James Bay Brasil

09
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TOP 5: Os melhores looks do James Bay!

James Bay arrebenta cantando e tocando guitarra, o que não é novidade para ninguém. Ele é dono de uma beleza inexplicável, fica bem com cabelo grande ou curto, e sempre consegue se vestir bem. Esse top 5 poderia se chamar “As 5 melhores jaquetas”, porque ele tem uma coleção imensa de jaquetas, mas vamos um descontinho. Veja a opinião da equipe do James Bay Brasil sobre os melhores looks de Bay!

Número 1: Além de um ótimo compositor, James Bay é multi-talentoso. Ele desenhou a própria linha de roupas para a marca Topman. Esses dois looks fazem parte da enorme lista das roupas que mais gostamos da linha do cantor.

Número 2: James Bay foi receber o prêmio de Melhor Artista Solo no Q Awards com uma blusa com estampa de dinossauro e esse terninho xadrez da marca Topman.

Número 3: CLÁSSICO! Em 2015, James Bay foi convidado para assistir o desfile de roupas da Burberry e vestiu um dos casacos da coleção. Ele usou por muitos anos o mesmo casaco.

Número 4: Mais um look da Burberry, mas agora em 2018, com cabelo cortado!

Número 5: O último, que é super básico e elegante. James Bay compareceu com um terno da Topman ao evento “Homem Do Ano no Q Awards.

 

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Vejo vocês na próxima coluna, baes!
Beijos, Becah.

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03
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James Bay fala sobre Electric Light, coragem, motivação, fãs e muito mais!

Em maio deste ano, James Bay cedeu entrevista ao programa de rádio canadense Q, que é transmitido pela CBC Radio One. Na ocasião, James conversou com o apresentador Tom Power sobre o “Electric Light”, coragem, e o que o motiva a se esforçar criativamente e a continuar tentando coisas novas.

Para facilitar o entendimento dos fãs, o James Bay Brasil compilou a entrevista em matéria, abordando os principais tópicos da mesma, confira:

Fã do programa e a pressão em fazer um segundo álbum:

A entrevista começa com Bay dizendo, logo de cara, que já ouviu algumas edições anteriores do Q, que é um grande fã do programa e que se sente honrado por estar nele. Tom agradece e pergunta a James como ele se sentiu antes de fazer um segundo álbum, se ele se sentia pressionado.

James responde que se sentiu empolgado, ele fez turnê com as canções de “Chaos and The Chalm” por três anos e meio, quase quatro, e isso poderia ter se estendido até 2017. Apesar de afirmar gostar de suas músicas antigas e ter sido uma experiência incrível estar em turnê, ele queria ter músicas novas, pois estava sendo chamado para tocar em lugares novos e em outros onde já havia estado, mas sentia falta de ter músicas novas.

Além disso, Bay afirma também que não queria ser do tipo de artista que “enjoa” de suas próprias músicas, então, era vital que ele pausasse a turnê antes do previsto e fizesse músicas novas.

Tom questiona então como ele se sentiu estando no estúdio, durante a gravação do álbum. James faz uma comparação com o processo de gravação do primeiro álbum para responder: “Era minha primeira vez em um grande estúdio e eu não sabia o que estava fazendo, apenas seguia os outros, neste, eu já sabia como ‘dirigir’, já tinha as ferramentas.” Ele continua, dizendo que queria ficar perto de casa desta vez (o primeiro álbum foi gravado em Nashville), e que por isso, escolheu um estúdio no subsolo de um prédio na esquina de sua casa, na Inglaterra, bem pequeno e escuro que não era chique ou grandioso.

Se não houvesse pressão, não seria importante” – afirma Bay, acrescentando que sabia da existência de uma certa pressão sobre o segundo álbum e de sua importância, mas também, do quanto era importante não deixar que ela o dominasse. A escolha peculiar do estúdio também foi proposital, pois se ele estivesse em um estúdio muito grande ou renomado, sentiria a pressão recaindo mais intensamente sobre si.

James diz que se divertiu bastante na gravação do segundo álbum, o qual considera seu melhor trabalho até hoje, e que sentiu a necessidade de mudar a vibe nele; ele explica que seu primeiro CD foi feito em um estúdio luxuoso e, por isso, sabia que desta vez, precisava de um estúdio menos sofisticado e ir simplesmente “encaixando” as coisas.

Ele encerra o assunto dizendo que pensou consigo mesmo: “Isso tem que resultar na melhor coisa que você já vez na sua vida.” E que, após concluir a gravação de “Chaos and The Calm”, ele saiu do estúdio já pensando no que faria em seu próximo álbum.

Novas Inspirações e Ouvindo Sua Própria Música

O papo continua, e Power pergunta se James ouve suas próprias músicas, ou se isso é algo que o faz sofrer. James responde que como ainda é algo recente, ele não tem problema em ouvi-las, mas que um dia desses quando começou a tocar um de seus hits na rádio, ele se pegou desligando-o. Ele completa que não tem raiva em escutar suas próprias músicas, ele só não as escuta.

Sobre inspirações musicais para “Electric Light”, Bay diz que procurava um som mais orgânico, e que conforme o tempo passou em sua turnê de “Chaos and The Calm”, ele ouvia menos e menos os artistas que inspiraram a composição desse álbum e mais e mais novos artistas, como Frank Ocean, David Bowie e Chance The Rapper.

