James Bay Brasil

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/03/

FOTOS & VÍDEOS: Electric Light Tour em Philadelphia.

Na Electric Light Tour de ontem, 9, James Bay tocou em Philadelphia no The Met com 4.o00 ingressos vendidos! Confira os vídeos e as fotos do show abaixo:

SETLIST & VÍDEOS:

Pink Lemonade / Craving / Just For Tonight / If You Ever Want To Be In Love / Wild Love
Peer PressureUs / Fade Out / Move Together / When We Were On Fire / Let It Go / Scars
Get Out While You Can / Best Fake Smile / Bad / Come Together / Hold Back The River

 

ELECTRIC LIGHT TOUR > 09/03 @ PHILADELPHIA > ÁLBUM


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10
/03/

FOTOS & VÍDEOS: Electric Light Tour em Washington.

Na Electric Light Tour de ontem, 8, James Bay tocou em Washington no The Anthem com 5.o00 ingressos vendidos! Confira os vídeos e as fotos do show abaixo:

SETLIST & VÍDEOS:

Pink Lemonade / Craving / Just For Tonight / If You Ever Want To Be In Love / Wild Love
Peer Pressure / Us / Fade Out / Move Together / When We Were On Fire / Let It Go / Scars
Get Out While You Can / Best Fake Smile / Bad / Come Together / Hold Back The River

 

ELECTRIC LIGHT TOUR > 08/03 @ WASHINGTON > ÁLBUM

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07
/03/

FOTOS & VÍDEOS: Electric Light Tour em Atlanta.

Na terceira noite da Electric Light Tour, James Bay tocou em Atlanta no Coca-Cola Roxy com 1.800 ingressos vendidos! Confira os vídeos e as fotos do show abaixo:

SETLIST & VÍDEOS:

Pink Lemonade / Craving / Just For Tonight / If You Ever Want To Be In Love / Wild Love
Peer PressureUs / Fade Out / Move Together / When We Were On Fire / Let It Go / Scars
Get Out While You Can / Best Fake Smile / Bad / Come Together / Hold Back The River

 

ELECTRIC LIGHT TOUR > 06/03 @ ATLANTA > ÁLBUM

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04
/03/

FOTOS & VÍDEOS: Electric Light Tour em Nashville.

A segunda parte da Electric Light Tour começou ontem em Nashville, mais precisamente no The Ryman Auditorium com todos os lugares vendidos.

Depois de ter finalizado a primeira parte da turnê em Agosto, James ficou seis meses ensaiando e trabalhando em novas músicas para a turnê e voltou com força total! Antes de sair em turnê como ato de abertura do cantor Ed Sheeran a partir de Maio, Bay estará com sua turnê principal até o final de Abril. Noah Kahan é responsável pelo ato de abertura.

James adicionou “Fade Out” na setlist, assim como as duas músicas novas “Peer Pressure” e “Bad“, e o cover de “Come Together” dos Beatles. As fotos e os vídeos você encontra logo abaixo:

SETLIST:

Pink Lemonade / Craving / Just For Tonight / If You Ever Want To Be In Love / Wild Love /
Peer Pressure / Us / Fade Out / Move Together / When We Were On Fire / Let It Go / Scars /
Get Out While You Can / Best Fake Smile / Bad* / Come Together / Hold Back The River

ELECTRIC LIGHT TOUR > 03/03 @ NASHVILLE > ÁLBUM

 

*Você encontra a letra e tradução de “Bad” clicando aqui.

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22
/02/

“Peer Pressure”: Ouça a parceria entre James Bay e Julia Michaels.

Nessa sexta-feira (22/02), James Bay lançou seu novo single chamado “Peer Pressure” juntamente com a cantora Julia Michaels.

Para quem não sabe, Julia Michaels é acostumada a colaborações e acabou de lançar seu EP com colaborações de artistas como Selena Gomez e Niall Horan.

A música continua com o mesmo sentido das outras músicas do segundo álbum “Electric Light“, onde os dois personagens envolvidos estão num relacionamento muito intenso e se sentem viciados.

A música lançou na madrugada do dia 22 e já se encontra nas 100 primeiras posições (até o momento deste post) do Reino Unido, Alemanha, França, Indonésia e Austrália.

Para visualizar a letra e tradução da letra, clique aqui.

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22
/02/

Confira a letra e a tradução de “Peer Pressure”.

