James Bay Brasil

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#WildLove: Assista à prévia do vídeo no Good Morning America!

Na segunda-feira, acontecerá o lançamento do clipe da música “Wild Love“, do James Bay na edição do programa Good Morning America. O programa começa as 08:00am no horário americano, e aqui no Brasil às 10:00h (Horário de Brasília), porém o programa será exibido somente nas televisões dos Estados Unidos. Sendo assim, a única forma de assistir e acompanhar o programa é usando players.

Assista no player abaixo ao programa ao vivo (necessita de Flash Player instalado):


Caso não funcione, tente esse.

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James Bay diz que o desenho “Vila Sésamo” o inspirou em Eletric Light.

No último dia 14, aconteceu o NME Awards, premiação da revista britânica NMW que presenteia os grupos ou artistas solo que mais se destacaram no ano passado ou que contribuíram para a música ao longo da sua própria carreira.

James Bay foi convidado da premiação e foi o responsável por apresentar a categoria de “Melhor Vídeo” e também aproveitou para contar mais sobre o álbum novo nomeado “Eletric Light“, ainda sem data de estreia, e contou que as músicas de abertura dos desenhos “Rei Leão” e “Vila Sésamo” serviram como inspirações para suas músicas.

Confira a entrevista legendada:

 

 

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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James Bay conta quais são seus heróis, novo álbum e qual foi a última música que o fez chorar!

Depois do lançamento de Wild Love, o site da Forbes soltou uma entrevista muito legal com o James, onde ele conta seus objetivos para 2018, seus heróis na música e qual foi a última música que o fez chorar. Confira a tradução da matéria a seguir:

James Bay: a estrela em ascensão fala sobre seus heróis, novo álbum e a última música que o fez chorar.

Três anos depois do seu álbum de estreia, “Chaos And The Calm”, que gerou os hits singles “Hold Back The River” e “Let It Go”, o que lhe garantiu múltiplas indicações ao Grammy, incluindo Melhor Artista Revelação, James Bay está de volta com o novo single “Wild Love.”

Claro que quando Chaos And The Calm foi lançado, o cantor e compositor britânico era, em grande parte, um artista desconhecido. Agora, ele é com certeza uma estrela, cujo segundo álbum é enormemente aguardado.

Quando Bay postou uma foto do seu novo corte de cabelo no Instagram, os fãs foram à loucura. Bay é experiente o suficiente pra saber que isso é só uma provocação. A música é o que mais importa.

Eu o entrevistei algumas vezes ao decorrer dos últimos anos, e o que sempre vem à tona, é quão astuto e musicalmente consciente ele é. Não é um acidente ele ter se tornado uma estrela do rock em ascensão, ele é apaixonado pela música, e a compreende profundamente. Enquanto ele estava em Los Angeles, eu me encontrei recentemente com Bay no Andaz Hotel, para falar sobre o segundo álbum, o tema do mesmo e as suas influências, desde Bruce Springsteen e Michael Jackson, até Frank Ocean e John Mayer.

Steve Baltin: O primeiro álbum você tinha a vida toda pra escrever, mas para o segundo álbum você certamente não teve esse tempo. Mas aí, o segundo álbum é lançado, e de repente há essa espera. O segundo disco, todo mundo está tipo “Quando as novas músicas vão sair?”. Todo mundo está sentado lá, e é tipo, você posta uma foto no Instagram do seu cabelo novo, e todo mundo está surtando.

James Bay: Você está exatamente certo sobre todas essas coisas. Sim, há pessoas com quem eu tive a oportunidade de falar sobre as suas experiências, muitos deles estão numa jornada semelhante à minha. A outra coisa de que você estava falando, sobre postar uma foto do cabelo no Instagram e as pessoas enlouquecerem, isso é fantástico. Apenas obter uma reação, é bastante divertido. Acho que existem muitos mistérios que você pode aplicar a este trabalho, se você pode se divertir com eles… As possibilidades são infinitas. Então é bizarro. Mas ao mesmo tempo, é fantástico; eu estava tão animado para ver pessoas dizendo “eu odiei”, quanto para ver milhares e milhares de pessoas dizendo “eu amei”. É ótimo, porque é como preparar as pessoas pra que elas te notem de novo. Eu quis me afastar por um tempo, mas agora eu quero voltar a trabalhar.