Tom pergunta a James então, se ele vê algo em comum entre os três artistas e ele responde: “Coragem, todos eles são muito corajosos e isso é algo muito inspirador para mim”, Tom indaga o que é coragem para James, o que ele quer dizer com isso, e ele explica “Esse é um dos principais requisitos para ser um bom artista. Não ter medo de nada, [nem] de cobrar de si mesmo e dos outros. Como no meu caso, muitas pessoas vieram me dizer ‘eu adorei seu novo álbum, é diferente de tudo que eu esperava’ e é exatamente essa a questão, se ele fosse previsível, não seria interessante.”

Expectativa, Mudanças e o Processo Criativo

A pauta muda e James Bay começa a falar sobre expectativas dos outros sobre ele.

Ele diz que não tem dificuldade em lidar com elas, mas que, às vezes, tem problemas em lidar com o rótulo que as pessoas o dão e com a mente “fechada” de algumas pessoas; ele é considerado por muitos como um artista de músicas mais “lentas, tranquilas, e intimistas” e sabe que esse é o seu forte, por isso, foca nisso. Mas ele alega sentir a necessidade de focar também nos outros ritmos que fazem parte dele, tudo isso em nome da evolução da arte e da coragem, porque, segundo Bay, no momento em que você começa a se limitar com medo do que as pessoas vão pensar, você está acabado.

Ainda neste assunto, James expande-o um pouco mais e relata com detalhes, como foi seu processo criativo, e a sua relação com a gravadora quando comunicou a ela sua mudança musical e visual: “Eu vou te contar o que aconteceu, eu comecei a fazer músicas novas, e no momento que sentei e ouvi “Wild Love”, uma das primeiras que eu compus e gravei para esse novo álbum, eu sabia que ela não era uma música pro cara de chapéu e cabelos longos que tocava violão o tempo todo, eu sabia que era a hora de começar um novo capítulo e mudar. E no momento que eu contei isso pro pessoal da gravadora, eu fiquei muito grato pela coragem deles, porque o que eu fiz da primeira vez funcionou e culminou em músicas muito bem-sucedidas e um visual marcante, o que para um artista em seu álbum de estreia não é algo fácil de se conseguir. E, em uma das últimas entrevistas escritas que eu dei, eles disseram que ‘há muitos artistas por aí, há muito mais tempo na música que James, que não conseguem ser reconhecidos tanto pela sua aparência quanto pela sua música’, eu encarei essa realidade nos olhos e disse ‘mas se eu continuar do mesmo jeito, tendo apenas lançado um CD até agora, eu estarei tendo medo’. Coisas boas não duram para sempre, você tem que se aprimorar e mudar. Eu sou muito grato ao meu time, ao diretor da gravadora e todos os envolvidos, por abraçarem isso totalmente comigo; porque eles acreditaram na música assim que eu comecei a fazer o segundo álbum, e eu não poderia conseguir algo melhor do que isso, porque preciso do apoio deles.”

Revolução Acústica” e A Relação Com os Fãs

Tom então indaga James, dizendo que leu em alguns artigos, o cantor britânico afirmar que queria começar uma “revolução acústica”.

James contesta essa afirmação e diz que suas palavras foram distorcidas. No início de sua carreira, quando começou a fazer sucesso, ele estava “aparecendo” pela primeira vez, logo, sentiu a necessidade de “ser alguma coisa” e de se declarar pertencente a um nicho em específico, mas nunca disse que se limitaria apenas a ele. Com a experiência no mundo musical, ele diz que começou a “vagar por um quarto escuro, tateando diversos gêneros musicais diferentes e vendo quais mais me identificava e podia agregar ao meu arsenal.”

Em seguida, James é questionado sobre seus fãs que preferem sua fase acústica, e se o músico se preocupa com eles.

Bay diz que sim, mas que tem um relacionamento tão bom com os fãs que sabe eles o apoiam não importa a fase que esteja. Além disso, James disse que todo relacionamento precisa “ser testado”, então, que ele “puxou os limites” com as novas músicas propositalmente, para ver até onde iria.

O britânico chega à conclusão de que se continuasse por muito tempo fazendo o mesmo tipo de música, os fãs ficariam entediados e acabariam não gostando, então, que é importante para ele como artista continuar ultrapassando barreiras e evoluindo.

Tom concorda com James e pergunta o que, em meio de tantas mudanças, continuou e continuará sendo da mesma forma em todo esse processo.

Bay acredita que provavelmente o processo criativo, onde ele sempre está com uma guitarra ou um piano e ideias para compôr; sempre ele e um instrumento, na busca das melhores melodias que ele puder pensar.

Ele conta que mesmo esta fórmula foi um pouco alterada durante a composição do Electric Light. Por vezes, Jon Green, com quem compôs o álbum, sentava ao piano e James na bateria (instrumento no qual não possui grande conhecimento nem habilidade), pois ele sabia que a possibilidade de acontecerem “acidentes felizes” justamente por ele não saber muito do instrumento, eram maiores, e foi exatamente isso que ele relata ter acontecido.