Seven texts, 2AM
(Sete mensagens, 2 da manhã)
Halfway just the same, call me up
(A mesma distância, me ligue)
You can’t sleep, you’re testing me
(Você não consegue dormir, está me testando)
Bourbon sweet and I’m just tryna keep it together
(Bourbon doce e estou apenas tentando me controlar)
Oh and now you’re sayin
(Ah, e agora você está dizendo)

Put your hands on my body just like you think you know me
(Coloque suas mãos no meu corpo, como você pensa que me conhece)
Want your heart beating on me, don’t leave me hot and lonely
(Quero seu coração batendo em mim, não me deixe quente e solitário)
I don’t usually give in to peer pressure
(Eu não costumo ceder à pressão dos outros)
But I give in to yours
(Mas eu cedi à você)

When we met, innocent
(Quando nos conhecemos, inocentes)
Now I’m dead everytime you’re touchin’ me
(Agora estou morto todas as vezes em que você me toca)
You’re dancing around on my mind every second
(Você está dançando em minha mente a cada segundo)
I’m under control to you in front of me
(Eu estou sob controle para você na minha frente)
Maybe I’m scared, I don’t care, I’m addicted
(Talvez eu esteja com medo, eu não me importo, estou viciado)
I’m in it
(Estou dentro)
And you say
(E você diz)

Put your hands on my body just like you think you know me
(Coloque suas mãos no meu corpo, como você pensa que me conhece)
Want your heart beating on me, don’t leave me hot and lonely
(Quero seu coração batendo em mim, não me deixe quente e solitário)
I don’t usually give in to peer pressure
(Eu não costumo ceder à pressão dos outros)
But I give in to yours
(Mas eu cedi à você)
So I give you my everything and you keep on teasing
(Então eu te dou meu tudo e você continua provocando)
With that look in your eyes ‘cause you know I believe it
(Com esse olhar em seus olhos, porque você sabe que eu acredito)
I don’t usually give in to peer pressure
(Eu não costumo ceder à pressão dos outros)
But I give in to yours
(Mas eu cedi à você)
I give in to yours
(Eu cedi à você)

When we met, innocent
(Quando nos conhecemos, inocentes)
Now I’m dead and you’re sayin’
(Agora estou morto e você está dizendo)
Put your hands on my body just like you think you know me
(Coloque suas mãos no meu corpo, como você pensa que me conhece)
Want your heart beating on me, don’t leave me hot and lonely
(Quero seu coração batendo em mim, não me deixe quente e solitário)
I don’t usually give in to peer pressure
(Eu não costumo ceder à pressão dos outros)
But I give in to yours
(Mas eu cedi à você)

So I give you my everything and you keep on teasing
(Então eu te dou meu tudo e você continua provocando)
With that look in your eyes ‘cause you know I believe it
(Com esse olhar em seus olhos, porque você sabe que eu acredito)
I don’t usually give in to peer pressure
(Eu não costumo ceder à pressão dos outros)
Oh, but I give in to yours
(Ah, mas eu cedi à você)

Mmm, yeah, I give in to yours
(Mmm, sim, eu cedi à você)
You’re dancing around on my mind every second
(Você está dançando em minha mente a cada segundo)
I’m under control to you in front of me
(Eu estou sob controle para você na minha frente)
Maybe I’m scared, I don’t care, I’m addicted
(Talvez eu esteja com medo, eu não me importo, estou viciado)
I’m in it
(Estou dentro)

 

A música você pode conferir nos clicando aqui. Você pode também acessá-la em todas as plataformas digitais.

Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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10
/02/

“Eu estou muito mais confiante agora do que quando escrevi o “Chaos And The Calm”.

Meses antes de lançar o “Electric Light”, James concedeu uma entrevista ao site FaceCulture. A entrevista ocorreu em Março na Europa, precisamente em Amsterdã, quando Bay estava divulgando o álbum por lá.

James falou sobre seu primeiro álbum, “Chaos and the Calm”, sobre suas ambições como músico, sua competitividade consigo mesmo, sucesso, evolução, ansiedade, ideias para o novo álbum, novas músicas como “Wild Love” e “In My Head”, confiança e muito mais! Confira a entrevista legendada pela equipe do James Bay Brasil abaixo ou acesse nosso canal do Youtube clicando aqui.


 

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20
/01/

James Bay explica a pressão ao escrever seu segundo álbum “Electric Light.”

Em março de 2018, pouco antes do lançamento de Electric Light, James Bay cedeu entrevista à rádio holandesa Veronica.

