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James Bay Brasil

10
/08/

James Bay abre o jogo sobre família, amigos e… ser ator?

Em 24 de Julho deste ano, James Bay concedeu entrevista à versão online da revista Windy City Times. Enquanto esperava para subir ao palco em Chicago, o cantor conversou com Jerry Nunn sobre vários temas, incluindo sua relação com George Ezra e Sam Smith e o apoio que seus pais lhe dão na carreira musical.

James começa contando que começou a tocar aos 11 anos, inspirado pela canção Layla, de Eric Clapton; ele revela que ela o mudou para sempre, e que seus riffs não saíram da cabeça do jovem Bay até que ele aprendesse a tocá-la, o que eventualmente ele conseguiu sozinho.

Em seguida, James expressa sua ansiedade em tocar novamente no Lollapalooza, e conta que sua primeira apresentação nele foi uma das melhores de sua vida.

E o cantor britânico parece ser incansável! Dos 11 anos até agora, entre composições e arranjos, James não parou um só minuto de trabalhar com a música.

Por isso, quando indagado sobre a quantidade de shows que anda fazendo e se ele não descansa, Bay responde “Serei honesto com você, não quero. Quero descansar quando for bem mais velho, mas agora, não é preciso. Não é a hora. No final de 2016, terminei a turnê e tive que recusar convites de lugares que nunca havia ido antes porque precisava fazer novas músicas e relaxar um pouco. Também tirei férias, então agora não é hora de descansar. Já fiz isso.”

Mas nós bem sabemos que esse período de férias não fez 100% de jus ao nome, não é verdade Baes? Afinal, Electric Light está entre nós! Ainda na temática férias, James afirma ter passado suas mais recentes em Grenada no Caribe e que gostou muito do local.

Em seguida, Jerry muda um pouco o tom da conversa e pergunta a James sobre seus amigos. Ele comenta que a primeira vez que ouviu o trabalho de James foi através de George Ezra, que mostrou-lhe a música de Bay durante uma entrevista.

Muito afetuoso, James fala sobre George: “Ele é como um irmão para mim. Somos musicalmente relacionados pois temos o mesmo agente. Somos bem interligados um ao outro. Ele tem um talento incrível.”

Ele continua a resposta relembrando ainda que ele, George Ezra e Sam Smith tocaram juntos em Londres, abrindo show para a artista Laura Mvula.

Nunn pergunta ainda se James sabia sobre a homossexualidade de Sam Smith na época e a resposta de Bay foi: “Eu não sei. É uma boa pergunta. Acho que demorou um pouco para que ele pudesse se abrir globalmente sobre isso. Mas quem se importa com isso? Eu o amo e quebraria meu coração se ele não estivesse se sentindo bem sobre isso. Ele é o melhor artista que poderia conhecer.” O cantor de ‘Us’ ainda  conclui dizendo: “Seja quem você quiser e não tenha medo e vergonha de ser quem você é. Tente se divertir e espalhe todo o seu talento pelo mundo todo.”

James afirma ainda que seus pais estão orgulhosos de seu sucesso e expressa sua alegria por eles sempre terem apoiado as empreitadas musicais dele e do irmão: “Eles só se sentiam felizes por nós estarmos felizes.”

No final da entrevista, James é questionado se gostaria de atuar. De forma bem humorada, ele responde que não sabe se seria bom nisso e que no momento a única coisa que quer fazer é turnês pelo mundo inteiro.

Fonte | Tradução e adaptação: James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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06
/08/

James Bay concede entrevista no backstage do Lollapalooza em Chicago.

James Bay tocou no Lollapalooza em Chicago na última sexta feira (3), e conversou com o Nate Hertweck, redator do site “Grammy.com” no backstage do festival. Confira:

O cantor e compositor James Bay é entre outras coisas, um amante de música bem versátil. Desde seu álbum de estreia, “Chaos And The Calm” ao seu novo álbum “Electric Light”, ele usou muitas variedades de estilo de música como inspiração.

Não só as influências chamam atenção, e sim o modo de como ele traz à vida em sua música.

Nate Hertweck: Você acabou de lançar a sua versão de “The Best”, de Tina Turner. Por que você escolheu essa música?