Power e Bay concordam que, ás vezes, quando você tem menos conhecimento em um instrumento, consegue composições melhores, através desses “acidentes felizes”.

James conta então um pouco de sua trajetória: “Eu queria ser guitarrista, apenas guitarrista, e eu pensava ‘minha técnica tem que ser impecável, eu tenho que saber todos os movimentos, ler partituras e etc. E hoje em dia, eu entendo porque me entediei rapidamente disso: porque não era tão reativo quanto quando eu só segurava o instrumento, tocava coisas aleatórias e algo muito bom surgia, entende? Quando você entende menos o que está fazendo, mas mergulha mais profundamente nisso, encontra coisas mais empolgantes.”

Artista de Rua

Como Ed Sheeran e Passenger, James Bay já foi também artista de rua e aproveitou a oportunidade para contar um pouco da sua experiência nesse seguimento.

O cantor e compositor já se apresentou pelas ruas de Brighton, onde morava, e relatou que a experiência mais legal que já passou nesse período, foi quando um amigo seu que tinha uma van e um gerador, ligou seus equipamentos a um amplificador e lhe cedeu um microfone. James conta que várias pessoas pararam para ouvi-lo e em determinado momento, a rua ficou tão cheia que os carros não conseguiam passar, seu público fechou a rua.

Sobre a pior experiência, James falou que uma vez tocava na frente de uma loja de instrumentos (sem amplificador algum) e um funcionário veio lá de dentro, pedir para ele sair da calçada, pois estava atrapalhando a música da loja.

Tom e James concordaram mais uma vez, agora sobre uma das melhores coisas do mundo ser a sensação de se ganhar uma plateia, seja abrindo o show de alguém, em uma noite de open mic, ou como artista de rua: Ver pessoas de braços cruzados no início da apresentação e se divertindo ao final não tem preço!

O apresentador pergunta a Bay qual o grande segredo para ser um bom artista de rua, James diz que cada um dirá que é uma coisa diferente mas que para ele, na maioria das vezes, foi o volume. E ambos riem.

O Que Faz Uma Música Ser Boa?

Nesta discussão, James conta que muitas músicas dos Beatles e praticamente todas do álbum “Bad” de Michael Jackson, são consideradas boas por ele, sejam as mais agitadas ou mais lentas, pois todas elas possuem uma espécie de “movimento” diferente.

Ele acredita ainda que boa parte do sucesso de uma música se deva a uma ponte (parte da música que conduz ao refrão) excelente, que crie a tensão e emoção necessárias na música até chegar no pico [refrão].

Como músicas memoráveis, James cita “The Best” de Tina Turner e “Man In The Mirror” de Michael Jackson, principalmente pela mudança de tom, que nos faz “perder a cabeça” segundo ele. Tom cita aindaBlitzkrieg Bop” do Ramones, como outro bom exemplo.

A entrevista é concluída com ambos afirmando que a maioria das pessoas ouvem músicas para se divertir, mas que, eles, enquanto músicos, sempre que ouvem alguma, acabam estudando-a, prestando atenção no que o artista em questão fez, porque é sempre interessante para eles se inspirarem e terem esse tipo de conhecimento.

  • A entrevista original pode ser encontrada aqui.
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03
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“Sou muito grato de ter chego aonde cheguei com o ‘Chaos And The Calm’, mas não queria fazer um álbum igual a ele de novo.”

Durante a primeira parte da turnê do novo álbum “Electric Light”, James Bay esteve na Califórnia para divulgar o novo álbum e tocar suas novas músicas no Concord Pavilion em Maio deste ano.

O entrevistador Dallas, da rádio ALT 105.3 BFD, entrevistou o James nos bastidores e aproveitou para perguntar algumas coisas sobre o álbum novo. Confira:

Entrevistador: Quando você começou a gravar o “Electric Light”, você já tinha uma ideia fixa de como ele seria? Você queria produzir algo que soasse diferente do “Chaos And The Calm”, seu primeiro álbum?
James: Eu não queria fazer um álbum igual ao primeiro. Eu tenho muito orgulho do “Chaos And The Calm”, tenho muito orgulho do que ele me ajudou alcançar, mas fui inspirado por muitos sons diferentes, então eu quis usar essas influências e fazer algo oposto ao primeiro. “Slide” é uma balada delicada, “Pink Lemonade” é super agitada e lembra um pouco de rock, o que meio que me representa como músico, então gostei de usar uma abordagem variada.

Sobre as mudanças repentinas de aparência e sonoridade, Bay foi curto e grosso com a resposta.

Entrevistador: Quando você lançou essas músicas, você leu os comentários que vieram das redes sociais? Porque houve algumas mudanças.
James: Vou ser totalmente sincero com você… Não fico muito tempo lendo comentários. Não faço o que faço para ler o que um comentário diz de mim. Tenho muitos fãs que prestam atenção no que dizem de mim pela Internet e eu acabo lendo um ou outro, e sou muito grato por isso, mas eu sentia que precisava mudar. Foi intencional e é muito legal que meus fãs conseguiram aceitar essa mudança de braços abertos. Ainda sou o mesmo, só acho divertido evoluir.

  • Você pode assistir a entrevista em inglês clicando aqui.

