James Bay Brasil

15
/11/

Fotos & Vídeos: James Bay no MTV Europe Music Awards.

Aconteceu no último domingo, 12 de Novembro, o MTV Europe Music Awards de 2017 na Wembley Arena, em Londres. A premiação teve como apresentadora Rita Ora.

Como havíamos postado, o evento contou com apresentações de artistas como Camila Cabello, Eminem, Liam Payne, Rita Ora, Demi Lovato e Shawn Mendes.

James Bay, responsável por apresentar a categoria Best Alternative para a banda Thirty Seconds To Mars, compareceu à premiação para fazer seu “retorno” depois de alguns meses longes das mídias.

Confira as fotos e vídeos da sua participação:

Aparições e Eventos | Appearances and Events > 2017 > 12/11 @ Europe Music Awards (Arrivals)
Aparições e Eventos | Appearances and Events > 2017 > 12/11 @ Europe Music Awards (Press Room)

 
OU
 

Aparições e Eventos | Appearances and Events > 2017 > 12/11 @ Europe Music Awards (Arrivals)

Aparições e Eventos | Appearances and Events > 2017 > 12/11 @ Europe Music Awards (Press Room)

Entrevistas concedidas no backstage:


Postado por
Arquivado em Destaque, Entrevistas
10
/09/

Entenda o homem por trás do microfone, conhecido como James Bay.

Teejnepomuceno, um site de moda masculina, se encontrou com o James durante o lançamento de sua linha de roupas, e decidiu conhecer o homem por trás do artista e músico. Confira agora a entrevista traduzida pela nossa equipe:

Teejnepomuceno: Como você era enquanto crescia?
James Bay: Era um pesadelo tudo o que envolvia vida acadêmica, até mesmo na música. Eu era péssimo. Mas sempre ficava feliz quando entrava em contato com algum instrumento. Eu não era uma criança tímida, mas também não ficava pulando ao redor do palco, sabe? Eu sempre era a criança observadora – e ainda sou. Fico observando e lidando com elas.

Teejnepomuceno: Sua família ouvia muita música? Como era?
James Bay: Meus pais estavam sempre ouvindo música no rádio ou no carro e era sempre música soul ou rock como Michael Jackson ou Bruce Springsteen. Se eu estivesse em meu quarto jogando video-game, estaria no mudo com o rádio ligado. Ou eu estaria no quarto desenhando meus artistas favoritos e idealizando eles como uma criança faz.

Teejnepomuceno: Então foram esses artistas que te influenciaram como musico?
James Bay: 
Michael Jackson sim. O jeito que ele se movia no palco me inspirou muito, e a música dele mexia comigo. Depois veio o Rolling Stones, mas foi Eric Clapton com a música Layla que realmente me fez pegar o violão.

Teejnepomuceno: Os passos do Michael Jackson? Então, a imagem também é importante para você?
James Bay: 
A imagem sempre foi uma das coisas mais importantes para mim. Eu também acho que música, imagem e moda andam de mãos dadas. Sempre admirei artistas como David Bowie – sou fascinado nele e amo como ele junta música e moda. 

Teejnepomuceno: Como é sua ideia tradicional de masculinidade? Por exemplo, roupas para homens e roupas para mulheres, você acha isso necessário?
James Bay: A masculinidade, para minha geração, está deixando de significar qualquer coisa. Essas velhas ideias sobre o que significa isso estão desatualizadas. Minha coleção com a Topman sai logo e eu espero muito que as meninas olhem para ela e queiram usar tanto como os homens. É para qualquer um. 

Teejnepomuceno: O que você está ouvindo agora?
James Bay: 
Eu estou ouvindo muito Drake, Chance the Rapper e Bon Iver, mas no meio de artistas novos sempre há músicos antigos como Bowie, Jackson e Aretha Franklin.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

 

Postado por
Arquivado em Entrevistas
18
/08/

James Bay: A trilha sonora da minha vida.

A Topman perguntou para os fãs do James o que eles gostariam de saber sobre a vida pessoal dele, e eles escolheram perguntar sobre as músicas preferidas dele. Confira:

Qual a primeira música pela qual você se apaixonou?
Bruce Springsteen – Born In The USA.

