James Bay Brasil

10
/06/

Concorra a um “Electric Light Deluxe” + brindes!

Com o lançamento do novo álbum do James Bay “Electric Light” saindo do forno, a Universal Music se juntou novamente com o James Bay Brasil e preparamos para vocês uma promoção incrível!

Que tal ganhar um “Electric Light Deluxe“, uma camiseta exclusiva e um kit com polaroids do James? Nada mal, né? Agora imagine ter DUAS CHANCES de ganhar tudo isso?! Vamos te explicar como!

A promoção será realizada por escolha aleatória em nosso Twitter & Instagram no dia 30 de Junho de 2018 e serão DOIS GANHADORES, um em cada rede social. Para validar sua participação e concorrer aos prêmios citados acima, siga os passos abaixo:

1 – Siga o James Bay Brasil e a Universal  Music Brasil no Twitter;

2 – No Twitter, Retuíte o tweet promocional e mencione no mínimo 2 amigos;

3 – Siga o James Bay Brasil e a Universal Music Brasil no Instagram;

4 – No Instagram, curta a publicação promocional, responda sua música preferida do álbum e marque no mínimo 2 amigos.

Seguiu todos os passos acima? Agora é só esperar até a data do sorteio e ficar atento em nossas redes sociais! Caso algum dos procedimentos citados acima não seja realizado, será feito um novo sorteio. A entrega do prêmio é realizada gratuitamente e é válido somente para residentes do território nacional.

Desejamos à vocês uma boa sorte!

 

 

08
/06/

James Bay escreve uma carta para a comunidade LGBTQ.

Para o mês do orgulho gay, a Billboard pediu para vários artistas escreverem cartas de amor para a comunidade LGBTQ. Confira abaixo o que James Bay escreveu:

“Vivemos em tempos muito perturbadores. De líderes mundiais divisivos à novas tecnologias, muitas coisas querem nos afastar da interação uns com os outros e ter experiências compartilhadas que podem trazer compaixão e empatia. Me parece que talvez toda geração se depare com uma decisão; para absorver o conhecimento, mas deixar que exista um status quo no qual nós continuamos com ideias e mensagens transmitidas por líderes desatualizados de outra época, ou trabalhar ativamente para fazer mudanças. Reconhecer que a mudança é necessária pode ser complexo, mas agir de acordo com ela em nossas vidas diárias exige coragem e bravura. Mas as recompensas significam que todos nós podemos expressar nossa identidade mais completamente.

Eu comecei a compor músicas porque tinha algo dentro de mim que eu só conseguia expressar dessa maneira. E, como todo mundo, estou tentando entender mais sobre mim mesmo e como todos nós existimos no mundo. Como nos unimos em torno de forças do bem, podemos nos emendar, seguir em frente, melhorar e viver juntos neste mundo? Música e desenhar se tornaram meus jeitos de entender as coisas quando era criança — resolvendo problemas tocando guitarra, deixando minha mente pensar com tinta ou um lápis na minha mão. Isso virou algo constante na minha vida — explorando o melhor e pior de emoções ou situações, reais ou imaginárias, através da criatividade. Eu imaginei um futuro caracterizado por dar às pessoas o que elas talvez não soubessem que queriam, e agradeço por um mundo que celebra a experimentação. Estamos todos aprendendo.

Meu trabalho significa que eu tive sorte o bastante para viajar pelo mundo e ver em primeira mão como a bravura dos outros significa que nosso mundo está se tornando mais consciente, amoroso e o mais importante, mais igual. E isso deveria ser celebrado todos os dias.

Vamos encorajar um ao outro e acreditar no poder da individualidade.

James x”

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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01
/06/

O rockeiro dos pés cheirosos.

No dia 25 do mês passado, James Bay foi entrevistado pela NME Magazine e contou a Dan Stubbs um pouco mais sobre sua carreira, sua cidade natal e seu irmão, Alex Francis. Além de, claro, comentar sobre suas inspirações musicais e um dos assuntos mais polêmicos de toda a sua carreira: seu novo visual.

