alguém enquanto ouve música. Meu objetivo é mover as pessoas. E eu espero que isso aconteça sempre.“.

 

 

Fonte l Traduzido e adaptado pela equipe James Bay Brasil. Não copie ou reproduza sem os créditos!

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