Qual música te deixa com sentimento incontroláveis?
Man In The Mirror do Michael Jackson ou Case Of You do Joni Mitchell

Qual música te faz lembrar dos tempos de escola?
Naive do The Kooks ou Somebody Told Me do The Killers.

Qual música te remete ao verão?
You Get What You Give – The New Radicals

É agosto, mas de qualquer forma, qual sua música de Natal preferida?
War Is Over – John Lennon

Qual música te lembra uma ex namorada?
Qualquer uma da banda HIM

Qual a melhor música que você já ouviu ao vivo?
Não tem uma só música que é a melhor. Quando Feist tocou seu álbum Metals no Royal Albert Hall foi incrível!

Qual a última música que você comprou?
O álbum todo do Leif Vollebekk’s, Twin Solitude.

Com qual música você poderia acordar todos os dias?
Nenhuma. A mesma música toda manhã me deixaria louco.

Qual música você não consegue mais ouvir?
Vai levar uns dez ano pra eu ouvir Heartbreaker do Ryan Adams de novo. Eu ouvi demais esse álbum.

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

Postado por
Arquivado em Entrevistas
04
/08/

James Bay responde perguntas sobre fama, moda e masculinidade para a Topman!

Agora em parceria com a Topman, James Bay irá lançar sua linha de roupas dia 17 de Agosto e resolveu conversar sobre fama, moda e masculinidade em uma entrevista com a Topman. Confira:

 

TOPMAN: Como você era quando estava crescendo?
JAMES BAY: Qualquer coisa ligada à área acadêmica era meio que um pesadelo, mesmo teoria musical. Eu era péssimo nisso. Mas eu estava sempre feliz em pegar um instrumento. Eu não era especialmente tímido, mas também não era extrovertido. Eu estava sempre observando as coisas – e eu continuo fazendo isso hoje – observando as coisas e as digerindo.

TOPMAN: Sua casa era musical?
JAMES BAY: Na medida em que meus pais estavam ouvindo, fosse no rádio ou no rádio do carro. E era tanto soul quanto rock and roll, Michael Jackson ou Bruce Springsteen. Se eu estivesse no meu quarto desenhando ou jogando Playstation, tudo estaria no mudo e o rádio estaria ligado. Eu estaria desenhando meus músicos preferidos, os idolatrando como você faz quando é criança. Essa ideia de um astro nos holofotes era uma grande coisa pra mim quando eu era criança.

TOPMAN: Foram esses músicos que inspiraram você?
JB: Michel Jackson me inspirou. A forma como ele se mexia no palco me inspirou, e suas músicas realmente mexiam comigo. Depois teve os Rolling Stones, suas músicas podiam ser sobre sexo, drogas e rock mas não apelavam pra ninguém. Mas foi o Eric Clapton e (a música) Layla que realmente me moveu e me fez pegar o violão.

TM: Os movimentos de Michel Jackson? Então, imagem era importante pra você também?
JB: Essa coisa da imagem estava definitivamente em jogo. Eu pulava em frente ao espelho com a escova de cabelo tentando fazer algo como Justin Timberlake. Eu acho que moda e música definitivamente andam de mãos dadas também. Há mais por vir sobre como música vai influenciar minha aparência. Eu sempre admirei artistas como David Bowie – eu sou fascinado por ele. Caras como ele estão sempre se reinventando, sendo notáveis, afrontoso, fazendo uma declaração. Eles vestiriam qualquer coisa, até mesmo coisa que são consideradas roupas de mulher. Jimi Hendrix era outro cara que se apresentava da forma como queria – era pra qualquer um, independente do sexo. É para isso que eu estou desenhando, essa coisa sem gênero.

TM: Então você não está na ideia tradicional de masculinidade?
JB:Masculinidade, para a minha geração, está se tornando algo sem significado. Mas não só a minha geração, tem caras de 56, ou 12, para os quais a palavra masculinidade parece estranha e antiquada. Essas ideias antigas sobre o que significa “ser um homem” estão fora de moda. Estamos todos nisso juntos. Eu, na verdade, tenho uma coleção saindo para a Topman ainda esse ano, e eu suponho e tenho esperança que mulheres olhem e queiram usar. Eu já fiz a mesma coisa – comprei calças da Topshop porque elas vestem melhor. Isso estava na minha cabeça quando eu desenhei peças para a Topman. É TopMAN (da palavra homem), claro, mas é para qualquer um.