 

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02
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TOP 5 MÚSICAS INJUSTIÇADAS DA CARREIRA DE JAMES BAY.

Todo artista tem músicas antigas que são “as queridinhas da galera”, que aparecem em séries, filmes, ganham milhões de covers pelo mundo, mas que não viram single ou ganham um vídeo clipe oficial. Pensando nisso, decidimos perguntar em nossas redes sociais e vocês nos ajudaram a formar a lista com as músicas. Vamos lá:

Número 1: Stealing Cars
A música é do EP de estreia intitulado “The Dark Of The Morning” lançado em 2013. Ano que James Bay deu início a uma série de vídeos amadores acústicos gravados nas ruas de Londres e postados em seu canal no YouTube. “Stealing Cars” fala sobre a dificuldade de se acostumar com uma nova realidade e aceitar mudanças. Ele se apega ao passado e por isso propõe que o interlocutor jogue pedras, roube carros e vague com ele fazendo uma série de coisas “ruins”. Essas coisas “ruins” são uma metáfora para aproveitar a companhia um do outro, sem pensar em possíveis consequências e aproveitar o presente sem se importar com o futuro. Com seus quase 4 milhões de visualizações e 28 milhões de streams no Spotify a música segue encantando os fãs novos e antigos.

Número 2: Clocks Go Forward
A música também é do EP de estreia “The Dark Of The Morning” de 2013 e segue a mesma linha de vídeos mensais acústicos que o James postava na época em seu canal: “Move Together”, “When We Were on Fire”, “Need The Sun To Break” e “Clocks Go Forward” fizeram parte do projeto. “Clocks Go Forward” é sobre esperança, estar passando por um momento difícil mas ter a esperança que irá conseguir superar e tudo ficará bem no final. Atualmente, a música está com quase 17 milhões de streams no Spotify e 5 milhões de visualizações no YouTube.

Número 3: Incomplete
A música faz parte do primeiro álbum de James Bay, intitulado “Chaos And The Calm” lançado em 2015. Se engana quem pensa que ela foi totalmente injustiçada. A canção apareceu na setlist dos shows durante a turnê do disco e sempre foi muito aclamada pelos fãs. Incomplete se trata de um reencontro depois de muito tempo ou de talvez um adeus. James quer dizer que eles só são completos juntos, mas que devem continuar tentando ficar juntos, mesmo afastados, por isso o trecho: “serem incompletos”. O mundo está nos afastando, e nós só estamos completos se estivermos juntos, mas eu não quero desistir de você, nem você de mim, então vamos tentar ficar juntos mesmo distantes. É como um relacionamento à distância temporário. Com mais de 42 milhões de streams no Spotify, a música é a mais ouvida do álbum ficando atrás dos singles lançados que ficaram mundialmente conhecidos. Os vídeos não oficiais com a música chegam a 20 milhões de visualizações. A música não ganhou um vídeo clipe e por isso entra para a nossa lista. Afinal, todo mundo concorda que “Incomplete” tinha potencial para ser hit como “Hold Back The River” e “Let It Go” foram.

Número 4: Running e Hear Your Heart
Por que colocamos as duas juntas? A injustiça é em dose dupla, porque ambas foram lançadas no EP “Let It Go” em 2014. Se você acompanha o James nas plataformas musicais vai entender. Esse EP está sempre indo e voltando por lá e uma coisa que ninguém esquece, é que são duas músicas incríveis. “Hear Your Heart” é sobre apoio. Traz a mensagem de que você não precisa contar todos os seus segredos para alguém. Você só precisa saber que ela está contigo e que você pode contar com ela. Ele quis dizer sutilmente que o carinho é, muitas vezes, mais importante para consolar alguém, do que palavras. Atualmente, ela está com mais de 9 milhões de streams no Spotify. “Running” é sobre nunca desistir, sempre continuar acreditando e saber que você nunca está ou estará sozinho, que sempre terá alguém no mundo torcendo por você e pelo seu sucesso. A música foi tema de uma campanha esportiva da BBC em 2016, que arrecada fundos para pessoas mais necessitadas ao redor do mundo. Atualmente, a música tem quase 16 milhões de streams no Spotify.

Número 5: Wanderlust
Não podíamos deixar o novo álbum, “Electric Light”, que foi lançado esse ano, fora dessa lista. A música tem uma pegada gostosa como a de “Pink Lemonade” e é sempre pedida nos shows. “Wanderlust” é sobre se desculpar pelas vezes que deveria ligar para alguém e não ligou, pelas vezes que quis correr atrás de alguém ou algo mas não o fez. A palavra ‘Wanderlust’ parece ter um significado além do “grande impulso por viagens”, parece ir além e significar algo como impulsividade, como querer fazer o que é certo mas não conseguir por causa da impulsividade. 

 

  • As histórias por trás das músicas, você encontra clicando aqui.
  • Todas as músicas que aparecem em filmes ou em séries, você encontra aqui.

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Vejo vocês na próxima coluna, baes!
Beijos, Becah.

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03
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James Bay bate um papo com a Bandwagon Asia sobre Electric Light, confira:

Em julho deste ano, rolou em Jakarta, na Indonésia, o festival We The Fest. A Bandwagon Asia aproveitou a oportunidade para bater um papo com James Bay nos bastidores do evento,  foram quatro perguntas envolvendo o Electric Light e as preferências musicais de James, o resultado você encontra embaixo:

Bandwagon: Seu novo álbum foi lançado há alguns meses, como você se sente em saber que ele está disponível para todo o mundo?

