James Bay Brasil

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“Eu estou muito mais confiante agora do que quando escrevi o “Chaos And The Calm”.

Meses antes de lançar o “Electric Light”, James concedeu uma entrevista ao site FaceCulture. A entrevista ocorreu em Março na Europa, precisamente em Amsterdã, quando Bay estava divulgando o álbum por lá.

James falou sobre seu primeiro álbum, “Chaos and the Calm”, sobre suas ambições como músico, sua competitividade consigo mesmo, sucesso, evolução, ansiedade, ideias para o novo álbum, novas músicas como “Wild Love” e “In My Head”, confiança e muito mais! Confira a entrevista legendada pela equipe do James Bay Brasil abaixo ou acesse nosso canal do Youtube clicando aqui.


 

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20
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James Bay explica a pressão ao escrever seu segundo álbum “Electric Light.”

Em março de 2018, pouco antes do lançamento de Electric Light, James Bay cedeu entrevista à rádio holandesa Veronica.

O papo começou com Bay dizendo que está muito animado para lançar o novo álbum e que quando um artista vai lançar um segundo álbum (tendo um primeiro que foi bem recebido) há uma grande pressão para que ele faça um trabalho ainda melhor com o segundo. Para James, a pergunta que sempre paira no ar nestas ocasiões é “você consegue fazer um álbum tão bom quanto o primeiro? Você consegue fazer melhor?”.

James afirma que existem duas partes difíceis em se trabalhar em um segundo álbum: A primeira que é justamente este ser o segundo álbum; e a segunda, que é depois que o álbum já está pronto, e você precisa fazer as pessoas gostarem desse seu trabalho. Apesar de não ter sido um processo fácil, Bay afirma que gostou muito de trabalhar no Electric Light e que a pressão o estimulou a produzir um material de qualidade. Para ele, não há uma maneira fácil de fazer um bom trabalho.

Sobre as mudanças que ocorreram com ele durante Electric Light, James diz que antes de iniciar o processo ele se perguntou “Eu quero ser a mesma pessoa? O mesmo personagem?”. Wild Love foi a primeira música que escreveu para Electric Light e, quando estava pronta, ele escutou, adorou o resultado, mas chegou à conclusão de que “Isso, com certeza, não é música para o cara do chapéu e do cabelo comprido”. James acredita que sua música evoluiu e que por isso ele deveria evoluir também.

Seu interlocutor questiona se ele diz isso pelo toque eletrônico que suas músicas adquiriram neste álbum. Ele responde que esse novo som é muito inspirador e que é muito mais divertido mudar. James acrescenta ainda que vários músicos que lhe serviram como inspiração e são influências de seu trabalho, também passaram por mudanças. Ainda que seu estilo e música mudem, ele não descarta a possibilidade de continuar tocando suas músicas antigas nos shows, músicas pelas quais ele afirma ainda ser apaixonado. Ele reconhece o quão importante Chaos and The Calm foi para sua carreira, mas que era hora de mudar.

O entrevistador questiona James sobre uma música que estará no segundo álbum, mas que originalmente foi composta para Chaos and The Calm. James explica que essa música foi composta entre uma ou duas semanas antes de Chaos and The Calm ser lançado, ele tinha a ideia da música em sua cabeça, mas não conseguia terminar de escrevê-la. James achou que ficaria muito em cima da hora colocar a música no Chaos and The Calm e preferiu guardá-la para um próximo trabalho.

O próximo tema em pauta é o processo de composição de Wild Love e, sobre isso, James explica: “Eu e John ficamos no estúdio por volta de uma semana, pensamos em simplesmente ficar por lá e esperar por boas ideias, eu estava confiante. Na segunda-feira, não conseguimos nada; nem na terça, nem quarta… Na quinta-feira, ficamos até tarde pensando ‘nós só temos a sexta-feira’. E neste dia, depois de comermos algo a noite, Wild Love começou a se revelar. Eu na guitarra, John no piano e os acordes começaram a surgir. O refrão foi o que ficou pronto primeiro. Eu ainda escrevo as músicas da mesma forma que antes, mas a letra de Wild Love é um ótimo exemplo de como minha confiança mudou, evoluiu. Eu não era o tipo de pessoa que escreveria ‘Eu quero te dar amor selvagem, do tipo que nunca desacelera’, eu era muito mais complexo e escrevia sobre relacionamentos e suas dificuldades… Mas dessa vez eu queria simplesmente dizer aquilo que tinha vontade e me senti muito bem fazendo isso. Apesar das músicas serem sobre minhas próprias experiências, gosto de escrever de uma forma que fiquem “abertas” para outras pessoas, em qualquer parte do mundo, possam se identificar com elas.”