E tem mais, eu não admiro apenas homens. Beyonce é uma potência absoluta. Não é sobre ser homem ou mulher. Eu posso pegar coisas que a Beyonce tem feito – você não saberá quando nem como, mas eu vou. Assim como ela também pegou coisas pelo que Michel Jackson fez, o que Prince fez, no estilo dela, na sua presença de palco.

TM: O que você está escutando hoje?
JB: Música antiga sempre me dispersa da minha constante busca por música nova. As pessoas estão sempre afogas na quantidade de música nova que se tem, todo o tempo, num click. Eu escuto bastante coisa do Drake, Chance the Rapper, Bon Iver. Mas de repente estou ouvindo Bowie, Jackson, Aretha Franklin. 

Mas eu não estou apenas ouvindo. Eu estou sempre procurando as apresentações dos artistas. É interessante ver Drake. Durante o show , ele irá vestir umas camisetas lindas padrão e coletes. Mas depois separa em diferentes looks, geralmente todo preto. Primeiro uma camiseta aberta sobre um colete. Depois volta para uma camiseta preta, depois sai e volta num jaqueta extravagante. É tudo parte do show.

TM: Então você se vê tendendo um estilo mais afrontoso, Bowie ou Prince?
JB: Eu tenho um “estilo” de certa forma, e ele está estagnado. Mas eu não vou me prender a ele. Parece errado. Parece chato. Eu não tenho ideia para onde eu vou. Eu estou nessa ideia de mudança. Ao invés de ficar nessa mesma coisa e deixar estagnado. Nunca parece certo descartar algo.

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

Postado por
Arquivado em Entrevistas
04
/08/

James Bay revela a história por trás de sua linha de guitarras assinadas.

Na semana passada, informamos o lançamento da linha de guitarras Epiphone assinadas pelo James Bay. Hoje (03), James contou ao blog MIPRO a história por trás desse lançamento. Confira a matéria traduzida logo abaixo:

“A linha de guitarras assinada é modelado no formato original da 6 6, o mesmo modelo que tenho desde 2013. Eu o encontrei quando fui à Nova York pela primeira vez. Fui ao encontro com os agentes da minha gravadora e tivemos uma tarde livre e eu estava ansioso para ir à uma loja de violões.”

“Eu a vi e pedi para tocá-la e quando terminei, fiquei vidrado. Na hora, eu disse que meu objetivo era comprar aquela guitarra, porque certamente, naquela época, eu não podia pagar por ela.”

“Juro por tudo que é sagrado, eu não contei à ninguém da gravadora sobre a guitarra, mas eles me compraram uma e desde então, eu a uso. Eu escrevi meu álbum inteiro com ela e faço turnê com ela desde então.”

Questionado sobre a linha de guitarras assinada, ele conta:

“Isso significa muito para mim. Eu tinha 10 anos quando comecei a tocar guitarra e não demorou muito para começar a colecionar revistas de guitarra. Eu sempre sonhei em ter uma linha de guitarras com o meu nome! Mas sabe, eu pensei que isso demoraria 10 anos. Mas foi muito legal eles terem reconhecido o amor que eu tenho por essa guitarra e me chamarem para fazer parte disso.

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

Postado por
Arquivado em Entrevistas
02
/08/

“Eu quero que o próximo álbum supere o primeiro”, conta James Bay ao Music Week. Confira:

O James Hanley, do site Music Week conversou com o James sobre o álbum novo. Confira a matéria traduzida:

Qual o maior indicativo de que um novo artista conseguiu obter sucesso? Possivelmente um hit? Um Brit Award? Um disco de platina duplo do seu álbum de estréia?

E tudo isso junto? Pois James Bay pode tirar cada uma dessas conquistas da sua lista de coisas a fazer desde que Hold Back The River foi lançada ao mundo em Novembro de 2014.