O papo começou com Bay dizendo que está muito animado para lançar o novo álbum e que quando um artista vai lançar um segundo álbum (tendo um primeiro que foi bem recebido) há uma grande pressão para que ele faça um trabalho ainda melhor com o segundo. Para James, a pergunta que sempre paira no ar nestas ocasiões é “você consegue fazer um álbum tão bom quanto o primeiro? Você consegue fazer melhor?”.

James afirma que existem duas partes difíceis em se trabalhar em um segundo álbum: A primeira que é justamente este ser o segundo álbum; e a segunda, que é depois que o álbum já está pronto, e você precisa fazer as pessoas gostarem desse seu trabalho. Apesar de não ter sido um processo fácil, Bay afirma que gostou muito de trabalhar no Electric Light e que a pressão o estimulou a produzir um material de qualidade. Para ele, não há uma maneira fácil de fazer um bom trabalho.

Sobre as mudanças que ocorreram com ele durante Electric Light, James diz que antes de iniciar o processo ele se perguntou “Eu quero ser a mesma pessoa? O mesmo personagem?”. Wild Love foi a primeira música que escreveu para Electric Light e, quando estava pronta, ele escutou, adorou o resultado, mas chegou à conclusão de que “Isso, com certeza, não é música para o cara do chapéu e do cabelo comprido”. James acredita que sua música evoluiu e que por isso ele deveria evoluir também.

Seu interlocutor questiona se ele diz isso pelo toque eletrônico que suas músicas adquiriram neste álbum. Ele responde que esse novo som é muito inspirador e que é muito mais divertido mudar. James acrescenta ainda que vários músicos que lhe serviram como inspiração e são influências de seu trabalho, também passaram por mudanças. Ainda que seu estilo e música mudem, ele não descarta a possibilidade de continuar tocando suas músicas antigas nos shows, músicas pelas quais ele afirma ainda ser apaixonado. Ele reconhece o quão importante Chaos and The Calm foi para sua carreira, mas que era hora de mudar.

O entrevistador questiona James sobre uma música que estará no segundo álbum, mas que originalmente foi composta para Chaos and The Calm. James explica que essa música foi composta entre uma ou duas semanas antes de Chaos and The Calm ser lançado, ele tinha a ideia da música em sua cabeça, mas não conseguia terminar de escrevê-la. James achou que ficaria muito em cima da hora colocar a música no Chaos and The Calm e preferiu guardá-la para um próximo trabalho.

O próximo tema em pauta é o processo de composição de Wild Love e, sobre isso, James explica: “Eu e John ficamos no estúdio por volta de uma semana, pensamos em simplesmente ficar por lá e esperar por boas ideias, eu estava confiante. Na segunda-feira, não conseguimos nada; nem na terça, nem quarta… Na quinta-feira, ficamos até tarde pensando ‘nós só temos a sexta-feira’. E neste dia, depois de comermos algo a noite, Wild Love começou a se revelar. Eu na guitarra, John no piano e os acordes começaram a surgir. O refrão foi o que ficou pronto primeiro. Eu ainda escrevo as músicas da mesma forma que antes, mas a letra de Wild Love é um ótimo exemplo de como minha confiança mudou, evoluiu. Eu não era o tipo de pessoa que escreveria ‘Eu quero te dar amor selvagem, do tipo que nunca desacelera’, eu era muito mais complexo e escrevia sobre relacionamentos e suas dificuldades… Mas dessa vez eu queria simplesmente dizer aquilo que tinha vontade e me senti muito bem fazendo isso. Apesar das músicas serem sobre minhas próprias experiências, gosto de escrever de uma forma que fiquem “abertas” para outras pessoas, em qualquer parte do mundo, possam se identificar com elas.”

O apresentador da Rádio Veronica, então, lê uma mensagem enviada por um fã, dizendo que a música Bay foi assunto em uma prova de sua escola. James fica surpreso e exclama “Eu fui assunto?”. O entrevistador continua, explicando que havia uma pergunta na prova dos alunos que estudam música, sobre Hold Back The River. “Em que parte da música você ouve polifonia e em que parte da música o baixo se afasta das vozes?” é a pergunta. James ri, e o apresentador pergunta se ele saberia respondê-la. James, então, diz em tom de brincadeira “Hm, deixa eu ver… a polifonia, o baixo… Não faço ideia!”. Ambos riem e James afirma que adorou saber sobre essa pergunta.

Por fim, ambos conversam sobre o festival que o cantor de “Us” participará, chamado Lowlands. James se diz ansioso por participar dele e conclui afirmando que, além dos festivais, voltará fazer shows solo também.