A matéria começa com James dizendo que “é uma benção ter um lugar tranquilo como aquele [seu quarto de hotel]”, em seguida, ele anuncia que vai tirar seus sapatos e que Dan nada deve temer pois seus “pés são cheirosos”.

Nesse clima descontraído, somos informados por Stubbs que James faz parte do clube de “Artistas Que São Muito Mais Relevantes Do Que Você Pensa Mas Que Ninguém Sabe Muita Coisa Sobre Eles” e que George Ezra é seu vice-presidente.

Em seguida, o cantor de Electric Light comenta a forte influência que o single Ultralight Beam do álbum The Life of Pablo de Kanye West exerceu em seu trabalho. Ele compartilha ainda a grande importância que seu amigo, John Green, teve no álbum e que todas as vozes nele eram suas, de John ou dos dois juntos.

James conta também como entrou em contato e convenceu Natalia Dyer, a Nancy de Stranger Things, a participar de seu clipe “Wild Love”:

“Bastou a coisa mais humana de todas: pegar o telefone. ‘Oi Natalia. Eu sou o James, você talvez não saiba quem eu sou, mas eu tenho uma nova música sendo lançada, eu a enviarei à você e adoraria saber o que você achou dela, se você gostar, toparia estar em seu clipe?”

Ainda sobre Stranger Things, James revela que se fosse um personagem da série, seria Lucas ou Will ou, mais provavelmente, o irmão mais velho de Will, já que ele é o “nerd da música e um pouco introvertido”.

No assunto “conte-me mais sobre você” James diz que vive atualmente em Islington, mas que vem de Hitchin, e que lá é um local muito seguro, onde se é muito fácil viver e crescer. Nesse momento, ele também fala um pouco sobre sua adolescência, que chegou a participar de uma banda com seu irmão, Alex Francis e um amigo, a quem ele se refere apenas como Tom.

Pouco tempo depois, ele decidiu que o melhor caminho era uma carreira solo e, enquanto seu irmão e amigos se encontravam com frequência em pubs, James preferia ficar em casa fazendo o que mais gostava: tocando guitarra. Mais tarde, James começaria a tocar pelas ruas de Brighton, onde estudava, e em Londres em noites de Open Mic.

Quanto perguntado se Alex gosta do sucesso de James, ele responde “Nós nos encontramos o tempo todo, moramos próximos um do outro, então essa é realmente uma boa pergunta. Esta é a melhor resposta que posso te dar. Ele está orgulhoso. Eu sei que está orgulhoso. Ele aparece de vez em quando [nos shows], também é cantor. Ele canta com os backing vocals algumas vezes, o que têm sido divertido para ele, poder ver tudo dos bastidores.”

“Como você se sentiu quando percebeu pela primeira vez, que tinha fãs?” – é a próxima pergunta e Bay não titubeia – “Louco. Maravilhoso, espetacular. Muito muito legal. De repente você tem… Digo é todo uma sensação de propósito, você de repente percebe que tem um.”

E então, o momento mais aguardado por todos os entrevistadores e temido por James chega: a infame pergunta sobre o cabelo. James leva na boa e conta que recentemente, em uma entrevista nos Estados Unidos, um repórter lhe disse: “Por favor, não me diga que eu fui a única pessoa que não perguntou sobre o seu cabelo”, ele diz que sua resposta foi “só notei agora mas sim, foi” e que, então, ele o abraçou.

Dando continuidade ao tema, o cantor de Hold Back The River, diz que tudo o que faz é proposital, que quando começou a usar o chapéu, há muitos e muitos anos, foi com a intenção de que, talvez um dia, este se tornasse uma marca, que o identificasse, mas que, da mesma forma que surgiu com esse intuito, ele também poderia sumir a qualquer momento.