Ele ainda tem 26 anos e está apenas começando. “Faz seis meses desde que eu saí da estrada, eu estou me sentindo muito criativo. Eu estou trabalhando em música nova,” Bay diz ao Music Week.

A continuação do seu álbum de estréia Chaos and The Calm, o qual vendeu 788.095 cópias no Reino Unido de acordo com o Official Charts, provavelmente veja a luz do dia no ano que vem, ele revela.

“Está pela frente – eu ainda não sei exatamente quando sairá – mas quanto mais eu trabalho em música nova, mais próximo nós ficamos de saber,” ele diz.

“Nós ficamos em turnê por um longo tempo e eu realmente gostei disso. A única coisa que me fez sentir um pouco negativo sobre isso no final, foi que eu amo essas músicas, mas eu realmente queria apimentá-las com um material novo. Então, é isso o que eu estou fazendo agora e eu está sendo fantástico fazer isso.”

Bay, que é gerenciado pela Closer Artists, contesta reclamações de que música de guitarra não está na moda ultimamente.
“É engraçado, as pessoas passaram os últimos 10 anos dizendo que não há muitos guitarristas no rádio, mas você não precisa procurar muito para encontrá-los,” ele afirma. “Eu estive ouvindo aos últimos álbuns de Frank Ocean e Chance The Rapper, e a musicalidade é incrível. Mas quando há música de guitarra no rádio, não é necessariamente sobre a guitarra tanto quanto é sobre a música.” Ele acrescenta.

O vencedor do Brits Critics’ Choice trabalhou com outros compositores como Iain Archer, Paul Barry e Jake Gosling em músicas para seu LP de estréia, e reagiu com interesse na recente pesquisa do Music Week que revelou que é preciso em média de 4,53 pessoas para escrever grandes hits em 2017.

“Se nós formos falar em porcentagem, foi 99,9% sustentado por mim, mas eu tive momentos ótimos com algumas pessoas que se tornaram amigas muito próximas, que escreveram e co-escreveram,” ele explica sobre seu próprio processo de composição.

“É sobre trabalhar junto – da mesma forma que Mick Jagger parecia não conseguir criar nenhum início sozinho, então ele escrevia com Keith. Isso que mantém divertido, e mantém a energia no ambiente de composição. Eu sou um grande fã do Ray Lamontagne, e eu me lembro de ter lido sobre a jornada meticulosa que ele se submete para compor, se mantendo sozinho por longos períodos de tempo.

Ele fala sobre como isso uma experiência bastante extenuante e eu consigo associar isso – eu escrevo músicas sozinho e eu as finalizo dessa forma. Mas é muito divertido reunir as pessoas numa sala, então não me surpreende que esse seja o número de pessoas necessário para criar um hit.

Outra coisa que também é divertida, é quando você tem esse sentimento que pode ter criado uma especial, e imediatamente há essa reafirmação de pessoas que estão tão entusiasmadas com isso quanto você está. Se você está sozinho, tudo bem, ótimo. Mas é emocionante estar com amigos e ter essa experiência juntos.”

A fabricante de guitarras Epiphone revelou recentemente a nova James Bay 1966 Century Archtop Outfit, inspirada na Epiphone vintage do cantor de 1966. Para um viciado em guitarra como Bay, você pode supor que esta é a maior honra de todas.

“Como um músico que toca guitarra há quase 15 anos, eu iria ler sobre modelos assinados e eu sonharia em ter uma minha algum dia,” ele sorri.

“Eu pensei que seria uma coisa que eu teria que fazer cinco ou dez álbuns para conseguir, mas por ter feito um álbum e ter dedicado a música para aquela guitarra – e aquela guitarra para a música – é muito legal eles reconhecerem isso.”

Depois do caos dos últimos anos, Bay está curtindo alguma – muito necessária – calma mas ele não ficará longe por muito tempo, com os pensamentos inevitavelmente retornando para esse segundo LP.

“Eu quero que esse próximo álbum supere tudo o que o primeiro fez,” declara. “Eu estou realmente animado sobre as músicas que eu estou fazendo – o que nem sempre é o caso, qualquer artista lhe dirá isso! Mas eu estou animado sobre uma nova versão de tudo o que eu sou.”