James Bay: Dá uma grande sensação de alívio e empolgação, lançar as músicas e deixar que as pessoas as digiram, o que demora um pouco. E agora, eu estou em uma fase onde posso tocar essas músicas ao vivo e todos as conhecem, o que é maravilhoso, muito legal. Então, é incrível que elas finalmente tenham sido lançadas. Foi um processo intenso, bem como deve ser, e eu gostei muito que tenha sido assim. Meu primeiro álbum, Chaos and The Calm, teve, no geral, uma recepção muito boa; por isso, eu me senti muito pressionado. Eu queria amar minhas novas músicas, tanto quanto ou até mais que as do Chaos and The Calm. Eu senti que tinha uma ideia melhor do que queria fazer musicalmente, e isso se deve ao fato de ter tocado ao vivo também. Mas eu estou muito empolgado com as músicas novas, preciso dizer, eu as adoro. 

Bandwagon: Como você sabe que gosta de uma música?

James Bay: É preciso prática, chegar em um ponto onde você é bom em entender e aceitar que gosta de uma música ou algo que criou. Porque no começo, você só quer conseguir criar e dizer: “eu fiz isso”. É um pensamento e experiência totalmente diferentes de chegar no ponto onde você pode dizer: “dá uma olhada nisso, eu acho que é brilhante”, o que é uma grande diferença. Você precisa aprender a descobrir o que realmente gosta, e ser bem sincero consigo mesmo, e eu ainda estou aprendendo a fazer isso. Demora, sabe, demora muito, mas eu acho que estou chegando lá, e com certeza cheguei com ‘Electric Light‘. Com ele, eu cheguei rapidamente na fase em que estava soando como gostaria e fazendo o que queria ouvir, então estou bem satisfeito com o álbum. 

Bandwagon: Qual foi sua inspiração ao fazer este álbum?

James Bay: Para mim foi uma lista grande de pessoas, teve David Bowie, Prince, Blondie, The Strokes, Frank Ocean, LCD Sound System, dentre vários outros artistas. E então ao mesmo tempo, outra coisa que eu queria colocar nestas músicas era a energia que tenho quando me apresento ao vivo. Eu não queria fazer um álbum ao vivo, mas queria capturar essa energia imediata [que recebo em shows]. Por isso, eu não perdi tempo gravando minha voz 15 vezes em cada música, eu gravei duas ou três no máximo e, na maioria das vezes, usamos a primeira ou a segunda, porque pareciam mais verdadeiras, mais reais. E esse foi um processo completamente diferente para mim, em relação ao primeiro álbum, eu não era bom nisso, nele. Eu mudava cada palavra, e mudava mais uma vez, eu cantava tudo de novo… Desta vez, foi tudo de primeira ou segunda, e eu gostei muito disso, foi libertador.

Bandwagon: Quem mais te ajudou a fazer este álbum?

James Bay: Para chegar naquele espaço e me sentir mais livre e tranquilo em relação às regravações, foi Jon Green, que é meu amigo há muito tempo e com quem eu escrevi este álbum inteiro, exceto uma música. Ele é um excelente produtor, compositor e músico, eu aprendi tanto com ele ao longo dos anos! Ele é muito bom em fazer as coisas calmamente, apenas tentando ser “musical” e não pensar demais sobre o assunto, ele me ajudou muito com isso. E então nós fomos convidados por um produtor muito famoso, Paul Epworth, para irmos ao seu estúdio. Ele era fã da música que estávamos fazendo para este álbum, ele ouviu alguns dos primeiros demos e nos ajudou a progredir aquele som, nos apresentou a elementos que inicialmente eu não tinha muita certeza [que funcionariam], é meio difícil para eu descrever, porque ele estava lá, em sua mesa de mixagem, e ele sabe muito sobre como utilizá-la e sons sintetizados. Eu amei o resultado que ele estava obtendo, havia alguns sintetizadores muito atmosféricos, que geravam sons diferentes por todo o álbum. Eu não tenho muita certeza como ele fazia isso, isso faz parte da mágica e genialidade de Paul Epworth, ele conhece todos esses inúmeros movimentos e truques com diversos sintetizadores e equalizadores em sua mesa, que alguém [leigo] como eu não sabe nada sobre. Então, foi fascinante simplesmente ficar sentado, relaxado e curtindo, ele realmente realmente trouxe aquele elemento que foi a quarta dimensão da música, ele proporcionou isso de uma forma muito significativa.

A entrevista, sem legenda, você confere clicando aqui.

12
/09/

LADYGUNN: James Bay conta sobre a pressão do segundo álbum e qual seu objetivo na música.

Saiu nessa quarta-feira, a nova edição da revista digital da LadyGunn e nela, há um pequeno artigo, escrito pela Erica Hawkins, sobre a pressão que James Bay sofreu por causa da mudança de estilo que teve em seu segundo álbum e conta qual seu verdadeiro objetivo na música.