E, como esperado, a entrevista termina de forma tão bem humorada quanto começou, acompanhe seu trecho final:

“A entrevista termina de forma calorosa, mas com um aperto de mão e não abraço, quando a NME se dispede de Bay em seu hotel.

“Apenas jornalistas que resistem e não perguntam sobre o chapéu ganham abraço.” ele diz.

Aqui está mais uma coisa sobre James Bay: ele é mais engraçado do que você pensa. Tiramos o chapéu para ele.”

Já sabem né baes? Se esbarrarem com o James por aí, nada de mencionar o chapéu!

Confira o ensaio feito para a entrevista:

Photoshoots > Meet The New James Bay > Álbum

A matéria completa você acessa clicando aqui.

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01
/06/

James Bay sobre seu cabelo em entrevista à revista Half&Half.

No último dia 16, foi publicada uma entrevista cedida por James Bay à revista americana Half&Half. Em uma conversa com Sam Keeler e Jaycee Rockhold, Bay fala sobre seu cabelo, sobre suas fases enquanto artista e suas opiniões sobre a desigualdade no mundo da música.

O bate-papo começa tendo como tema o “hiatus” de Bay e o artista comenta como esse conceito vem mudando ao longo dos anos “É interessante. Você não pode se afastar, principalmente no mundo da música pop, por cinco minutos sem que pareça que se afastou por um ano, e eu me afastei por um ano. Acho que foi mesmo um hiatus, mas, quando ouço minhas bandas preferidas dizendo que estão em hiatus, isso geralmente significa cinco, dez anos. Eu entendo que estamos nesse momento da música onde você tem que estar visível, trabalhando, em turnê, fazendo campanha, tudo isso enquanto escreve e cria [coisas novas]. Basicamente você não pode se afastar um pouco sem dizerem que está em “hiatus”. […]. Eu faço tanto parte dessa geração que não posso discordar disso. […] porque eu mesmo entendo que o negócio agora, é estar fazendo shows e escrevendo coisas novas que vão animar todo mundo, entende?”

Sobre este assunto, James comenta ainda a importância que “se afastar de tudo” teve para ele, pois só assim conseguiu compôr e montar seu novo álbum. Ele teve dificuldade para escrever músicas novas enquanto estava na estrada e precisava de um tempo fora dos holofotes para reunir suas ideias e organizá-las da melhor forma possível, tanto que, ele acreditava que ficaria até mais tempo sem fazer shows.

“Dois dias após o término da turnê [Chaos and The Calm], eu fui inundado por ideias novas” – conta Bay, esclarecendo ainda, que todas as músicas de Electric Light já estavam finalizadas em Março. De Abril em diante, foram apenas toques finais.

Quando perguntado sobre a diferença da sonoridade deste álbum em relação ao primeiro e sobre suas influências musicais atualmente, James conta que se apaixonou pelo som dos sintetizadores e sabia que tinha incluí-los, bem como uma bateria elétrica, em suas novas músicas. Ele se diz essencialmente um guitarrista e que isso pode ser percebido em 99% de suas músicas mas que, neste álbum, sentiu também a necessidade de explorar sons novos.

Sobre suas influências musicais, Bay diz que sempre ouviu Prince, Frank Ocean, David Bowie, mas que nunca comentou sobre eles antes e que, por isso, as pessoas se surpreenderam quando perceberam o quanto Electric Light foi influenciado por esses artistas. Essa surpresa era justamente a meta de James, que conclui dizendo que gosta de empolgar e chocar as pessoas.

No meio da entrevista, o cantor/compositor de Pink Lemonade conta ainda que pretende atrair novos fãs bem como manter os antigos, com seu novo trabalho, e que os fãs podem esperar coisas diferentes em seus shows ao vivo. Ele comenta ainda que a desigualdade de gênero no mundo da música é algo realmente indesculpável e que, é um dever de todos, mudar essa realidade.