James Bay: Foram dois motivos, na verdade. O primeiro é que sempre amei essa música. E também porque pareceu inesperado. Acho que é divertido pegar as pessoas desprevenidas.

Nate Hertweck: Você tem um alcance musical muito grande e seu novo álbum demonstra isso. Musicalmente falando, como você escolheu a direção que queria tomar com “Electric Light”?

James Bay: Eu só não queria me apoiar nas mesmas influências que tive no primeiro álbum, que foram artistas como Bruce Springsteen, Ryan Adams e Adele. Para o segundo álbum, artistas como Prince, Michael Jackson, David Bowie, Frank Ocean e Lorde me inspiraram muito. Eu estava ouvindo muito esses artistas enquanto pensava na ideia do segundo álbum. Foi assim que tudo começou.

Nate Hertweck: “Pink Lemonade” surpreendeu as pessoas por muitos motivos e um deles foi à mudança de estilo na música. Você pode me contar como foi escrevê-la e como a encaixou no álbum?

James Bay: Ela é o tipo de música versátil. Você pode toca-la num ritmo lento com um piano sob uma luz meio jazzística ou numa guitarra com um toque de rock alternativo. Minha ideia era que ela se tornasse uma balada lenta, mas John Green, com quem fiz o álbum, me mostrou que seria melhor de um jeito mais animado. Estávamos juntos, ele no piano e eu na bateria, e tocamos “Pink Lemonade” pela primeira vez e amamos. Usamos também a Fender, uma guitarra que amo e a combinação foi perfeita. A música nasceu assim.

Nate Hertweck: Fora a música, quais são seus hobbies preferidos?

James Bay: Jogar futebol. Sou um grande fã de futebol. Amo jogar futebol. Também gosto de desenhar, faço isso desde pequeno. Gosto também de sair e conversar com pessoas por um longo período de tempo. Gosto de viver.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

 

 

 

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29
/07/

“Já estou escrevendo músicas para o novo álbum”, diz James Bay.

Antes de subir ao palco do Mad Cool, James Bay conversou com o pessoal do El Pais, um dos jornais de grande prestigio na Argentina, e ele afirmou que está trabalhando em novas músicas para o novo álbum. Bay disse: “O processo de fazer o Electric Light foi muito rápido. Eu entendo o porque das pessoas quererem um álbum por ano dos artistas. Eu senti que fiquei em turnê muito tempo com o meu primeiro álbum e eu sabia também que precisava de um tempo para descansar. No começo de 2017, eu comecei a escrever o Electric Light e em apenas seis meses, ele estava pronto. Eu passei a segunda metade do ano arrumando alguns detalhes, então não demorou tanto. Mas eu já comecei a escrever para o próximo e sei que meus fãs estão prontos para ouvir mais músicas.”

Após ser perguntado sobre a escolha do nome “Electric Light“, James explicou que era o que mais se encaixava. “Escolher o nome do álbum é muito difícil ou muito fácil. Eu só queria que combinasse com o som e com a atmosfera. Electric Light só pareceu certo. É aquela sensação de quando você acende a lâmpada de um quarto e ele se ilumina rapidamente e mostra uma nova energia. Eu quis capturar isso. Pareceu-me o título perfeito.”

Quando é perguntado sobre o quanto ele mudou, Bay se anima para falar que mudou muito desde o começo de sua carreira e confessa que teve problemas no começo.“Eu refleti muito no primeiro álbum e a jornada que eu passei com as músicas do Chaos And The Calm. Eu tenho muito orgulho de toda essa experiência, foi o começo de uma experiência maior na qual eu ainda estou. Quando eu comecei, eu me sentia um pouco mais envergonhado com as coisas, porque você sente que está tentando trabalhar quem você é e como você quer que as pessoas te vejam. Agora, eu tenho mais confiança, porque muitas e muitas pessoas me disseram que gostam da minha música e isso me faz sentir bem e me dá confiança. Mas no começo, você tem esse sentimento de impostor e você sente que é uma versão falsa de quem você é realmente e você precisa aprender e entender que você não tem que revelar seu eu mais profundo, você só tem que ser verdadeiro, mostrar para as pessoas uma pessoa de verdade.”