O apresentador da Rádio Veronica, então, lê uma mensagem enviada por um fã, dizendo que a música Bay foi assunto em uma prova de sua escola. James fica surpreso e exclama “Eu fui assunto?”. O entrevistador continua, explicando que havia uma pergunta na prova dos alunos que estudam música, sobre Hold Back The River. “Em que parte da música você ouve polifonia e em que parte da música o baixo se afasta das vozes?” é a pergunta. James ri, e o apresentador pergunta se ele saberia respondê-la. James, então, diz em tom de brincadeira “Hm, deixa eu ver… a polifonia, o baixo… Não faço ideia!”. Ambos riem e James afirma que adorou saber sobre essa pergunta.

Por fim, ambos conversam sobre o festival que o cantor de “Us” participará, chamado Lowlands. James se diz ansioso por participar dele e conclui afirmando que, além dos festivais, voltará fazer shows solo também.

A entrevista completa pode ser assistida (apenas em inglês), aqui.

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18
/01/

James Bay fala sobre relação especial com Montreal, Electric Light, Coldplay e Paul Epworth.

Em Abril do ano passado, James Bay conversou com os apresentadores do programa televisivo australiano The Project. Lá, ele contou um pouquinho mais sobre porque estava na hora de mudar de visual, seu álbum mais recente, Electric Light, e como ele se sente em fazer shows para estranhos que estão assistindo por chamada de vídeo.

A entrevista começa com as famosas perguntas sobre o cabelo e novo visual de James. O cantor e compositor britânico responde, dizendo que era hora de evoluir e explica que seu look antigo (chapéu e cabelos longos) era intencional, para criar uma “marca”, tanto que ele já o mantinha mesmo antes de conhecer e assinar com sua gravadora. Por isso, “mudar e evoluir” foi tão intencional quanto, e necessário.

Como em oportunidades anteriores, ele explica que quando concluiu suas faixas mais recentes, percebeu que elas não eram músicas para o cara dos cabelos longos e chapéu, mas sim para alguém novo, alguém diferente, e que por isso mudou.

James então é questionado se ele não sente que isso é “perigoso”, se ele não se sente nervoso por encarar o mundo nesta nova fase, já que as pessoas gostavam muito do que ele fazia.

“Com certeza, mas é preciso que haja esse tipo de coisa. Senão não parece algo que valha a pena, algo importante. Precisa ser empolgante e assustador, algo diferente e algo novo. Algumas pessoas me disseram ‘Eu adoro suas músicas novas, adoro o que você está fazendo. Não é o que eu esperava’, e eu penso ‘é claro, se eu fizesse o que você esperava, isso não seria super sem graça?” E por essa razão e muitas outras, que estou bastante animado com as novas músicas que fiz” – é a resposta de James.

Em seguida, James fala sobre as férias que deveria ter entre um álbum e outro, nas acabou não tendo. Ele conta que no final de 2016 foi para casa e passou as festas com a família, mas que no dia 2 de janeiro de 2017 olhou seu caderno de anotações e ele estava vazio. “Aquilo me apavorou” – conta Bay, que começou a trabalhar logo em seguida e na metade de 2017 já tinha todas as músicas prontas. “É preciso um pouco de sorte com essas coisas, mas no meio de 2017 eu já tinha todas as músicas prontas, então passei o restante de 2017 apenas apurando os sons e dando os últimos retoques” – conta James.

A próxima pergunta é sobre quando James foi “descoberto” e começou a fazer sucesso. Ele conta que vários degraus precisam ser subidos para que você chegue a um certo patamar. O primeiro deles foi assinar com uma gravadora, a gravadora certa entre 2012/2013, ser reconhecido pelo BRIT Awards, e que tudo isso o levou a outro degrau mais alto, que foi ser convidado por Taylor Swift para abrir seus shows, experiência a qual ele diz ter sido fantástica.

Em um momento de descontração, James diz está adorando estar no programa e que espera que eles “não o levem a mal”, mas que ele não consegue esquecer o fato de que, enquanto estava no avião chegando para a entrevista com o The Project, simultaneamente acontecia um show da Beyoncé. Então, um dos apresentadores brinca com ele e diz “Você está dizendo que preferia estar no show da Beyoncé do que aqui, James Bay?”, todos riem e um dos apresentadores responde “Eu também”, a risada toma conta de todos os presentes no estúdio mais uma vez.