Baltin: É claro, tudo que vem com a música contribui para isso, mas não é importante se a música não for importante.

Bay: Qualquer medo vem da preocupação que a música não seja o suficiente a esse respeito. Eu estive com a cabeça baixa e trabalhando em coisas novas, e explorando territórios desconhecidos. Eu tive um pouco de sorte com o fato de, enquanto eu estava concentrado, trabalhando, isso funciona a noite toda, e o dia todo. Eu criei excelentes músicas. Eu tenho ótimas músicas novas. A única coisa que importa depois de tudo isso, e antes também, é: as músicas são boas? E eu sei que são. E essa é a única coisa que te deixa confiante para dar o próximo passo e dizer “Okay, eu estou pronto para o segundo round.”

Baltin: Teve alguma música que deu início ao processo, e fez você sentir que aquele era o caminho que você queria tomar?

Bay: “Wild Love” é uma dessas. Foi uma das primeiras coisas escritas para esse novo disco, também. Houve um malabarismo para decidir qual música iria primeiro, o que novamente é uma ótima posição para se estar. Foi uma das músicas feitas mais cedo e, de alguma forma, ela abriu o caminho para o resto do disco e de outro jeito, não fez isso, afinal. Eu sou eclético, especialmente quando é sobre vida. Eu tenho momentos íntimos e suaves, e eu tenho músicas de rock and roll estridente. Em certo grau, definitivamente no primeiro disco, aquela versão inteira de mim mesmo realmente veio à vida em turnê, e então, essa versão nasceu completamente.

Baltin: Você mencionou tocar ao vivo. Isso é um aspecto muito importante, porque você começou tocando para poucas pessoas, ou talvez 1000. Aí, as músicas começam a tomar proporção quando elas são tocadas diante de dezenas de milhares de pessoas, você sabe. Então, fale sobre o que funciona ao vivo.

Bay: Sim, eu soube o que eu queria fazer durante a vida. Eu soube tocar em Glastonbury diante de 70.000 pessoas. Eu quero músicas que movimentem as pessoas das duas fileiras dos fundos tanto quanto movimentem as pessoas das duas fileiras da frente, e o todo mundo que está no meio.

Baltin: Eu vi que você falou sobre Frank Ocean, à medida que sua música cresce, você tem influências diferentes. Mas você não se esquece do George Harrison. Então, o que George Harrison e Frank Ocean têm em comum?

Bay: Bom, eu acho que é por isso que você pode ter tantas versões diferentes de influências que fazem coisas diferentes, e alimentam diferentes elementos da sua concepção musical. Então, enquanto Springsteen sempre se senta diante de mim, os gostos de Frank Ocean e George Harrison vão existir em algum lugar entre Springsteen. E no outro extremo do meu espectro de atos que vêm e tocam diante de nós, estão Michael Jackson, Prince, coisas um pouco mais difíceis nesse momento. Porque eu ainda vou estar lá, com uma guitarra na mão, e vai ser algo pelo qual você não estava esperando, e eu espero que seja algo em que as pessoas ainda não tenham pensado, como quando Michael Jackson lançou “Dirty Diana”, um grande riff de rock, ou a estrondosa e poderosa balada, “Man In The Mirror”. Eu estou tentando dar às pessoas algo enormemente impactante, feito e construído por grandes músicas nas quais elas não pensaram ainda. Essa certamente é minha intenção.