A entrevista completa pode ser assistida (apenas em inglês), aqui.

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18
/01/

James Bay fala sobre relação especial com Montreal, Electric Light, Coldplay e Paul Epworth.

Em Abril do ano passado, James Bay conversou com os apresentadores do programa televisivo australiano The Project. Lá, ele contou um pouquinho mais sobre porque estava na hora de mudar de visual, seu álbum mais recente, Electric Light, e como ele se sente em fazer shows para estranhos que estão assistindo por chamada de vídeo.

A entrevista começa com as famosas perguntas sobre o cabelo e novo visual de James. O cantor e compositor britânico responde, dizendo que era hora de evoluir e explica que seu look antigo (chapéu e cabelos longos) era intencional, para criar uma “marca”, tanto que ele já o mantinha mesmo antes de conhecer e assinar com sua gravadora. Por isso, “mudar e evoluir” foi tão intencional quanto, e necessário.

Como em oportunidades anteriores, ele explica que quando concluiu suas faixas mais recentes, percebeu que elas não eram músicas para o cara dos cabelos longos e chapéu, mas sim para alguém novo, alguém diferente, e que por isso mudou.

James então é questionado se ele não sente que isso é “perigoso”, se ele não se sente nervoso por encarar o mundo nesta nova fase, já que as pessoas gostavam muito do que ele fazia.

“Com certeza, mas é preciso que haja esse tipo de coisa. Senão não parece algo que valha a pena, algo importante. Precisa ser empolgante e assustador, algo diferente e algo novo. Algumas pessoas me disseram ‘Eu adoro suas músicas novas, adoro o que você está fazendo. Não é o que eu esperava’, e eu penso ‘é claro, se eu fizesse o que você esperava, isso não seria super sem graça?” E por essa razão e muitas outras, que estou bastante animado com as novas músicas que fiz” – é a resposta de James.

Em seguida, James fala sobre as férias que deveria ter entre um álbum e outro, nas acabou não tendo. Ele conta que no final de 2016 foi para casa e passou as festas com a família, mas que no dia 2 de janeiro de 2017 olhou seu caderno de anotações e ele estava vazio. “Aquilo me apavorou” – conta Bay, que começou a trabalhar logo em seguida e na metade de 2017 já tinha todas as músicas prontas. “É preciso um pouco de sorte com essas coisas, mas no meio de 2017 eu já tinha todas as músicas prontas, então passei o restante de 2017 apenas apurando os sons e dando os últimos retoques” – conta James.

A próxima pergunta é sobre quando James foi “descoberto” e começou a fazer sucesso. Ele conta que vários degraus precisam ser subidos para que você chegue a um certo patamar. O primeiro deles foi assinar com uma gravadora, a gravadora certa entre 2012/2013, ser reconhecido pelo BRIT Awards, e que tudo isso o levou a outro degrau mais alto, que foi ser convidado por Taylor Swift para abrir seus shows, experiência a qual ele diz ter sido fantástica.

Em um momento de descontração, James diz está adorando estar no programa e que espera que eles “não o levem a mal”, mas que ele não consegue esquecer o fato de que, enquanto estava no avião chegando para a entrevista com o The Project, simultaneamente acontecia um show da Beyoncé. Então, um dos apresentadores brinca com ele e diz “Você está dizendo que preferia estar no show da Beyoncé do que aqui, James Bay?”, todos riem e um dos apresentadores responde “Eu também”, a risada toma conta de todos os presentes no estúdio mais uma vez.

O The Project pergunta a Bay se ele já viu alguém chorando na plateia enquanto assistia à sua apresentação, ele responde que sim, que isso é algo raro mas especial quando acontece. No entanto, o cantor afirma que “o que é estranho mesmo é estar tocando e do nada ver alguém fazendo uma chamada de vídeo e, a pessoa do outro lado do telefone, estar deitada na cama, de cueca, assistindo ao seu show”.

Um dos apresentadores brinca “fui eu James, mas foi só uma vez”, todos riem e nesse momento James continua, brincando: “É muito esquisito, a pessoa mostra o telefone como se quisesse dizer ‘meu amigo também está assistindo’ e eu fico tipo ‘tá bom cara, eu só quero fazer o meu show, eu estou tentando emocionar pessoas aqui’.

Para assistir à entrevista original, clique aqui.

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18
/01/

James fala sobre influências para Electric Light e parceria dos sonhos ao ATL 92.9.