Confira a entrevista legendada abaixo:

 

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27
/07/

James Bay dá entrevista ao The Music Podcast durante o Splendour In The Grass 2018.

O Splendour In The Grass ocorreu nos dias 20, 21 e 22 de Julho na Austrália e James Bay teve o privilégio de ser uma das atrações principais ao lado de cantores como Kendrick Lamar, MGMT e Ben Howard.

Minutos antes de subir ao palco, James Bay cedeu entrevista ao The Music Podcast e nós, do James Bay Brasil, separamos as melhores perguntas para vocês.

No incio da entrevista, o entrevistador Neil Griffiths diz que é uma honra receber o James Bay aos estúdios e pergunta como James está se sentindo por ser a atração principal do festival.

James Bay responde: “Talvez seja o festival em que estou mais animado em tocar. Está de noite e eu amo tocar nesses horários. Claro, é muito legal tocar de dia, com as pessoas se animando e tal, mas é sempre muito legal tocar a noite. A única coisa ruim agora é esse frio, porque é desafiador tocar guitarra com os dedos congelando.”

Ao ser perguntado sobre a Austrália, Neil começou perguntando sobre a primeira vez em que James esteve lá para divulgar o Electric Light.

Neil: Você veio para a Austrália pela primeira vez divulgar o Electric Light, certo? Como se sente vendo ele ser vendido no mundo todo?

James: Já vim para a Austrália algumas vezes, mas para tocar em festival é a primeira vez. Sobre o álbum, vê-lo disponível é uma das melhores sensações. Há um certo nervosismo ao seu redor nas semanas antes do lançamento. Fazê-lo foi realmente muito animador. Para mim é realmente gratificante e ver que meus fãs sentem o mesmo me faz feliz. Hoje, faz mais ou menos três meses que ele foi lançado e estar aqui, na Austrália, tocando ele pela primeira vez em um show, é demais.

Neil: E como foi vir para Austrália agora?

James: Chegamos noite passada. Fomos para Jakarta, na Indonésia, onde eu nunca estive antes e o voo estava 14 horas atrasado, o que foi irritante.

Neil: O que fizeram durante essas 14 horas?

James: Ficamos em casa e passeamos pela Inglaterra. Estava um calor enorme porque era verão… O engraçado foi que compramos regatas, shorts e chinelos para ir para a Indonésia e quando chegamos aqui na Austrália estava muito frio.

Neil não pode deixar de citar The Rolling Stones e fez uma leve brincadeira ao fazer a pergunta ao James, que demorou um pouco para entender que era uma brincadeira.

Neil: Vi que você foi o ato de abertura para uma banda pequena chamada The Rolling Stones. Estou certo?

James: Sim. Foi muito legal mostrar apoio à eles… Eles estão se saindo muito bem!

Neil: Você deu um toque no ombro de Mick Jagger e disse que ele estava indo bem?

James: Sim, disse à ele para continuar perseguindo seu sonho.

Neil: Falando sério agora, o que vocês fizeram e conversaram durante o backstage?

James: Eles são adoráveis. Acho que é isso que te carrega ao longo dos anos como uma das melhores bandas do mundo. Além de serem ótimos músicos, eles são pessoas maravilhosas. Antes do sound check, eles me convidaram para cantar com eles e acho que nunca serei capaz de superar aquilo. Foi uma honra fazer parte daquele momento.

Depois, Neil perguntou quais são os planos do James para o resto do ano e Bay respondeu que seria fazer mais shows. “Quero muito continuar tocando ao redor do mundo com as músicas novas.”

Sobre músicas novas, James Bay disse que ao contrário da turnê do Chaos And The Calm, ele vai focar em escrever mais músicas novas durante a turnê do Electric Light. “Além de tocar, quero focar em trabalhar em novas músicas. Quero ver o que mais sou capaz de oferecer aos meus fãs. Eu já comecei a escrever alguns e está tudo sob controle.” 

Assista a entrevista do James sem legenda abaixo (a partir do minuto 6:08)

 

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25
/07/

#AskAnythingChat: James Bay responde 6 perguntas dos fãs.

