James Bay Brasil

03
/10/

James Bay bate um papo com a Bandwagon Asia sobre Electric Light, confira:

Em julho deste ano, rolou em Jakarta, na Indonésia, o festival We The Fest. A Bandwagon Asia aproveitou a oportunidade para bater um papo com James Bay nos bastidores do evento,  foram quatro perguntas envolvendo o Electric Light e as preferências musicais de James, o resultado você encontra embaixo:

Bandwagon: Seu novo álbum foi lançado há alguns meses, como você se sente em saber que ele está disponível para todo o mundo?

James Bay: Dá uma grande sensação de alívio e empolgação, lançar as músicas e deixar que as pessoas as digiram, o que demora um pouco. E agora, eu estou em uma fase onde posso tocar essas músicas ao vivo e todos as conhecem, o que é maravilhoso, muito legal. Então, é incrível que elas finalmente tenham sido lançadas. Foi um processo intenso, bem como deve ser, e eu gostei muito que tenha sido assim. Meu primeiro álbum, Chaos and The Calm, teve, no geral, uma recepção muito boa; por isso, eu me senti muito pressionado. Eu queria amar minhas novas músicas, tanto quanto ou até mais que as do Chaos and The Calm. Eu senti que tinha uma ideia melhor do que queria fazer musicalmente, e isso se deve ao fato de ter tocado ao vivo também. Mas eu estou muito empolgado com as músicas novas, preciso dizer, eu as adoro. 

Bandwagon: Como você sabe que gosta de uma música?

James Bay: É preciso prática, chegar em um ponto onde você é bom em entender e aceitar que gosta de uma música ou algo que criou. Porque no começo, você só quer conseguir criar e dizer: “eu fiz isso”. É um pensamento e experiência totalmente diferentes de chegar no ponto onde você pode dizer: “dá uma olhada nisso, eu acho que é brilhante”, o que é uma grande diferença. Você precisa aprender a descobrir o que realmente gosta, e ser bem sincero consigo mesmo, e eu ainda estou aprendendo a fazer isso. Demora, sabe, demora muito, mas eu acho que estou chegando lá, e com certeza cheguei com ‘Electric Light‘. Com ele, eu cheguei rapidamente na fase em que estava soando como gostaria e fazendo o que queria ouvir, então estou bem satisfeito com o álbum. 

Bandwagon: Qual foi sua inspiração ao fazer este álbum?

James Bay: Para mim foi uma lista grande de pessoas, teve David Bowie, Prince, Blondie, The Strokes, Frank Ocean, LCD Sound System, dentre vários outros artistas. E então ao mesmo tempo, outra coisa que eu queria colocar nestas músicas era a energia que tenho quando me apresento ao vivo. Eu não queria fazer um álbum ao vivo, mas queria capturar essa energia imediata [que recebo em shows]. Por isso, eu não perdi tempo gravando minha voz 15 vezes em cada música, eu gravei duas ou três no máximo e, na maioria das vezes, usamos a primeira ou a segunda, porque pareciam mais verdadeiras, mais reais. E esse foi um processo completamente diferente para mim, em relação ao primeiro álbum, eu não era bom nisso, nele. Eu mudava cada palavra, e mudava mais uma vez, eu cantava tudo de novo… Desta vez, foi tudo de primeira ou segunda, e eu gostei muito disso, foi libertador.

Bandwagon: Quem mais te ajudou a fazer este álbum?

James Bay: Para chegar naquele espaço e me sentir mais livre e tranquilo em relação às regravações, foi Jon Green, que é meu amigo há muito tempo e com quem eu escrevi este álbum inteiro, exceto uma música. Ele é um excelente produtor, compositor e músico, eu aprendi tanto com ele ao longo dos anos! Ele é muito bom em fazer as coisas calmamente, apenas tentando ser “musical” e não pensar demais sobre o assunto, ele me ajudou muito com isso. E então nós fomos convidados por um produtor muito famoso, Paul Epworth, para irmos ao seu estúdio. Ele era fã da música que estávamos fazendo para este álbum, ele ouviu alguns dos primeiros demos e nos ajudou a progredir aquele som, nos apresentou a elementos que inicialmente eu não tinha muita certeza [que funcionariam], é meio difícil para eu descrever, porque ele estava lá, em sua mesa de mixagem, e ele sabe muito sobre como utilizá-la e sons sintetizados. Eu amei o resultado que ele estava obtendo, havia alguns sintetizadores muito atmosféricos, que geravam sons diferentes por todo o álbum. Eu não tenho muita certeza como ele fazia isso, isso faz parte da mágica e genialidade de Paul Epworth, ele conhece todos esses inúmeros movimentos e truques com diversos sintetizadores e equalizadores em sua mesa, que alguém [leigo] como eu não sabe nada sobre. Então, foi fascinante simplesmente ficar sentado, relaxado e curtindo, ele realmente realmente trouxe aquele elemento que foi a quarta dimensão da música, ele proporcionou isso de uma forma muito significativa.

A entrevista, sem legenda, você confere clicando aqui.

17
/06/

Relato de fã brasileira que estava no show do James Bay, no Bergenfest.