Confira a entrevista traduzida pela nossa equipe logo abaixo:

“Sou um pouco esquisito, mas eu meio que – isso vai soar estranho – mas eu meio que abraço minha própria honestidade nas coisas. Quem não sente pressão sob si mesmo? Mas para mim, pressão é importante. Sentir ansiedade é importante. Ter esse sentimento e curiosidade sobre o que as pessoas dizem sobre você também é importante. Seria uma droga se ninguém se importasse. Então, se eles falam algo sobre mim – seja bom ou ruim – é importante.”

Essa é a resposta de James Bay sobre a antecipação, pressão e alegria em torno do seu segundo álbum, Electric Light, que saiu em maio. Eu sei o que você está pensando e sei que está certo. Ele pode ser alto e inteligente, mas o cantor e compositor inglês está bem ciente de todos esses comentários “maldosos” e se inclina para a auto depreciação, mesmo recebendo muitos elogios.

Ele me lembra de um garoto esperto e foto da escola primaria – que não tem noção das paixões que acumula porque está ocupado demais lendo e relendo as páginas de seus livros preferidos e que não confia muito em sua aparência, – veja Bay, assim como sua música, você é encantador e atraente, sendo com cabelo grande ou com cabelos curtos.

Seu álbum de estreia, Chaos and the Calm, recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Rock , e seu single “Hold Back the River” recebeu uma indicação de Melhor Canção Rock e também lhe rendeu uma nomeação como Melhor Novo Artista. Mas Bay, três anos depois, ficou mais do que feliz em abraçar todos os aspectos do nascimento de um novo álbum, usando uma energia diferente para impulsionar-se em uma nova direção. “Essa é a coisa estranha sobre mim: eu gosto desse sentimento de mudança. Havia muita tensão, pressão e ansiedade sob todas essas coisas novas, mas eu amo isso porque também amo a música que eu faço… E se não amasse, talvez não teria feito. Por mais estranho que isso possa soar.” Bay decidiu em 2016 que estava pronto para parar de fazer turnês e voltar para o estúdio: “eu senti o ardente desejo de escrever novamente. Desesperado é a palavra certa. Eu estava desesperado, animado e ansioso para escrever e ter um material novo.“.

O processo lírico após o sucesso de seu primeiro álbum não foi fácil, mas Bay não esperava que fosse. “Nada faz com que escrever uma música seja fácil, nada disso é fácil, e eu acho que é obviamente por isso que é tão especial ou tão mágico. Estranhamente dizendo, eu me aprofundei muito mais nesse segundo álbum do que no primeiro.”.

São histórias humanas que estão no centro do trabalho de James Bay, sendo elas interações românticas ou não. Todas elas têm o objetivo de afetar quem ouve. “A arte existe para mover as pessoas. Você pode dançar, chorar e até mesmo beijar alguém enquanto ouve música. Meu objetivo é mover as pessoas. E eu espero que isso aconteça sempre.“.

 

 

Fonte l Traduzido e adaptado pela equipe James Bay Brasil. Não copie ou reproduza sem os créditos!

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04
/09/

#HappyBirthdayJamesBay: Parabéns, James Bay!

James Michael Bay ou apenas James Bay, completa seus 28 anos nessa terça-feira, 4 de Setembro de 2018 e nós, do James Bay Brasil, separamos uma mini retrospectiva com os melhores momentos do músico desde que voltou de seu hiatos, iniciado em 29 de Novembro.

Para começar a nova fase de sua vida, no dia 30 de Novembro, James Bay apagou todas as fotos de seu Instagram e publicou apenas três fotos mostrando estar trabalhando no novo álbum. – Não é preciso dizer que fomos a loucura com isso.

No dia 12 de Novembro, James Bay deu o que falar quando apareceu ao MTV Europe Music Awards com os cabelos cortados e sem o famoso chapéu. No mesmo dia, James Bay disse que seu álbum estava pronto e que logo logo, os fãs iriam saber sobre o seu disco novo.

No dia 8 de Fevereiro, James Bay deu um grande passo aos charts. Seu single novo, conhecido como Wild Love, estreava ao redor do mundo. Muitas pessoas estranharam o novo estilo de Bay, mas o mesmo disse que a faixa – assim como o álbum todo – foi uma reintrodução para ele mesmo como artista e foi um exercício de evolução para ele.

Que James Bay é uma ótima pessoa e que tem um ótimo coração nós já sabemos. Mas para confirmar tal fato, James Bay – assim como muitos artistas – doou todos os lucros de sua música “Hold Back The River” para o Plastic Oceans, uma instituição que luta pela conservação da marinha em Fevereiro. Para lembrar, Hold Back The River vendeu mais de um milhão de cópias e obteve nove álbuns de platina.

Um dos dias mais marcantes de sua nova fase, assim como para seus fãs, foi no dia 7 de Março, quando James Bay – finalmente – anunciou seu novo álbum, Electric Light, e lançou uma nova música de trabalho, intitulada como Pink Lemonade.

No dia 19 de Abril, James Bay lançou mais um clipe de seu novo álbum, sendo ele da faixa “Us”, que mostra que todos merecem amor, sendo ele em diferentes formas.