Baltin: Como artista, sua meta vai ser sempre o melhor possível em tudo. Mas, você também tem momentos que são especiais. Então, pra você, houve um ou dois momentos nesse disco em que você pensou “esse é o caminho que eu me vejo trilhando”, “é isso, eu estou chegando perto de quem eu serei como artista, ou como eu quero ser como artista”?

Bay: Eu fiz todas essas coisas, estou sendo honesto com você. Isso aconteceu muito comigo nesse disco. Eu disse a mim mesmo, ou eu senti que estou conseguindo tudo que eu queria até agora, tudo que eu quero para o capítulo 2. Esse é o capítulo 2 pra mim. Eu estou muito animado para que isso seja lançado, e eu possa tocá-lo ao vivo, e tudo mais, e realmente evoluir na minha própria escala. Esse é o contexto e os limites do capítulo 2. Não há nada a dizer sobre o capítulo 3 ser duas vezes maior, e isso sou eu esperando que tudo no capítulo 2 seja maior do que o capítulo 1. Esse sou eu planejando obter duas vezes o que eu via para o capítulo 1. E então, começar de novo. Eu não consigo encarar isso de outro jeito. Eu não consigo fazer outra abordagem, de outra forma. Isso é como eu funciono.

Baltin: O sucesso no capítulo 1 ditou as metas para o capítulo 2. Então, você começa sendo atração principal em Glastonbury e no Coachella, e tocando nessas ocasiões, isso muda as expectativas, bom, não exatamente as expectativas, mas isso muda os desejos?

Bay: Sim, isso amplia seus horizontes e expande suas metas. Acho que Springsteen teve que tocar no Walter Kerr, para fazer sentido. Então você pega isso, como vou dizer, palco por palco, capítulo por capítulo. E não, Little Steven não teria pensado nos Sopranos até ele ter feito o que fez pelo menos com Springsteen. Então, eu acho que há estilos ideais dos Sopranos, talvez eu não os tenha tido porque é algo como efeito dominó. Mas você tem que derrubar o próximo dominó, para que o outro possa se mexer, você sabe. Os dominós apenas ficam maiores. O próximo, em minha opinião, é massivo. Você sabe, eu estou diante do meu próximo dominó. Eu arregacei minhas mangas, e vai demorar um pouco até eu terminar isso.

Baltin: Se você tivesse que resumir a jogada desta vez, como seria? Qual o principal objetivo a ser alcançado dessa vez?

Bay: A primeira parte é conseguir tudo o que consegui com o primeiro álbum, mas quero tocar em arenas. É algo mundialmente falando. Austrália, América, Reino Unido, Europa, Japão e América do Sul. Quero tocar nas arenas desses lugares! E sobre as vendas, quero que meu álbum atinja níveis maiores do que o primeiro álbum. Eu consegui um grande alcance com o primeiro álbum, e quero que o segundo seja maior. Eu experimentei tocar em palcos principais, experimentei tocar no palco do Austin City Limits e esgotando ingressos no Radio City Music Hall e quatro noites no Apollo. Todos eles eram meus objetivos e que agora são memórias incríveis. Essa é a razão maior para eu levantar da cama e fazer música. Quero que agora isso seja maior.

Baltin: O artista pra mim que tem sido uma mais incrível na linha da música pop é o John Mayer. Ele é o único artista que eu consigo pensar que fez isso, evitou a rádio pop e ainda assim lota estádios. Isso não existe na música pop, isso existe no rock.

Bay: John Mayer foi uma grande inspiração para mim, porque ele me mostrou que eu poderia combinar pop e música pura. Muitas influências desse álbum novo se combinam. Em “Wild Love”, temos Lorde, Frank Ocean, Chance The Rapper, LCD Soundsystem, Strokes e Blondie.

Baltin: O que você quer que as pessoas levem consigo depois de ouvirem o álbum novo?