O The Project pergunta a Bay se ele já viu alguém chorando na plateia enquanto assistia à sua apresentação, ele responde que sim, que isso é algo raro mas especial quando acontece. No entanto, o cantor afirma que “o que é estranho mesmo é estar tocando e do nada ver alguém fazendo uma chamada de vídeo e, a pessoa do outro lado do telefone, estar deitada na cama, de cueca, assistindo ao seu show”.

Um dos apresentadores brinca “fui eu James, mas foi só uma vez”, todos riem e nesse momento James continua, brincando: “É muito esquisito, a pessoa mostra o telefone como se quisesse dizer ‘meu amigo também está assistindo’ e eu fico tipo ‘tá bom cara, eu só quero fazer o meu show, eu estou tentando emocionar pessoas aqui’.

Para assistir à entrevista original, clique aqui.

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18
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James fala sobre influências para Electric Light e parceria dos sonhos ao ATL 92.9.

Em abril de 2018, James Bay cedeu uma entrevista bem descontraída e divertida a Amy Brooks, que integra a equipe da ALT 92.9, conhecida rádio americana, com sede em Boston.

James aparece trajando seu icônico macacão temático do filme Os Caça-Fantasmas, ele conta que o encontrou em L.A. e que o vendedor da loja disse que este é o original do filme (apesar do próprio James dizer que não tem certeza, já que conseguiu comprá-lo pela bagatela de 30 dólares). Ainda falando sobre seu visual, Amy pergunta a James sobre o porquê de as pessoas estranharem tanto sua nova aparência, ambos riem e chegam à conclusão de que não têm ideia do motivo. James complementa, explicando mais uma vez que decidiu mudar de aparência porque quando ouviu o resultado final de “Wild Love” ela não parecia combinar com o cara dos cabelos longos e chapéu, e que ele enquanto artista precisa estar se renovando sempre, “não faz sentido reciclar material antigo” ele conclui.

 Mais uma vez, James comenta sobre as grandes artistas que o inspiraram a compor o Electric Light. Ele diz que começou ouvindo aos artistas que estava acostumado e gostava, como Michael Jackson e The Strokes, mas que sentiu a necessidade de mudar, pois ele estava estagnado em seu processo criativo já que seus antigos ídolos não o inspiravam mais como antes. Então ele expandiu seus horizontes e começou a ouvir mais de Frank Ocean, Lorde, LCD Soundsystem e isso automaticamente acabou sendo refletido em seu trabalho.

James comenta ainda sobre as respostas positivas que teve com o segundo álbum, mais especificamente com a música Pink Lemonade, dizendo que algo incrível aconteceu no Outside Lands em São Francisco. James ficou impressionado, pois nesse festival, eles deveriam tocar por volta das 18:30h, contudo, precisavam viajar no mesmo dia para a Austrália e a única forma de fazer isso era adiantando seu vôo. Assim sendo, precisou passar seu set para as 14:30h, o que o desanimou um pouco, já que este é considerado um horário ruim em festivais, ainda mais para quem não está tocando no palco principal. Mas, na hora do show, ele disse que ficou abismado com a quantidade de pessoas: em média 3.000, que cantavam o mais alto que podiam, com ele, todas as suas músicas, em especial “Let It Go”. Meses mais tarde, ele conta que descobriu que, o público daquele dia não foi de 3.000 pessoas e sim de 20.000, espalhadas até pela lateral do palco. “Foi um momento incrível” – ele admite.

Alguns minutos depois, Amy pergunta a Bay qual a diferença, para ele, entre tocar no Reino Unido e nos E.U.A. Ele responde que só existe uma diferença crucial entre tocar em Los Angeles, Nova York e Londres: “Esses três lugares são sempre as “capitais” dos festivais e shows, então, em toda turnê você fará show lá. Mas quando você toca em Boston ou Manchester, eles estão muito mais animados, porque é mais difícil shows nessas cidades, ou pelo menos, é isso que sinto do palco” diz ele. Bay continua dizendo que um dos seus lugares favoritos de se apresentar é Boston, pois lá sempre tem uma energia impressionante e que não se encontra em lugar algum.

Bay e Amy conversam ainda, brevemente, sobre lugares em que os shows não são animados, mas ele não revela muitos detalhes sobre esses locais, apenas brinca “Existem alguns shows em que você fica tipo ‘você não precisa se sentar…'”

“Se você pudesse escolher qualquer pessoa com a qual ainda não tocou, quem escolheria?” foi a pergunta seguinte, que James respondeu com uma velocidade e certeza incomparáveis “Dave Grohl” e, então, completou “ou Beyoncé, quem não escolheria a Beyoncé?”