Após o lançamento do Electric Light, James Bay participou do AskAnythingChat, no Youtube. As perguntas foram feitas por fãs através dos comentários e separamos as melhores partes da entrevista. Leia abaixo:

Carolyn: Oi James, eu olhei as datas da turnê… Você é o homem mais trabalhador no mundo da música?
James: Sim, eu sou.

Alice: Eu gosto muito da sua música. Qual foi sua inspiração para seu segundo álbum, Electric Light?
James: Teve muita inspiração para o meu segundo álbum. Para mim, uma das coisas mais divertidas de fazer foi mergulharem todas as músicas das quais eu não peguei muita inspiração ao fazer meu primeiro álbum. Tem muitas outras músicas que eu gosto. Meu primeiro álbum foi inspirado por pessoas como Bruce Springsteen, Kings Of Leon, Carole King, Ryan Adams e pessoas diferentes como essas. Mas tem muito mais músicas que eu gosto. Então esse próximo álbum foi inspirado por pessoas como David Bowie, Prince, Michael Jackson, Frank Ocean, The Strokes, Lord, Blondie… todas essas músicas diferentes. E foi muito divertido ir para esse lugar e explorar essas minhas inspirações.

Milika: Gostaria de saber se tem um lugar, uma cidade ou um local onde você se sente inspirado ou em paz?
James: Eu acho que fazer o Electric Light em casa, em London, é onde particularmente eu me sinto em paz e eu acho mais fácil me inspirar lá. Ou pelo menos eu senti isso enquanto fazia esse álbum. Porque eu fiz meu primeiro álbum na América, em Nashville, e foi uma experiência incrível, mas definitivamente queria mudar a experiência e tentar algo diferente. Eu estive viajando e fazendo tantas turnês que parece certo e melhor estar em casa. Então eu fiquei em London para fazer esse álbum.

Nia: Gostaria de saber qual sua coisa preferida e o maior desafio de estar em turnê?
James: Minha coisa preferida e o maior desafio de estar em turnê? Minha coisa preferida de estar em turnê… Minha coisa preferida de estar em turnê honestamente é exatamente para que serve a turnê. É ir ver todos os fãs, todos esses lugares diferentes e tocar em shows para eles. Essa é a melhor coisa de estar em turnê. É pra isso que saímos em turnê. Porque, se você gosta de tocar ao vivo, você quer ir até aos fãs e se conectar com eles. É isso que você tem que fazer. Através da música também. É ótimo compartilhar esses momentos. O maior desafio de estar em turnê… o maior desafio de estar em turnê pode ser o que todo mundo diz. Estar longe daquelas pessoas que você ama. E isso é uma merda. Mas quando você está realmente em turnê, tentar encontrar um bom lugar para comer nem sempre é a coisa mais fácil. Então eu acho que às vezes isso é difícil. Às vezes é muito fácil. Às vezes é difícil.

Sita: O que você tinha na cabeça quando escreveu Pink Lemonade?
James: Tinham algumas coisas diferentes na minha cabeça quando eu escrevi Pink Lemonade. Eu estava relembrando de quando eu tinha uns 13 anos e tinham bandas como Kings Of Leon e The Strokes que estavam lançando muitas músicas incríveis. Como guitarrista, eu não gostava muito dessa música naquela época. Eu gostava dos Rolling Stones, pessoas como Stevie Ray Vaughan, pessoas desse tipo. E eles eram artistas mais antigos, mas as músicas de guitarra que estavam saindo eram de pessoas como The Strokes e Kings Of Leon. E eu sabia que era bom. Mas demorou um tempo para que eu gostasse. Eu estava relembrando quando escrevi Pink Lemonade, e escutando artistas como esses e realmente mergulhando nesses sons. E eu queria muito fazer esse tipo de som. Então eu peguei muito inspiração dessas bandas. E em termos de música eu estava relembrando do sentimento de quando você é uma criança e você é muito novo para estar longe dos seus pais, mas você tem esse primeiro sentimento adulto de “eu estou saindo de casa. Eu preciso ir”. E você anda pela rua por uns dois quarteirões e então você volta. Sua mãe vai te buscar. É estranho como isso foi uma das coisas que eu pensei enquanto escrevia Pink Lemonade. Eu não sei o porquê. Enfim.