Em abril de 2018, James Bay cedeu uma entrevista bem descontraída e divertida a Amy Brooks, que integra a equipe da ALT 92.9, conhecida rádio americana, com sede em Boston.

James aparece trajando seu icônico macacão temático do filme Os Caça-Fantasmas, ele conta que o encontrou em L.A. e que o vendedor da loja disse que este é o original do filme (apesar do próprio James dizer que não tem certeza, já que conseguiu comprá-lo pela bagatela de 30 dólares). Ainda falando sobre seu visual, Amy pergunta a James sobre o porquê de as pessoas estranharem tanto sua nova aparência, ambos riem e chegam à conclusão de que não têm ideia do motivo. James complementa, explicando mais uma vez que decidiu mudar de aparência porque quando ouviu o resultado final de “Wild Love” ela não parecia combinar com o cara dos cabelos longos e chapéu, e que ele enquanto artista precisa estar se renovando sempre, “não faz sentido reciclar material antigo” ele conclui.

 Mais uma vez, James comenta sobre as grandes artistas que o inspiraram a compor o Electric Light. Ele diz que começou ouvindo aos artistas que estava acostumado e gostava, como Michael Jackson e The Strokes, mas que sentiu a necessidade de mudar, pois ele estava estagnado em seu processo criativo já que seus antigos ídolos não o inspiravam mais como antes. Então ele expandiu seus horizontes e começou a ouvir mais de Frank Ocean, Lorde, LCD Soundsystem e isso automaticamente acabou sendo refletido em seu trabalho.

James comenta ainda sobre as respostas positivas que teve com o segundo álbum, mais especificamente com a música Pink Lemonade, dizendo que algo incrível aconteceu no Outside Lands em São Francisco. James ficou impressionado, pois nesse festival, eles deveriam tocar por volta das 18:30h, contudo, precisavam viajar no mesmo dia para a Austrália e a única forma de fazer isso era adiantando seu vôo. Assim sendo, precisou passar seu set para as 14:30h, o que o desanimou um pouco, já que este é considerado um horário ruim em festivais, ainda mais para quem não está tocando no palco principal. Mas, na hora do show, ele disse que ficou abismado com a quantidade de pessoas: em média 3.000, que cantavam o mais alto que podiam, com ele, todas as suas músicas, em especial “Let It Go”. Meses mais tarde, ele conta que descobriu que, o público daquele dia não foi de 3.000 pessoas e sim de 20.000, espalhadas até pela lateral do palco. “Foi um momento incrível” – ele admite.

Alguns minutos depois, Amy pergunta a Bay qual a diferença, para ele, entre tocar no Reino Unido e nos E.U.A. Ele responde que só existe uma diferença crucial entre tocar em Los Angeles, Nova York e Londres: “Esses três lugares são sempre as “capitais” dos festivais e shows, então, em toda turnê você fará show lá. Mas quando você toca em Boston ou Manchester, eles estão muito mais animados, porque é mais difícil shows nessas cidades, ou pelo menos, é isso que sinto do palco” diz ele. Bay continua dizendo que um dos seus lugares favoritos de se apresentar é Boston, pois lá sempre tem uma energia impressionante e que não se encontra em lugar algum.

Bay e Amy conversam ainda, brevemente, sobre lugares em que os shows não são animados, mas ele não revela muitos detalhes sobre esses locais, apenas brinca “Existem alguns shows em que você fica tipo ‘você não precisa se sentar…'”

“Se você pudesse escolher qualquer pessoa com a qual ainda não tocou, quem escolheria?” foi a pergunta seguinte, que James respondeu com uma velocidade e certeza incomparáveis “Dave Grohl” e, então, completou “ou Beyoncé, quem não escolheria a Beyoncé?”

A entrevista é encerrada com um breve bate-papo sobre a agenda de shows de James para o verão, e, eles relembram juntos, que James participará de um mesmo festival que se apresentou em 2016. James brinca dizendo que “esse festival acontece por mais tempo do que deveria”, e revela que, na maioria dos lugares, os membros da banda compram blusas nas cidades que mais gostam, porém, acabam nunca usam no palco por ser muito calor. Só que em Boston “cada um pode usar, pelo menos, duas de suas blusas favoritas”, já que costuma fazer muito frio. Amy entra na brincadeira, dizendo que espera que esteja um pouco mais quente neste ano, já que eles tocarão em Setembro.

O vídeo da entrevista sem legenda você assiste aqui.

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