A entrevista é encerrada com um breve bate-papo sobre a agenda de shows de James para o verão, e, eles relembram juntos, que James participará de um mesmo festival que se apresentou em 2016. James brinca dizendo que “esse festival acontece por mais tempo do que deveria”, e revela que, na maioria dos lugares, os membros da banda compram blusas nas cidades que mais gostam, porém, acabam nunca usam no palco por ser muito calor. Só que em Boston “cada um pode usar, pelo menos, duas de suas blusas favoritas”, já que costuma fazer muito frio. Amy entra na brincadeira, dizendo que espera que esteja um pouco mais quente neste ano, já que eles tocarão em Setembro.

O vídeo da entrevista sem legenda você assiste aqui.

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03
/10/

James Bay bate um papo com a Bandwagon Asia sobre Electric Light, confira:

Em julho deste ano, rolou em Jakarta, na Indonésia, o festival We The Fest. A Bandwagon Asia aproveitou a oportunidade para bater um papo com James Bay nos bastidores do evento,  foram quatro perguntas envolvendo o Electric Light e as preferências musicais de James, o resultado você encontra embaixo:

Bandwagon: Seu novo álbum foi lançado há alguns meses, como você se sente em saber que ele está disponível para todo o mundo?

James Bay: Dá uma grande sensação de alívio e empolgação, lançar as músicas e deixar que as pessoas as digiram, o que demora um pouco. E agora, eu estou em uma fase onde posso tocar essas músicas ao vivo e todos as conhecem, o que é maravilhoso, muito legal. Então, é incrível que elas finalmente tenham sido lançadas. Foi um processo intenso, bem como deve ser, e eu gostei muito que tenha sido assim. Meu primeiro álbum, Chaos and The Calm, teve, no geral, uma recepção muito boa; por isso, eu me senti muito pressionado. Eu queria amar minhas novas músicas, tanto quanto ou até mais que as do Chaos and The Calm. Eu senti que tinha uma ideia melhor do que queria fazer musicalmente, e isso se deve ao fato de ter tocado ao vivo também. Mas eu estou muito empolgado com as músicas novas, preciso dizer, eu as adoro. 

Bandwagon: Como você sabe que gosta de uma música?

James Bay: É preciso prática, chegar em um ponto onde você é bom em entender e aceitar que gosta de uma música ou algo que criou. Porque no começo, você só quer conseguir criar e dizer: “eu fiz isso”. É um pensamento e experiência totalmente diferentes de chegar no ponto onde você pode dizer: “dá uma olhada nisso, eu acho que é brilhante”, o que é uma grande diferença. Você precisa aprender a descobrir o que realmente gosta, e ser bem sincero consigo mesmo, e eu ainda estou aprendendo a fazer isso. Demora, sabe, demora muito, mas eu acho que estou chegando lá, e com certeza cheguei com ‘Electric Light‘. Com ele, eu cheguei rapidamente na fase em que estava soando como gostaria e fazendo o que queria ouvir, então estou bem satisfeito com o álbum. 

Bandwagon: Qual foi sua inspiração ao fazer este álbum?

James Bay: Para mim foi uma lista grande de pessoas, teve David Bowie, Prince, Blondie, The Strokes, Frank Ocean, LCD Sound System, dentre vários outros artistas. E então ao mesmo tempo, outra coisa que eu queria colocar nestas músicas era a energia que tenho quando me apresento ao vivo. Eu não queria fazer um álbum ao vivo, mas queria capturar essa energia imediata [que recebo em shows]. Por isso, eu não perdi tempo gravando minha voz 15 vezes em cada música, eu gravei duas ou três no máximo e, na maioria das vezes, usamos a primeira ou a segunda, porque pareciam mais verdadeiras, mais reais. E esse foi um processo completamente diferente para mim, em relação ao primeiro álbum, eu não era bom nisso, nele. Eu mudava cada palavra, e mudava mais uma vez, eu cantava tudo de novo… Desta vez, foi tudo de primeira ou segunda, e eu gostei muito disso, foi libertador.

Bandwagon: Quem mais te ajudou a fazer este álbum?