O dia 23 de Abril fica marcado como um dos dias mais felizes e importantes para James Bay. Neste dia, Bay anunciou em suas redes sociais que abriria um show para sua banda preferida – The Rolling Stones – em Londres. Bay postou em seu Twitter que era uma honra e que mal conseguia acreditar que isso era real.

Maio teve grandes momentos – precisamente o dia 18 de Maio – quando James Bay lançou seu segundo álbum, “Electric Light”, disco que se tornou o assunto mais comentado no Twitter. Além disso, o disco recebeu nota máxima no Metacritic e ocupou o primeiro lugar ao redor do mundo – Reino Unido, Portugal, Grécia, Brasil, Singapura e entre outros. Além disso, James Bay marcou presença em vários programas de televisão – entre eles o The Voice USA, onde pode cantar com a cantora Alicia Keys- e festivais importantes, como por exemplo, o The Biggest Weekend, onde cantou com o Shawn Mendes.

Em Junho, James Bay escreveu uma carta aberta para a comunidade LGBTQ e mostrou seu total apoio à aos seus fãs e às pessoas que vivem com medo de se assumirem.

No mesmo mês, ocorreu o show em que James Bay tocou com os seus ídolos da banda The Rolling Stones, – finalmente – além de abrir para a banda, James Bay foi convidado a cantar sua música preferida com eles.

Em Julho, enquanto estava em turnê, James Bay lançou mais um clipe de seu novo álbum, da música “Just For Tonight”, onde mostra bastidores da turnê e seu contato com os fãs.

Em Agosto, James Bay tocou em mais outros festivais grandes, como por exemplo, o Lollapalooza Chicago, onde obteve uma de suas maiores plateias.

Esses foram alguns dos muitos momentos importantes que James Bay teve esse ano, e sabemos que haverá muito mais! Além de músico, artista, desenhista, Bay possui um enorme talento e coração.

Nós, do James Bay Brasil, desejamos muita saúde, sabedoria e sucesso ao nosso ídolo e esperamos que ele continue sendo sempre esse ser humano maravilhoso que nos motivou a criar isso e cuidar com muito amor.

E você, qual sua mensagem de aniversário para o Bae? <3

 

 

 

 

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10
/08/

James Bay abre o jogo sobre família, amigos e… ser ator?

Em 24 de Julho deste ano, James Bay concedeu entrevista à versão online da revista Windy City Times. Enquanto esperava para subir ao palco em Chicago, o cantor conversou com Jerry Nunn sobre vários temas, incluindo sua relação com George Ezra e Sam Smith e o apoio que seus pais lhe dão na carreira musical.

James começa contando que começou a tocar aos 11 anos, inspirado pela canção Layla, de Eric Clapton; ele revela que ela o mudou para sempre, e que seus riffs não saíram da cabeça do jovem Bay até que ele aprendesse a tocá-la, o que eventualmente ele conseguiu sozinho.

Em seguida, James expressa sua ansiedade em tocar novamente no Lollapalooza, e conta que sua primeira apresentação nele foi uma das melhores de sua vida.

E o cantor britânico parece ser incansável! Dos 11 anos até agora, entre composições e arranjos, James não parou um só minuto de trabalhar com a música.

Por isso, quando indagado sobre a quantidade de shows que anda fazendo e se ele não descansa, Bay responde “Serei honesto com você, não quero. Quero descansar quando for bem mais velho, mas agora, não é preciso. Não é a hora. No final de 2016, terminei a turnê e tive que recusar convites de lugares que nunca havia ido antes porque precisava fazer novas músicas e relaxar um pouco. Também tirei férias, então agora não é hora de descansar. Já fiz isso.”

Mas nós bem sabemos que esse período de férias não fez 100% de jus ao nome, não é verdade Baes? Afinal, Electric Light está entre nós! Ainda na temática férias, James afirma ter passado suas mais recentes em Grenada no Caribe e que gostou muito do local.

Em seguida, Jerry muda um pouco o tom da conversa e pergunta a James sobre seus amigos. Ele comenta que a primeira vez que ouviu o trabalho de James foi através de George Ezra, que mostrou-lhe a música de Bay durante uma entrevista.

Muito afetuoso, James fala sobre George: “Ele é como um irmão para mim. Somos musicalmente relacionados pois temos o mesmo agente. Somos bem interligados um ao outro. Ele tem um talento incrível.”

Ele continua a resposta relembrando ainda que ele, George Ezra e Sam Smith tocaram juntos em Londres, abrindo show para a artista Laura Mvula.

Nunn pergunta ainda se James sabia sobre a homossexualidade de Sam Smith na época e a resposta de Bay foi: “Eu não sei. É uma boa pergunta. Acho que demorou um pouco para que ele pudesse se abrir globalmente sobre isso. Mas quem se importa com isso? Eu o amo e quebraria meu coração se ele não estivesse se sentindo bem sobre isso. Ele é o melhor artista que poderia conhecer.” O cantor de ‘Us’ ainda  conclui dizendo: “Seja quem você quiser e não tenha medo e vergonha de ser quem você é. Tente se divertir e espalhe todo o seu talento pelo mundo todo.”

James afirma ainda que seus pais estão orgulhosos de seu sucesso e expressa sua alegria por eles sempre terem apoiado as empreitadas musicais dele e do irmão: “Eles só se sentiam felizes por nós estarmos felizes.”