Bay: Tem três coisas: eu espero que elas possam se emocionar muito com esta música porque minhas músicas deviam fazer isso com todos de um jeito ou de outro e espero que eles possam dançar e ficar felizes com elas. Espero que possam apreciar relacionamentos, nem que seja um pouco. A ideia de estar juntos em vez de estar separado é normalmente difícil, mas vale a pena lutar por ela. Tem isso e tem isso [segura seu celular]. Isso é mais fácil. Acho que estamos acreditando cada vez mais nisso. Mas acho que esse jeito é muito importante e vale a pena lutar por ele. Não tem problema, também, se as pessoas não gostarem imediatamente das minhas músicas. Mas espero que tenham músicas que as façam chorar e dançar, também.

Baltin: Qual é a última música que te fez chorar?

Bay: A última música que eu chorei ouvindo foi o cover do James Blake da música “Vincent” do Don McLeans. Ficou lindo!

Baltin: Qual foi a melhor reação que você presenciou de alguém ouvindo sua música?

Bay: Foi em 2014, em Portland. Eu estava fazendo um show em uma rádio, era uma segunda-feira, e eu estava sentado com um violão tocando “Scars”. E havia um caminhoneiro chorando de soluçar… Foi quando percebi que essa música realmente funcionou. Ela passou tudo o que eu estava sentido, e isso é tudo o que eu quero fazer com as minhas músicas.

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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16
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Atriz de Stranger Things, Natalia Dyer, atuará junto com James Bay no clipe de Wild Love.

James Bay recrutou Natalia Dyer para o clipe de Wild Love. Natalia Dyer é uma atriz norte-americana, mais conhecida por interpretar Nancy Wheeler em Stranger Things.

“Wild Love é sobre a experiência de se apaixonar por alguém”, disse James Bay na coletiva de imprensa do álbum. “Wild Love é obre algo que você imediatamente sente quando você conhece alguém pela primeira vez, ou durante uma relação. É sobre desejar alguém – mesmo sendo alguém que você não consegue tirar os olhos durante o primeiro encontro, ou no meu caso, uma pessoa que você não para de pensar não importa em qual lugar do mundo você está.”

Boatos de que um pequeno pedaço do clipe sairá na segunda-feira, dia 19, no programa Good Morning America, a partir das 11 horas (horário de Brasília) e após isso, teremos o lançamento oficial do clipe no canal oficial do James.

 

Us Magazine | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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James Bay comparece aos estúdios da Absolute Radio.

No último dia 8, James Bay compareceu aos estúdios da Absolute Radio para contar um pouco mais sobre Wild Love, segundo álbum, nova aparência e contou um pouco mais de como era tocar nas ruas em troca de algumas moedas. Confira a entrevista traduzida e algumas fotos:

Aparições e Eventos > 08/02 – James Bay no Absolute Radio > Londres > Álbum

 

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09
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James Bay explica #WildLove e sobre sua colaboração dos sonhos.

O novo single de James Bay, intitulado como Wild Love, foi ao ar ontem (8), e o Joe Hyer da rádio Kiss Fm, teve a chance de conversar com James sobre a música nova.

Na entrevista, James conta a inspiração para Wild Love, coleções de guitarras, sua colaboração dos sonhos, apocalipse zumbi e influências para o novo álbum. Confira os vídeos legendado:

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

 

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09
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“#WildLove: James Bay lança nova música de trabalho! Confira a tradução da letra.

Hoje (8), foi lançado oficialmente o primeiro single do novo álbum de James Bay. Você pode ouví-la em todas as plataformas digitais clicando aqui.