James Bay: Para chegar naquele espaço e me sentir mais livre e tranquilo em relação às regravações, foi Jon Green, que é meu amigo há muito tempo e com quem eu escrevi este álbum inteiro, exceto uma música. Ele é um excelente produtor, compositor e músico, eu aprendi tanto com ele ao longo dos anos! Ele é muito bom em fazer as coisas calmamente, apenas tentando ser “musical” e não pensar demais sobre o assunto, ele me ajudou muito com isso. E então nós fomos convidados por um produtor muito famoso, Paul Epworth, para irmos ao seu estúdio. Ele era fã da música que estávamos fazendo para este álbum, ele ouviu alguns dos primeiros demos e nos ajudou a progredir aquele som, nos apresentou a elementos que inicialmente eu não tinha muita certeza [que funcionariam], é meio difícil para eu descrever, porque ele estava lá, em sua mesa de mixagem, e ele sabe muito sobre como utilizá-la e sons sintetizados. Eu amei o resultado que ele estava obtendo, havia alguns sintetizadores muito atmosféricos, que geravam sons diferentes por todo o álbum. Eu não tenho muita certeza como ele fazia isso, isso faz parte da mágica e genialidade de Paul Epworth, ele conhece todos esses inúmeros movimentos e truques com diversos sintetizadores e equalizadores em sua mesa, que alguém [leigo] como eu não sabe nada sobre. Então, foi fascinante simplesmente ficar sentado, relaxado e curtindo, ele realmente realmente trouxe aquele elemento que foi a quarta dimensão da música, ele proporcionou isso de uma forma muito significativa.

A entrevista, sem legenda, você confere clicando aqui.

19
/09/

James Bay diz que foi influenciado por Justin Bieber e que já começou a escrever para o próximo álbum.

Durante a passagem de James Bay na Indonésia, a entrevistadora da rádio Heatwave conversou com o músico para falar sobre seu novo álbum e sobre os planos para o futuro.

Para começar, a entrevistadora fala que a música de James sofreu uma grande mudança desde de seu primeiro álbum, Chaos And The Calm, até o segundo, Electric Light. Ao responder, Bay afirma não ser o tipo de artista que sempre se inspira nos mesmos músicos e que seu propósito é mudar sempre que necessário: “A maior influência foi uma coleção de artistas que não inspiraram meu primeiro álbum. No meu primeiro álbum, eu escutei muito Kings Of Leon, muito Ryan Adams, Ray LaMontagne e músicas antigas como Carole King. Nenhum desses artistas inspiraram meu segundo álbum. A maior influência do segundo foram pessoas como David Bowie, Prince, Lorde, Frank Ocean, e a outra coisa temática que inspirou o segundo álbum foi a união, o ato de estar junto com as pessoas, como oposto de estar dividido.”

Depois disso, a entrevistadora contou que sua música preferida do álbum é “In My Head“, faixa que separa os dois momentos do álbum. James comentou que foi uma música muito legal de se fazer e que a música “Where Are Ü Now” do Jack U e Justin Bieber o inspirou: “Nessa faixa há muitos sons diferentes, também tem um pouco de auto-tune, que é algo que nunca havia usado antes. Alguns artistas usam o auto-tune como instrumento e foi o que eu quis fazer também. Há uma música do Justin Bieber que me inspirou a fazer isso.”

Houve também, indícios de que James Bay já está trabalhando no próximo álbum: “Já comecei a escrever para o próximo álbum. Não está claro como irá soar, então não tenho muito o que te falar, mas sei que será em torno da minha voz e guitarra, porque grande parte de mim como artista, é a guitarra. Estou ansioso para descobrir.”

A entrevistadora aproveitou também para fazer uma brincadeira e tentou prever o futuro de Bay, como por exemplo, seu próximo corte de cabelo para o próximo álbum.

O resultado foi o seguinte: James Bay raspará o cabelo, usará uma camiseta polo rosa com chinelos e terá uma mochila do pokémon charmander como acessório. 

A entrevista, sem legenda, você confere clicando aqui.

 

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12
/09/

LADYGUNN: James Bay conta sobre a pressão do segundo álbum e qual seu objetivo na música.

Saiu nessa quarta-feira, a nova edição da revista digital da LadyGunn e nela, há um pequeno artigo, escrito pela Erica Hawkins, sobre a pressão que James Bay sofreu por causa da mudança de estilo que teve em seu segundo álbum e conta qual seu verdadeiro objetivo na música.

Confira a entrevista traduzida pela nossa equipe logo abaixo:

“Sou um pouco esquisito, mas eu meio que – isso vai soar estranho – mas eu meio que abraço minha própria honestidade nas coisas. Quem não sente pressão sob si mesmo? Mas para mim, pressão é importante. Sentir ansiedade é importante. Ter esse sentimento e curiosidade sobre o que as pessoas dizem sobre você também é importante. Seria uma droga se ninguém se importasse. Então, se eles falam algo sobre mim – seja bom ou ruim – é importante.”