No final da entrevista, James é questionado se gostaria de atuar. De forma bem humorada, ele responde que não sabe se seria bom nisso e que no momento a única coisa que quer fazer é turnês pelo mundo inteiro.

Fonte | Tradução e adaptação: James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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06
/08/

James Bay concede entrevista no backstage do Lollapalooza em Chicago.

James Bay tocou no Lollapalooza em Chicago na última sexta feira (3), e conversou com o Nate Hertweck, redator do site “Grammy.com” no backstage do festival. Confira:

O cantor e compositor James Bay é entre outras coisas, um amante de música bem versátil. Desde seu álbum de estreia, “Chaos And The Calm” ao seu novo álbum “Electric Light”, ele usou muitas variedades de estilo de música como inspiração.

Não só as influências chamam atenção, e sim o modo de como ele traz à vida em sua música.

Nate Hertweck: Você acabou de lançar a sua versão de “The Best”, de Tina Turner. Por que você escolheu essa música?

James Bay: Foram dois motivos, na verdade. O primeiro é que sempre amei essa música. E também porque pareceu inesperado. Acho que é divertido pegar as pessoas desprevenidas.

Nate Hertweck: Você tem um alcance musical muito grande e seu novo álbum demonstra isso. Musicalmente falando, como você escolheu a direção que queria tomar com “Electric Light”?

James Bay: Eu só não queria me apoiar nas mesmas influências que tive no primeiro álbum, que foram artistas como Bruce Springsteen, Ryan Adams e Adele. Para o segundo álbum, artistas como Prince, Michael Jackson, David Bowie, Frank Ocean e Lorde me inspiraram muito. Eu estava ouvindo muito esses artistas enquanto pensava na ideia do segundo álbum. Foi assim que tudo começou.

Nate Hertweck: “Pink Lemonade” surpreendeu as pessoas por muitos motivos e um deles foi à mudança de estilo na música. Você pode me contar como foi escrevê-la e como a encaixou no álbum?

James Bay: Ela é o tipo de música versátil. Você pode toca-la num ritmo lento com um piano sob uma luz meio jazzística ou numa guitarra com um toque de rock alternativo. Minha ideia era que ela se tornasse uma balada lenta, mas John Green, com quem fiz o álbum, me mostrou que seria melhor de um jeito mais animado. Estávamos juntos, ele no piano e eu na bateria, e tocamos “Pink Lemonade” pela primeira vez e amamos. Usamos também a Fender, uma guitarra que amo e a combinação foi perfeita. A música nasceu assim.

Nate Hertweck: Fora a música, quais são seus hobbies preferidos?

James Bay: Jogar futebol. Sou um grande fã de futebol. Amo jogar futebol. Também gosto de desenhar, faço isso desde pequeno. Gosto também de sair e conversar com pessoas por um longo período de tempo. Gosto de viver.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

 

 

 

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29
/07/

“Já estou escrevendo músicas para o novo álbum”, diz James Bay.

Antes de subir ao palco do Mad Cool, James Bay conversou com o pessoal do El Pais, um dos jornais de grande prestigio na Argentina, e ele afirmou que está trabalhando em novas músicas para o novo álbum. Bay disse: “O processo de fazer o Electric Light foi muito rápido. Eu entendo o porque das pessoas quererem um álbum por ano dos artistas. Eu senti que fiquei em turnê muito tempo com o meu primeiro álbum e eu sabia também que precisava de um tempo para descansar. No começo de 2017, eu comecei a escrever o Electric Light e em apenas seis meses, ele estava pronto. Eu passei a segunda metade do ano arrumando alguns detalhes, então não demorou tanto. Mas eu já comecei a escrever para o próximo e sei que meus fãs estão prontos para ouvir mais músicas.”

Após ser perguntado sobre a escolha do nome “Electric Light“, James explicou que era o que mais se encaixava. “Escolher o nome do álbum é muito difícil ou muito fácil. Eu só queria que combinasse com o som e com a atmosfera. Electric Light só pareceu certo. É aquela sensação de quando você acende a lâmpada de um quarto e ele se ilumina rapidamente e mostra uma nova energia. Eu quis capturar isso. Pareceu-me o título perfeito.”

Quando é perguntado sobre o quanto ele mudou, Bay se anima para falar que mudou muito desde o começo de sua carreira e confessa que teve problemas no começo.“Eu refleti muito no primeiro álbum e a jornada que eu passei com as músicas do Chaos And The Calm. Eu tenho muito orgulho de toda essa experiência, foi o começo de uma experiência maior na qual eu ainda estou. Quando eu comecei, eu me sentia um pouco mais envergonhado com as coisas, porque você sente que está tentando trabalhar quem você é e como você quer que as pessoas te vejam. Agora, eu tenho mais confiança, porque muitas e muitas pessoas me disseram que gostam da minha música e isso me faz sentir bem e me dá confiança. Mas no começo, você tem esse sentimento de impostor e você sente que é uma versão falsa de quem você é realmente e você precisa aprender e entender que você não tem que revelar seu eu mais profundo, você só tem que ser verdadeiro, mostrar para as pessoas uma pessoa de verdade.”

Confira a entrevista legendada abaixo:

 

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