Confira a música, juntamente de sua letra e tradução abaixo:

Don’t know what to say to you now
(Não sei o que dizer agora)
Standing right in front of you
(Estando bem em sua frente)
Don’t know how to fade in and out
(Não sei como disfarçar)
Don’t know how to play it cool
(Não sei como pegar leve)
Lose a little guard, let it down
(Abaixe sua guarda, deixe rolar)
We don’t have to think it through
(Não precisamos pensar nisso)
We’ve got to let go
(Temos que deixar rolar)

I wanna give you wild love
(Eu quero te dar amor selvagem)
The kind that never slows down
(Do tipo que nunca diminui)
I wanna take you high up
(Eu quero levá-la ao céus)
Let our hearts be the only sound
(Deixe que nossos corações sejam o único som)
I wanna go where the lights burn low and you’re only mine
(Eu quero ir onde as luzes se apagam e você é apenas minha)
I wanna give you wild love
(Eu quero te dar amor selvagem)

Tried to call you to feel you close
(Tentei ligar para você, para sentir você perto)
From a runway in Tokyo
(De uma esquina em Tóquio)
Let’s leave the atmosphere, disappear
(Vamos deixar a atmosfera, desaparecer)
There’s always something left to lose
(Há sempre algo a perder)

But I wanna give you wild love
(Mas eu quero te dar amor selvagem)
The kind that never slows down
(Do tipo que nunca diminui)
I wanna take you high up
(Eu quero levá-la ao céus)
Let our hearts be the only sound
(Deixe que nossos corações sejam o único som)
I wanna go where the lights burn low and you’re only mine
(Eu quero ir onde as luzes se apagam e você é apenas minha)
I wanna give you wild love
(Eu quero te dar amor selvagem)
I wanna give you wild love
(Eu quero te dar amor selvagem)

Let’s be reckless, unaffected
(Sejamos imprudentes, inabaláveis)
Running out until we’re breathless
(Correndo até ficarmos sem ar)
Let’s be hopeful, don’t get broken 
(Sejamos esperançosos, não iremos nos separar)
Let’s stay caught up in the moment
(Continuaremos envolvidos no momento)

I wanna give you wild love
(Eu quero te dar amor selvagem)
The kind that never slows down
(Do tipo que nunca diminui)
I wanna take you high up
(Eu quero levá-la ao céus)
Let our hearts be the only sound
(Deixe que nossos corações sejam o único som)

I wanna go where the lights burn low and you’re only mine
(Eu quero ir onde as luzes se apagam e você é apenas minha)
I wanna give you wild love
(Eu quero te dar amor selvagem)
I wanna give you wild love
(Eu quero te dar amor selvagem)
Give you wild love
(Eu quero te dar amor selvagem)
Wild love
(Amor selvagem)
Wild love
(Amor selvagem)
Wild love
(Amor selvagem)

 

 

 

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07
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Cinco fatos sobre #WildLove, primeiro single do novo álbum de James Bay.

James esteve nos estúdios da iHeartRadio e participou do quadro 5 things. Lá, ele contou cinco coisas que os fãs
precisam saber sobre seu novo single, #WildLove, que será lançado amanhã (8).

No primeiro fato, James conta que não abriu mão de sua guitarra e que ela faz parte da grande maioria do álbum, mas já entrando no segundo fato, ela não é foco do álbum. James contou que no álbum há vários tipos de sons novos, como sintetizadores e coisas eletrônicas, que não encontramos no primeiro álbum.

O terceiro fato sobre Wild Love, é que a letra fala sobre se apaixonar completamente e profundamente sobre alguém.

James disse que nesse álbum, ainda sem nome, que sentiu uma vontade imensa de escrever sobre paixão, já que seu primeiro álbum, Chaos And The Calm, era sobre corações partidos.

No quarto fato, James fala sobre o videoclipe da música. “Apostei muito visual deste clipe, pela primeira vez.”.

No quinto e último fato, James finalmente afirmou que aumentou a banda, confirmando assim, a entrada da tecladista Hinako Omori.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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31
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O novo capítulo de James Bay.

Corte de cabelo novo. Roupas novas. O novo visual de James Bay já demonstrava que o artista está mesmo disposto a começar uma nova fase em sua carreira.

Mais estiloso e descolado, ele concedeu uma entrevista à Melony Torres, na última sexta-feira, 26.

Na ocasião, ele comentou que além da repaginada no visual, também se afastou por todo esse tempo para fazer novas músicas, já que ficou mais tempo do que planejava em turnê, divulgando Chaos and The Calm.