Ao ser perguntado sobre “O que James gostaria que perguntassem a ele, mas ninguém perguntou“, o cantor avisa que sua resposta será o contrário, que ele dirá o que não gostaria mais de ser perguntado: “Quando as pessoas querem falar sobre meu corte de cabelo ou sobre eu ter parado de usar chapéu, muitas delas dizem “desculpa perguntar isso, mas eu preciso”. E então perguntam “por que você cortou o cabelo?” Eu só queria saber por que elas se desculpam. Eu quero saber porque elas acham que têm que perguntar isso. A última pessoa que me fez essa pergunta, disse que estava fazendo porque todo mundo faz. Eu penso assim: Por que você tem que perguntar se todo mundo já pergunta? Você está fazendo a mesma pergunta chata e repetitiva. E toda vez eles percebem que terão uma resposta entediante.” – responde Bay

Por fim, James afirma estar em sua fase “diferente e evoluída“, e que se vê em constante estado de evolução e transformação, tanto que acredita que, na próxima vez que lançar algum material novo, mudará algo novamente.

Confira o ensaio feito para a matéria logo abaixo:

Photoshoots > Half&Half > Álbum

 

Você pode conferir a matéria original na íntegra clicando aqui.

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28
/05/

FOTOS & VÍDEOS: James Bay se apresenta no “The Biggest Weekend” da BBC Radio 1.

James Bay esteve no segundo dia do “The Biggest Weekend” da BBC Radio 1 hoje (27), no Singleton Park na cidade de Swansea.

Antes de subir ao palco para seu próprio show, James Bay foi convidado pelo cantor Shawn Mendes para cantar Mercy e Let It Go. Você pode ver fotos da apresentação e vídeos logo abaixo:

27/05 @ The Biggest Weekend + Shawn Mendes > Álbum

Após isso, James Bay subiu ao palco dois as 16h30. James Bay apresentou 9 músicas, alternando entre os sucessos do Chaos And The Calm, seu primeiro álbum, e o singles lançados do seu novo álbum, Electric. Light. James subiu ao palco ao som de Wasted On Each Other, seguido de Pink Lemonade, Craving e Wild Love. Antes de começar Let It Go, James Bay animou a galera com um solo de guitarra e seguiu para Us, Just For Tonight e Best Fake Smile. Por fim, apresentou seu hit de sucesso e levou toda a plateia a loucura com Hold Back The River. Ao finalizar, James Bay quebrou sua famosa guitarra, a Epiphone Century.

Abaixo você confere fotos e o vídeo completo da apresentação:

27/05 @ The Biggest Weekend > Álbum

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24
/05/

James Bay faz Q&A com os fãs pelo Twitter, confira!

Hoje (23), James decidiu fazer um Question & Answer com os fãs pelo Twitter e respondeu todos os tipos de pergunta, desde seu novo álbum até vir ao Brasil! Confira agora:

  1. Fã: Qual trecho do Electric Light é sua preferida?
    James: Pergunta difícil! Mas vou com… “Tell me how to be in this world, Tell me how to breathe in and feel no hurt, Tell me how coz I believe in something, I believe in us.” – Deste tuíte.
  2. Fã: Qual música do Electric Light foi a mais fácil de escrever?
    James: “Nenhuma música é fácil de escrever. Mas Us ficou pronta em menos de três horas.” Deste tuíte
  3. Fã: Você gostaria de escrever uma trilha-sonora? Para qual filme? Gostaria de ver você numa trilha-sonora de um filme do Bond.
    James: “Quem não gostaria de escrever uma música para um filme do Bond??!!?” Deste tuíte.
  4. Fã: Como foi cantar com Alicia Keys?
    James: “MUITO LEGAL :).” Deste tuíte.
  5. Fã: Qual sua música preferida do momento?
    James: Se chama “Mrs.”, é do Leon Brigdes, do novo álbum Good Thing.” Deste tuíte.
  6. Fã: Beyoncé ou The Rolling Stones. Escolha um.
    James: “Não me teste. Você sabe que é impossível!”. Deste tuíte
  7. Fã: Qual música demorou mais para ficar pronta e por quê?
    James: “In My Head. Não demorou tanto quanto Scars (que demorou 6 meses ou menos de 1 ano.) In My Head demorou 3 semanas.” Deste tuíte.
  8. Fã: Qual parte do seu corpo você não ligaria de perder?
    James: “Meu cabelo”. Deste tuíte.
  9. Fã: Qual foi sua inspiração para In My Head? É minha preferida!
    James: “A música do Sesame Street.” Deste tuíte.
  10. Fã: O que influenciou a instrumentação de Fade Out? A melodia da guitarra tem uma pegada muito bom! E seus vocais?!? Nos dê alguns detalhes!
    James: “Tantas coisas! É tanta música. Desde David Bowie até as coisas do Drake.” Deste tuíte.
  11. Fã: Como você se sente sobre o Brasil?
    James: “Estou desesperado para ir ao Brasil!!!!” Deste tuíte.
  12. Fã: Como você se sente ao performar sem a guitarra? Por exemplo em Slide?
    James: Nunca pensei que faria isso. (Nunca pensei que diria isso.) Mas é incrível!” Deste tuíte.
  13. Fã: Seu sonho na infância era ser músico?
    James: “Sim, sim e sim.” Deste tuíte.
  14. Fã: Qual seu maior medo?
    James: “Ter medo.” Deste tuíte.
  15. Fã: Já pensou em atuar?
    James: “Nunca pensei em atuar.” Deste tuíte.
  16. Fã: O que achou da minha coleção de memes com fotos suas?
    James: “Genuinamente hilário!”. Deste tuíte.
  17. Fã: O que você sente quando ouve uma platéia cantando suas músicas?
    James: “Uma completa euforia xxx” Deste tuíte.
  18. Fã: Você ainda gosta de creme de confeiteiro?
    James: “Sim, eu ainda gosto!” Deste tuíte.
  19. Fã: Qual foi a lição mais legal que você aprendeu?
    James: “Você nunca pode trabalhar duro o suficiente. Continue!!”. Deste tuíte.

 

 

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23
/05/

James Bay e Alicia Keys apresentam “Us” na final do The Voice USA!

Nesta terça-feira (22), foi ao ar o episódio final dessa temporada do The Voice americano. A final do programa teve vários convidados especiais como James Bay, Halsey, Big Sean, Dua Lipa, Florence + the Machine e Ryan Adams.

O James Bay convidou Alicia Keys, uma das técnicas do programa, para apresentar uma de suas novas canções, “Us”, presente em seu recém-lançado álbum Electric Light. Confira:

Você também pode ouvir a versão dessa música pelo Spotify e outras plataformas digitais!

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23
/05/

James Bay apresenta faixas do “Electric Light” no Jimmy Kimmel Live!

James Bay foi o convidado da noite de ontem, (21), do “Jimmy Kimmel Live” e apresentou faixas de seu álbum de estreia, “Chaos and the Calm” e o mais recente, “Electric Light”.

O cantor está divulgando seu novo disco, lançado na última sexta-feira (18) e fez um pocket-show com duração de 18 minutos no programa. O setlist da apresentação incluiu “Us“, “Just For Tonight”, “Slide”, “Pink Lemonade”, e terminou com uma canção mais antiga intitulada “Let It Go”.

Confira os vídeos das apresentações a seguir:

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20
/05/

James Bay apresenta “Just For Tonight” no programa “The Andrew Marr Show”.

James Bay esteve presente hoje (20), no programa “The Andrew Marr Show” em Londres e apresentou “Just For Tonight“, uma das músicas novas que está presente em seu segundo álbum de estúdio intitulado como “Electric Light“. Confira a apresentação abaixo:

 

 

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