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

Postado por
Arquivado em Entrevistas
21
/07/

James Bay fala que está trabalhando em músicas novas em entrevista ao Music Radar.

Após o lançamento de sua linha de guitarras assinadas, James Bay deu uma entrevista para o Music Radar e o entrevistador não pôde deixar de perguntar sobre o futuro do James.

James contou para Mike que está trabalhando em músicas novas e que não vê a hora de voltar para os palcos. Ele até confessou que sentiu um pouco de inveja dos artistas que se apresentaram no Festival de Glastonbury desse ano. Confira:




 

Fonte | Tradução e legenda: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

Postado por
Arquivado em Destaque, Entrevistas
13
/12/

James Bay fala sobre seus planos para 2017, família e Rolling Stones para o 96.5 fm.

Para James Bay, o evento d All Star Christmas no dia 8 de Dezembro, encerrou uma longa e incrível jornada cheia de sucessos como Let It Go, Scars e Hold Back The River. Em Janeiro de 2017, James irá se ausentar um pouco para trabalhar em outro cd mas disse que é grato por tudo o que lhe aconteceu.

“Ultimamente, os shows estão ficando maiores, e é bom experimentar esses shows em arenas. Me sinto muito melhor e me emociono por fazer isso,” disse sorrindo ao entrevistador Damon. “Na verdade, estarei dando um tempo em Janeiro para trabalhar em coisas novas. Eu vou dar à todos uma pausa de mim.”

Suas músicas com misturas de baladas e rock têm atraído comparações com muitos artistas clássicos, assim como seu cover de Proud Mary. “Os Rolling Stones são uma influencia tão grande para mim, eles fizeram tantas músicas que eu sou apaixonado.”

James disse que sua pausa será para trabalhar em outro cd, mas inclusive para passar um tempo com a família e amigos. “Meu irmão também é musico e tivemos uma banda quando éramos pequenos. Nos vemos poucas vezes.” O entrevistador perguntou ao James se ele e o irmão conversam sobre trabalho e o James respondeu: “Também, mas são poucas as vezes que falamos sobre isso. Nós temos grupos de amigos semelhantes e quando nos vemos, falamos sobre isso, sobre a vida e de coisas que gostamos.”

Com o Natal chegando, James disse que sua tradição familiar preferida é o misterioso pudim, “Lá na Inglaterra, comemos o famoso pudim misterioso e lá tem um significado maior do que em outros lugares.” 

 

Confira a matéria original clicando aqui.

Postado por
Arquivado em Destaque, Entrevistas
13
/12/

James Bay fala sobre seu ano de 2016 e diz que está se sentindo indestrutível. Leia mais:

Têm sido uma caminho longo e lento para James Bay. O cantor e compositor britânico de 26 anos, que ganhou destaque com seu chapéu tem trabalho muito para ter um conhecimento global. Desde que assinou com a Republic Records, seu álbum de estréia ficou no topo da Billboard em sua primeira semana de lançamento.

Na revista completa, que sairá dia 17 de Dezembro, teremos uma pequena conversa com o gerente, dono e presidente da Republic Record, juntamente com seu manager, e essa entrevista contou com vários elogios sobre James.

  • “Trouxemos o James de Londres, e ele tocou para nós em Janeiro de 2015… Todo mundo na sala sabia que ele seria um artista fantástico. Era muito óbvio.” Ben Adelson (vice presidente da Republic Records); 
  • “Na perspectiva das rádios, era preciso provar que aquela música iria se encaixar. Foi um longo processo, mas ele é um artista honesto e nós conseguimos.” Charlie Walk (presidente do grupo da Republic Records); 
  • “James quebrou a barreia da plataforma global. Ele viajou o mundo todo em poucos meses.” Monte Lipman (presidente/CEO da Republic Records); 
  • “As músicas do James não são especificas para uma década só. Let It Go poderia ser um hit nos anos 70, 80 e 90!” Avery Lipman (presidente/COO da Republic); 

*Na foto: James Bay, Ben Adelson, Charlie Walk, Monte Lipman e Avery Lipman l Artigo Original: aqui.

 

Postado por
Arquivado em Destaque, Entrevistas