Ele disse ainda que sempre se diverte bastante nas turnês, e por isso não resiste aos convites para tocar em novos e mais espaçosos lugares e também revisitar as  casas de show que o acolheram tão bem. Com isso, ele conta que gastou um total de 4 anos na estrada.

Mas, admitiu ainda que chega uma hora em que ele precisa colocar musicas novas no set e, para isso, precisa sair da estrada, parar e focar em fazer músicas novas. Que gastou a maior parte de 2017 fazendo isso e agora está tudo pronto e pronto para ser lançado, já que ele não gosta de divulgar informações antes de ter certeza.

James é muito grato aos fãs e a todos que o ajudaram a conquistar tudo o que conseguiu em seu primeiro álbum. “Eu viajei pelo mundo algumas vezes. No Reino Unido, ele (o álbum) me fez ganhar um BRIT Awards e nos Estados Unidos ele foi nomeado ao Grammy. Ele me fez tocar no Grammy.  Eu conquistei muito com ele e é por isso que eu queria tanto continuar em turnê, mas sempre chega o momento em que o mais inteligente a fazer é parar e começar de novo.”

Ele passou todo esse tempo em Londres,  com seu amigo, John Green (antigo parceiro musical) que, segundo James, é um ótimo compositor. A dupla dinâmica fez a maioria das músicas do novo álbum juntos.

Uma delas, inclusive, foi produzida por Paul Epworth (Adele, Florence + The Machine, Bloc Party). Durante todo o processo criativo e de execução do segundo álbum, James optou por um grupo seleto e pequeno.

“É tudo sobre evolução” conta Bay, “Chaos and The Calm” foi o primeiro capítulo, está na hora do capítulo 2, está na hora de evoluir e testar coisas novas. Isso significa que o som amadureceu, que ele mudou. Eu não esperaria que nenhum dos meus fãs fossem os mesmos que eles eram 05 anos atrás ou quando descobriram minha música. Então, é divertido evoluir e trazê -los comigo. Há algumas similaridades, que eles serão capazes de perceber e que formam uma ponte com o primeiro álbum. Mas este é também um novo capítulo e uma nova parte da jornada.”

James revela que pretende obter com o segundo álbum o dobro do primeiro. Ele deseja multiplicar o que já fez antes: Espalhar sua música para atrair mais pessoas e conectá-las e levar seu trabalho ainda mais longe, que todos os locais e casas de show em que se apresentou na primeira, vez se tornem agora arenas.

James conta que sua primeira música de trabalho do novo álbum sairá no início de fevereiro. Ela foi feita no início de 2017, mas não foi logo lançada pois “Esse tipo de coisa leva um tempinho para saber se está tudo certo, e agora está” ele conta.

E, na primavera do hemisfério norte, nosso outono, o álbum completo estará disponível.

Quando perguntado se os trechos que ele posta nas redes sociais são dicas, partes de músicas novas, Bay responde enigmático: “Talvez. E essa é a melhor resposta que eu posso te dar.”

James conta ainda que gosta muito de Kendrick Lamar, Elton John, Pink e Alessia Cara e que estava ansioso pelo show deles no Grammy.

Ele conclui dizendo que 2017 foi um ano para ficar em casa, e que agora é hora de viajar.

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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25
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Revelada a data de estreia do primeiro single do novo álbum de James Bay.

Após confirmar que seu novo álbum está finalizado, James Bay está aproveitando o primeiro mês do ano para promover seu novo álbum, ainda sem nome, nas plataformas de rádio. Em visita à rádio KROQ, em Los Angeles, James disse que é uma evolução de quem era antes e que tentou passar o máximo de energias novas para este álbum novo.

Sobre o nome do álbum, James conta que quer manter o suspense e que irá demorar um pouco para contá-lo ao público. “A única coisa que posso revelar agora é que meu novo single sairá dia 8 de Fevereiro.”

 

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