Erika: Se você comprasse um iate, qual nome você daria?
James: Essa é uma boa pergunta. Se eu comprasse um iate, qual nome eu daria? Eu não sei. Se eu comprasse um iate… Você literalmente pode colocar qualquer nome em um iate. Eu daria o nome de… The Beautiful Mysterious. Porque eu estou no hotel e tem essas palavras escritas nesta janela. Então eu escolhi as palavras que eu vi pela janela. The Beautiful Mysterious seria o nome do meu iate.

 

O vídeo sem legenda você pode assistir logo abaixo:

 

 

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25
/07/

“Acima de tudo isso, ainda sou eu.” James Bay fala sobre mudança e álbum novo.

Durante a divulgação do Electric Light, há dois meses, James Bay esteve nos estúdios Entertainment Tonight em Los Angeles e falou sobre o seu primeiro álbum, Chaos And The Calm e sobre a mudança que quis fazer durante o processo de criação do Electric Light.

James Bay também falou sobre sua namorada, casamento, Saturday Night, fãs e ídolos.

Confira a entrevista legendada por nós:

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25
/07/

James Bay lança clipe de Just For Tonight.

Depois de lançar clipe para Wild Love, Pink Lemonade e Us, é a vez de Just For Tonight.

O clipe mostra um pouco dos bastidores da turnê, imagens de James no palco e seu contato com sua equipe e fãs.

A gravação e produção é do Jackson Ducasse.

Confira:

 

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23
/07/

#ELECTRICLIGHT: CONFIRA A LETRA E TRADUÇÃO DE CONFIRMATION:

Confirmation – Confirmação

I hold the door, hail a cab
(Eu seguro a porta, chamo um táxi)

Make sure you get home alright
(Me certifico de que você chegará bem em casa)

When you hold my hand, you let it go
(Quando você segura minha mão, você a solta)

As soon as people pass us by
(Assim que as pessoas passam por nós)

I just need some confirmation, confirmation, confirmation
(Eu só preciso de uma confirmação, confirmação, confirmação)

Just a little talk no heavy conversation
(Só uma simples conversa, sem brigas)

Confirmation. confirmation, confirmation
(Confirmação, confirmação, confirmação)

Come on
(Vamos lá)

Don’t put me on pause
(Não me coloque em “pausa”)

Don’t put me on stand by
(Não me deixe “em espera”)

Whatever you want I’ll comply
(O que quer que você queira, eu aceitarei)

You’re missing my calls
(Você não atende minhas ligações)

You’re letting us land slide
(Você está nos deixando escapar)

I just need some confirmation, confirmation, confirmation
(Eu só preciso de uma confirmação, confirmação, confirmação)

You say it how you wanna say it
(Chame isso como quiser)

Tell me play by play what to say
(Diga-me frase por frase o que dizer)

Feed me all my lines
(Alimente-me com todas as minhas falas)

Give me attitude and all the tools
(Dê-me atitude e todas as ferramentas)

So I can make you mine
(Para que eu possa te tornar minha)

I just need some confirmation, confirmation, confirmation
(Eu só preciso de uma confirmação, confirmação, confirmação)

Just a little talk no heavy conversation
(Só uma simples conversa, sem brigas)

Confirmation. confirmation, confirmation
(Confirmação, confirmação, confirmação)

Come on
(Vamos lá)

Don’t put me on pause
(Não me coloque em “pausa”)

Don’t put me on stand by
(Não me deixe “em espera”)

Whatever you want I’ll comply
(O que quer que você queira, eu aceitarei)

You’re missing my calls
(Você não atende minhas ligações)

You’re letting us land slide
(Você está nos deixando escapar)

I just need some confirmation, confirmation, confirmation
(Eu só preciso de uma confirmação, confirmação, confirmação)

You say it how you wanna say it
(Chame isso como quiser)

One more night
(Mais uma noite)

Maybe I will make you mine
(Talvez eu te torne minha)

One more night
(Mais uma noite)

Maybe I will see the signs
(Talvez eu veja os sinais)

One more time
(Mais uma vez)