Uma fã brasileira do James Bay teve a sorte de ir ao show dele no festival Bergenfest que ocorreu ontem (16) na Noruega. Cris Massuyama (@crislumi) fez um relato exclusivo sobre o show para o James Bay Brasil. Confira:

Ouvi James Bay pela primeira vez há uns dois anos, com “Hold Back The River“, quando eu participava do coral da Cultura Inglesa. De lá para cá conheci melhor o trabalho dele e fiquei viciada no novo disco. Como já tinha viagem marcada para Europa desde o começo do ano, fiz uns ajustes de datas para tentar pegar a turnê do “Electric Light” e deu certo!

Fui parar em Bergen, segunda maior cidade da Noruega, mas que tem apenas cerca de 300 mil habitantes. Um charme! O Bergenfest é um festival com alguns grandes artistas, mas de porte pequeno – atrai um público médio de 8 mil pessoas.

James já tinha feito um show em outra cidade da Noruega no dia anterior, além de uma apresentação na Suécia dois dias antes. Isso sem contar Alemanha e Holanda no começo da semana. Haja fôlego! Mas ele entrou no palco firme, com “Pink Lemonade“. Confesso que deu aquela apertadinha no coração – como é um festival, com tempo certinho pra começar e acabar e sem bis, já achei que ele tinha reduzido o setlist e cortado “Wasted on Each Other“, que tem aberto os shows… Mas rolou um pouco depois! Ufa! Aí, já fica a dica para os fãs: se quiserem investir em ver um show fora, os festivais são incríveis, mas o repertório nunca é completinho.

De volta ao show: apesar de ter uma boa parcela de público pop, o James tenta manter uma postura rocker no palco, valoriza a guitarra, pede pro público cantar alto toda hora… E, pelos vídeos de shows antigos que já vi, ele parece ter chegado a uma performance de palco mais ousada, agora com o novo momento da carreira (não vou falar do cabelo, não vou falar do cabelo!). rs

Mas os noruegueses são um tanto calmos. O lado bom de tanta tranquilidade: a grade do show estava sem tumultos. No Brasil, com certeza o clima seria outro, bem mais vibrante, e aí o James iria se esbaldar com o público – tá demorando, rapaz!

Quanto ao repertório, ele tocou muita coisa nova, como “Wanderlust” e “Sugar Drunk High“, mas não deixou de fora “Craving” nem “When We Were On Fire” (amém, Nossa Senhora dos Festivais!). Aliás, foi mais ou menos nessa hora que reparei nas costas da camiseta branca dele: “She fucking shreds“, um frase rocker-feminista!

Just For Tonight” nasceu pra ser tocada ao vivo. “Let it Go” levantou o público. E, mesmo sem bis, a penúltima foi “The Best“, de Bonnie Tyler, eternizada na voz da Tina Turner. Ele fechou a noite com “Hold Back The River“. O visual pode estar mais elaborado, mas o som segue eficiente, sem muitas firulas e funciona ao vivo.

Confira algumas fotos tiradas pelo fotografo Robin Boe e pela Cris:

(16/06) Bergen, Noruega

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13
/05/

FOTOS & VÍDEOS: James Bay se apresenta no KROQ Weenie Roast.

Ontem (12), James Bay tocou no evento #KROQWeenieRoast, da rádio KROQ em Los Angeles e apresentou alguma de suas músicas novas que estarão presentes na Electric Light Tour. O evento também contou com a participação de bandas e artistas como Blink 182, Panic At the Disco, 30 Seconds To Mars e Mike Shinoda!

Confira as fotos do evento a seguir:

 

Confira a gravação do show disponibilizado pelo pessoal do James Bay Russia:

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01
/04/

Fotos & Vídeos: #ElectricLight em Chicago.

Ontem (31), a #ElectricLightTour passou por Chicago, mais precisamente, no Metro Chicago. A casa, com capacidade de mil lugares, teve seus ingressos esgotados em apenas uma hora.

O show contou com 13 músicas e durou quase duas horas. As fãs que estavam no local, disseram que James se mostrou bem animado e atendeu todos os fãs que o esperavam na porta do local após o fim do show.

Confira as fotos, setlist e vídeos logo abaixo:

SHOWS >2018 > CHICAGO, ILLINOIS (31/03)

 

SETLIST & VÍDEOS:

Wasted – Pink LemonadeCravingIf You Ever Want To Be In LoveWhen We Were On FireWild LoveScarsUs – Slide – Let It Go – Just For Tonight – Best Fake SmileHold Back The RiverNeed The Sun To Break

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16
/03/

FOTOS & VÍDEOS: #ElectricLightTour em Londres.

Ontem (15), aconteceu o primeiro show da #ElectricLightTour em Londres. James cantou músicas do seu primeiro álbum, Chaos And The Calm, e também cantou músicas novas. Confira os detalhes do show.

Shows >2018 > Londres, Reino Unido (15/03)

SETLIST & VÍDEOS:

Wasted  – Pink Lemonade – Craving – If You Ever Want To Be In LoveWhen We Were On Fire – Wild LoveScars – UsSlide – Just For Tonight – Best Fake Smile – Let It Go – Hold Back The RiverNeed The Sun To Break

 

O próximo show (25) é em Seattle, nos Estados Unidos.

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