Essa é a resposta de James Bay sobre a antecipação, pressão e alegria em torno do seu segundo álbum, Electric Light, que saiu em maio. Eu sei o que você está pensando e sei que está certo. Ele pode ser alto e inteligente, mas o cantor e compositor inglês está bem ciente de todos esses comentários “maldosos” e se inclina para a auto depreciação, mesmo recebendo muitos elogios.

Ele me lembra de um garoto esperto e foto da escola primaria – que não tem noção das paixões que acumula porque está ocupado demais lendo e relendo as páginas de seus livros preferidos e que não confia muito em sua aparência, – veja Bay, assim como sua música, você é encantador e atraente, sendo com cabelo grande ou com cabelos curtos.

Seu álbum de estreia, Chaos and the Calm, recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Rock , e seu single “Hold Back the River” recebeu uma indicação de Melhor Canção Rock e também lhe rendeu uma nomeação como Melhor Novo Artista. Mas Bay, três anos depois, ficou mais do que feliz em abraçar todos os aspectos do nascimento de um novo álbum, usando uma energia diferente para impulsionar-se em uma nova direção. “Essa é a coisa estranha sobre mim: eu gosto desse sentimento de mudança. Havia muita tensão, pressão e ansiedade sob todas essas coisas novas, mas eu amo isso porque também amo a música que eu faço… E se não amasse, talvez não teria feito. Por mais estranho que isso possa soar.” Bay decidiu em 2016 que estava pronto para parar de fazer turnês e voltar para o estúdio: “eu senti o ardente desejo de escrever novamente. Desesperado é a palavra certa. Eu estava desesperado, animado e ansioso para escrever e ter um material novo.“.

O processo lírico após o sucesso de seu primeiro álbum não foi fácil, mas Bay não esperava que fosse. “Nada faz com que escrever uma música seja fácil, nada disso é fácil, e eu acho que é obviamente por isso que é tão especial ou tão mágico. Estranhamente dizendo, eu me aprofundei muito mais nesse segundo álbum do que no primeiro.”.

São histórias humanas que estão no centro do trabalho de James Bay, sendo elas interações românticas ou não. Todas elas têm o objetivo de afetar quem ouve. “A arte existe para mover as pessoas. Você pode dançar, chorar e até mesmo beijar alguém enquanto ouve música. Meu objetivo é mover as pessoas. E eu espero que isso aconteça sempre.“.

 

 

Fonte l Traduzido e adaptado pela equipe James Bay Brasil. Não copie ou reproduza sem os créditos!

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21
/06/

James Bay dá show em abertura para a banda The Rolling Stones.

James Bay foi um dos cantores convidados para abrir o último dia de show da nova turnê do The Rolling Stones, intitulada “No Filter” por Londres. Ele teve a honra de tocar no estádio Twickenham, na última Terça-Feira (19/05), na qual fez um show de abertura muito elogiado pelos fãs da banda que não o conheciam.

James Bay já comentou que seu pai também era obcecado pela banda e que já foi a 20 vezes ao Wembley Stadium para assistir os Stones. A banda de apoio de James acreditaram estar em um sonho. Não é por menos, né?!

O ápice da noite foi quando Mick Jagger o convidou para cantar “Beast of Burden” juntos. Confira fotos e vídeos desse momento:

No Filter Tour > The Rolling Stones & James Bay > Álbum

James ficou tão feliz com a repercussão que minutos depois do show postou em seu Twitter: “Essa banda provavelmente formou o meu jeito de fazer música e performar mais do que qualquer outra. A paixão e energia deles no palco é tão inspiradora. Não consigo acreditar que ontem foi real.”

James Bay também deu uma entrevista nos bastidores, minutos antes de entrar no palco e comentou que não imaginava um momento tão especial em sua vida desde então. Confira a entrevista legendada abaixo:

Vale lembrar que em 2015, James conheceu Ronnie Wood (guitarrista da banda) em uma premiação e o convidou para tocar em um show da Chaos And The Calm Tour. Veja o vídeo:

 

James não cansa de nos orgulhar, né? 😉

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01
/06/

O rockeiro dos pés cheirosos.