Oh yes, I know, I don’t want to go home
(Sim, eu sei, eu não quero ir para casa)

I just need some confirmation, confirmation, confirmation
(Eu só preciso de uma confirmação, confirmação, confirmação)

Confirmation, said confirmation
(Confirmação, eu disse confirmação)

Don’t put me on pause
(Não me coloque em “pausa”)

Don’t put me on stand by
(Não me deixe “em espera”)

Whatever you want I’ll comply
(O que quer que você queira, eu aceitarei)

You’re missing my calls
(Você não atende minhas ligações)

You’re letting us land slide
(Você está nos deixando escapar)

I just need some confirmation, confirmation, confirmation
(Eu só preciso de uma confirmação, confirmação, confirmação)

You say it how you wanna say it
(Chame isso como quiser)

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23
/07/

#ELECTRICLIGHT: CONFIRA A LETRA E TRADUÇÃO DE YOUNG HEARTS IN THE DARK:

Young Hearts In The Dark – Corações Jovens na Escuridão

Shut the lights out
(Apague as luzes)

Come in close
(Aproxime-se)

Press against me and don’t let go
(Encoste-se em mim e não solte)

No more talking
(Sem mais conversa)

No more words
(Nem mais uma palavra)

We both know that they just don’t work
(Nós dois sabemos que elas não funcionam)

I wanna be your only soldier
(Eu quero ser seu único soldado)

I wanna set your world alight
(Eu quero iluminar o seu mundo)

Don’t say you want me
(Não diga que você me quer)

Don’t say you need me
(Não diga que você precisa de mim)

Just stay
(Apenas fique)

Just stay
(Apenas fique)

Whoever we are let’s be
(Quem quer que sejamos, sejamos)

Young hearts in the dark
(Corações jovens na escuridão)

No distractions
(Sem distrações)

No alarms
(Sem alarmes)

Just you and I in the nervous calm
(Só você e eu na calmaria nervosa)

Kill the phone line
(Desligue a linha telefônica)

Cut the chord
(Corte o fio)

Bets are off, we don’t share no more
(As apostas estão canceladas, nós não compartilhamos mais)

Don’t say you want me
(Não diga que você me quer)

Don’t say you need me
(Não diga que você precisa de mim)

Just stay
(Apenas fique)

Just stay
(Apenas fique)

Whoever we are let’s be
(Quem quer que sejamos, sejamos)

Young hearts in the dark
(Corações jovens na escuridão)

Don’t blink and miss
(Não pisque e perca)

Did we ever know a life like this?
(Alguma vez conhecemos uma vida como esta?)

Don’t blink and miss
(Não pisque e perca)

Did you ever know a life like
(Alguma vez você já conheceu uma vida como)

Did you ever know a life like this?
(Alguma vez você já conheceu uma vida como esta?)

Don’t say you want me
(Não diga que você me quer)

Don’t say you need me
(Não diga que você precisa de mim)

Just stay
(Apenas fique)

Just stay
(Apenas fique)

Whoever we are we’ll be
(Quem quer que sejamos, seremos)

Young hearts in the dark
(Corações jovens na escuridão)

Don’t say you want me
(Não diga que você me quer)

Don’t say you need me
(Não diga que você precisa de mim)

Just stay
(Apenas fique)
Just stay
(Apenas fique)

Whoever we are we’ll be
(Quem quer que sejamos, seremos)

Young hearts in the dark
(Corações jovens na escuridão)

Don’t say you want me
(Não diga que você me quer)

Don’t say you need me
(Não diga que você precisa de mim)

Kick the covers
(Livre-se dos cobertores)

Drop the blinds
(Feche as cortinas)

Lock the doors so that no one find us
(Tranque as portas para que ninguém nos encontre)

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22
/07/

James Bay: O que eu sei sobre mulheres.

James Bay falou das mulheres que ele admira para o The Sydney Morning Herald. Confira:

Minha mãe, Jill, é uma força a ser reconhecida. Ela trabalhou para a Marie Claire como ilustradora de moda quando era mais nova. Ela é muito artística e a rainha dos vestidos extravagantes. Sempre fazia fantasias para peças escolares. Minha paixão, garra e competitividade vêm dela.

Minha vó por parte de mãe, Dorothy, morreu quando tinha 10 anos. Ela sempre vinha me visitar com uma caixa de brinquedo e chocolates. Ela gostava muito de mimar meu irmão mais velho, Alex, e eu. Ela também era muito criativa, minha mãe puxou o talento dela. Ela replicou a roupa do filme “Os Caça-Fantasmas” com macacão e uma bolsa, idêntico ao filme. Ela não fazia as coisas pela metade.

Minha vó por parte de pai, era uma enfermeira na Segunda Guerra Mundial e cuidava de uma loja com meu avô. Ele levou um tiro durante a guerra e foi mandado para um acampamento na Hungria por alguns anos. Eles moraram há algumas horas da nossa casa, mas não via eles com muita frequência.

Nasci em Hitchin, uma cidadezinha em Hertfordshire na Inglaterra. Era uma rua bem quieta. Tive meu primeiro beijo aos 12 anos com minha namorada num banquinho no shopping de Hitchin, que estava fechado aquela hora. Nós namoramos por pouco tempo, mas não deu certo. Seguimos em frente.

Quando se tratava de garotas, Alex era o herói da cidade e eu era uma sombra dele – eu era o mais quieto. Ele chamava a atenção e conhecia todo mundo quando tocamos em bandas juntos.

Eu recebia muita atenção das garotas, mas não era bom em corresponder – eu era apenas dócil e gentil. Agora também sou extrovertido, e por mais que pareça brega, a música mudou muita coisa em mim.

Minha paixão de infância foi Beyoncé. Ela é muito libertadora, não mencionando sua beleza. Ela faz suas próprias regras e desafia qualquer estereótipo. Ela é o que toda grande estrela deve ser e é uma super heroína para muitas pessoas.

Tive duas professoras de música, as quais me inspiraram muito na escola de meninos em Hitchin. A Sra. Hetherington era uma cantora de ópera profissional e tinha muito conhecimento teórico. Eu não conseguia ler uma nota de música, mas ela sempre ficava animada em me ajudar e sempre me dizia para perseguir meu sonho. A Sra. Parker gostava de pop e rock’n’roll e, como professora em uma escola só de garotos, era à prova de balas. Eu diria que se não fosse por elas, eu não teria acreditado na minha capacidade de ter sucesso. Elas eram uma dupla dinâmica.

Taylor Swift me chamou para abrir os shows da turnê-mundial do álbum 1989 em 2015. Ela tem uma força poderosa e tem um poder de estrela tão incrível. Ela também é uma pessoa muito legal.

Há várias artistas femininas que eu gostaria de trabalhar junto, entre elas, Lorde, Beyoncé e Feist. Elas são mulheres incríveis e que levantam a bandeira do feminismo.

Eu passei uma tarde com a Lorde em Dezembro em Sydney. Ela é uma grande inspiração – e é uma grande profissional. Quando você está com ela, parece que você está com um velho amigo que tem milhares de anos de experiência.

As mulheres compões quase metade da minha equipe de turnê, são 7 mulheres entre 15 pessoas. Eu tenho uma técnica de violão, e teria mais se o campo não fosse dominado por homens. Ainda há muitas pessoas falando que as mulheres querem ficar em casa cuidando de filhos ao invés de de estar na estrada.

Estou com minha namorada, Lucy Smith, desde que tenho 17 anos – estamos há 10 anos juntos. Lucy era uma das crianças que brincavam comigo. Ela trabalha como promotora musical em Londres e é minha maior campeã.

Apaixonar-se quando você é jovem é algo que te cega e algo que significa tudo – mas isso não quer dizer que não tenhamos enfrentado problemas. Lucy e eu crescemos juntos e ela é a pessoa mais realista que conheço. Ela também é a pessoa mais forte quando eu não posso ser. Esse tipo de âncora é inestimável. 

Eu definitivamente vejo um futuro com crianças. Eu não sou muito fã da ideia sobre casamento, eu acho, porque eu não sou uma pessoa religiosa. Mas você sabe no fundo quando quer estar com alguém pelo resto da vida.

As fotos do ensaio para essa entrevista, você confere logo abaixo:

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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