No dia 25 do mês passado, James Bay foi entrevistado pela NME Magazine e contou a Dan Stubbs um pouco mais sobre sua carreira, sua cidade natal e seu irmão, Alex Francis. Além de, claro, comentar sobre suas inspirações musicais e um dos assuntos mais polêmicos de toda a sua carreira: seu novo visual.

A matéria começa com James dizendo que “é uma benção ter um lugar tranquilo como aquele [seu quarto de hotel]”, em seguida, ele anuncia que vai tirar seus sapatos e que Dan nada deve temer pois seus “pés são cheirosos”.

Nesse clima descontraído, somos informados por Stubbs que James faz parte do clube de “Artistas Que São Muito Mais Relevantes Do Que Você Pensa Mas Que Ninguém Sabe Muita Coisa Sobre Eles” e que George Ezra é seu vice-presidente.

Em seguida, o cantor de Electric Light comenta a forte influência que o single Ultralight Beam do álbum The Life of Pablo de Kanye West exerceu em seu trabalho. Ele compartilha ainda a grande importância que seu amigo, John Green, teve no álbum e que todas as vozes nele eram suas, de John ou dos dois juntos.

James conta também como entrou em contato e convenceu Natalia Dyer, a Nancy de Stranger Things, a participar de seu clipe “Wild Love”:

“Bastou a coisa mais humana de todas: pegar o telefone. ‘Oi Natalia. Eu sou o James, você talvez não saiba quem eu sou, mas eu tenho uma nova música sendo lançada, eu a enviarei à você e adoraria saber o que você achou dela, se você gostar, toparia estar em seu clipe?”

Ainda sobre Stranger Things, James revela que se fosse um personagem da série, seria Lucas ou Will ou, mais provavelmente, o irmão mais velho de Will, já que ele é o “nerd da música e um pouco introvertido”.

No assunto “conte-me mais sobre você” James diz que vive atualmente em Islington, mas que vem de Hitchin, e que lá é um local muito seguro, onde se é muito fácil viver e crescer. Nesse momento, ele também fala um pouco sobre sua adolescência, que chegou a participar de uma banda com seu irmão, Alex Francis e um amigo, a quem ele se refere apenas como Tom.

Pouco tempo depois, ele decidiu que o melhor caminho era uma carreira solo e, enquanto seu irmão e amigos se encontravam com frequência em pubs, James preferia ficar em casa fazendo o que mais gostava: tocando guitarra. Mais tarde, James começaria a tocar pelas ruas de Brighton, onde estudava, e em Londres em noites de Open Mic.

Quanto perguntado se Alex gosta do sucesso de James, ele responde “Nós nos encontramos o tempo todo, moramos próximos um do outro, então essa é realmente uma boa pergunta. Esta é a melhor resposta que posso te dar. Ele está orgulhoso. Eu sei que está orgulhoso. Ele aparece de vez em quando [nos shows], também é cantor. Ele canta com os backing vocals algumas vezes, o que têm sido divertido para ele, poder ver tudo dos bastidores.”

“Como você se sentiu quando percebeu pela primeira vez, que tinha fãs?” – é a próxima pergunta e Bay não titubeia – “Louco. Maravilhoso, espetacular. Muito muito legal. De repente você tem… Digo é todo uma sensação de propósito, você de repente percebe que tem um.”

E então, o momento mais aguardado por todos os entrevistadores e temido por James chega: a infame pergunta sobre o cabelo. James leva na boa e conta que recentemente, em uma entrevista nos Estados Unidos, um repórter lhe disse: “Por favor, não me diga que eu fui a única pessoa que não perguntou sobre o seu cabelo”, ele diz que sua resposta foi “só notei agora mas sim, foi” e que, então, ele o abraçou.

Dando continuidade ao tema, o cantor de Hold Back The River, diz que tudo o que faz é proposital, que quando começou a usar o chapéu, há muitos e muitos anos, foi com a intenção de que, talvez um dia, este se tornasse uma marca, que o identificasse, mas que, da mesma forma que surgiu com esse intuito, ele também poderia sumir a qualquer momento.

E, como esperado, a entrevista termina de forma tão bem humorada quanto começou, acompanhe seu trecho final:

“A entrevista termina de forma calorosa, mas com um aperto de mão e não abraço, quando a NME se dispede de Bay em seu hotel.

“Apenas jornalistas que resistem e não perguntam sobre o chapéu ganham abraço.” ele diz.

Aqui está mais uma coisa sobre James Bay: ele é mais engraçado do que você pensa. Tiramos o chapéu para ele.”

Já sabem né baes? Se esbarrarem com o James por aí, nada de mencionar o chapéu!

Confira o ensaio feito para a entrevista:

Photoshoots > Meet The New James Bay > Álbum

A matéria completa você acessa clicando aqui.

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01
/06/

James Bay sobre seu cabelo em entrevista à revista Half&Half.

No último dia 16, foi publicada uma entrevista cedida por James Bay à revista americana Half&Half. Em uma conversa com Sam Keeler e Jaycee Rockhold, Bay fala sobre seu cabelo, sobre suas fases enquanto artista e suas opiniões sobre a desigualdade no mundo da música.

O bate-papo começa tendo como tema o “hiatus” de Bay e o artista comenta como esse conceito vem mudando ao longo dos anos “É interessante. Você não pode se afastar, principalmente no mundo da música pop, por cinco minutos sem que pareça que se afastou por um ano, e eu me afastei por um ano. Acho que foi mesmo um hiatus, mas, quando ouço minhas bandas preferidas dizendo que estão em hiatus, isso geralmente significa cinco, dez anos. Eu entendo que estamos nesse momento da música onde você tem que estar visível, trabalhando, em turnê, fazendo campanha, tudo isso enquanto escreve e cria [coisas novas]. Basicamente você não pode se afastar um pouco sem dizerem que está em “hiatus”. […]. Eu faço tanto parte dessa geração que não posso discordar disso. […] porque eu mesmo entendo que o negócio agora, é estar fazendo shows e escrevendo coisas novas que vão animar todo mundo, entende?”

Sobre este assunto, James comenta ainda a importância que “se afastar de tudo” teve para ele, pois só assim conseguiu compôr e montar seu novo álbum. Ele teve dificuldade para escrever músicas novas enquanto estava na estrada e precisava de um tempo fora dos holofotes para reunir suas ideias e organizá-las da melhor forma possível, tanto que, ele acreditava que ficaria até mais tempo sem fazer shows.

“Dois dias após o término da turnê [Chaos and The Calm], eu fui inundado por ideias novas” – conta Bay, esclarecendo ainda, que todas as músicas de Electric Light já estavam finalizadas em Março. De Abril em diante, foram apenas toques finais.

Quando perguntado sobre a diferença da sonoridade deste álbum em relação ao primeiro e sobre suas influências musicais atualmente, James conta que se apaixonou pelo som dos sintetizadores e sabia que tinha incluí-los, bem como uma bateria elétrica, em suas novas músicas. Ele se diz essencialmente um guitarrista e que isso pode ser percebido em 99% de suas músicas mas que, neste álbum, sentiu também a necessidade de explorar sons novos.

Sobre suas influências musicais, Bay diz que sempre ouviu Prince, Frank Ocean, David Bowie, mas que nunca comentou sobre eles antes e que, por isso, as pessoas se surpreenderam quando perceberam o quanto Electric Light foi influenciado por esses artistas. Essa surpresa era justamente a meta de James, que conclui dizendo que gosta de empolgar e chocar as pessoas.

No meio da entrevista, o cantor/compositor de Pink Lemonade conta ainda que pretende atrair novos fãs bem como manter os antigos, com seu novo trabalho, e que os fãs podem esperar coisas diferentes em seus shows ao vivo. Ele comenta ainda que a desigualdade de gênero no mundo da música é algo realmente indesculpável e que, é um dever de todos, mudar essa realidade.

Ao ser perguntado sobre “O que James gostaria que perguntassem a ele, mas ninguém perguntou“, o cantor avisa que sua resposta será o contrário, que ele dirá o que não gostaria mais de ser perguntado: “Quando as pessoas querem falar sobre meu corte de cabelo ou sobre eu ter parado de usar chapéu, muitas delas dizem “desculpa perguntar isso, mas eu preciso”. E então perguntam “por que você cortou o cabelo?” Eu só queria saber por que elas se desculpam. Eu quero saber porque elas acham que têm que perguntar isso. A última pessoa que me fez essa pergunta, disse que estava fazendo porque todo mundo faz. Eu penso assim: Por que você tem que perguntar se todo mundo já pergunta? Você está fazendo a mesma pergunta chata e repetitiva. E toda vez eles percebem que terão uma resposta entediante.” – responde Bay

Por fim, James afirma estar em sua fase “diferente e evoluída“, e que se vê em constante estado de evolução e transformação, tanto que acredita que, na próxima vez que lançar algum material novo, mudará algo novamente.

Confira o ensaio feito para a matéria logo abaixo:

Photoshoots > Half&Half > Álbum

 

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