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James Bay Brasil

19
/06/

Conheça a história por trás de Electric Light.

Após pouco mais de um mês desde o lançamento de Electric Light, decidimos fazer um post tentando explicar o que nós, da equipe James Bay Brasil, entendemos sobre o álbum.

No geral, podemos dizer que Electric Light é um relacionamento, ou ao menos, que conta a história de um. Desde a Intro até Slide, a intenção das 14 músicas parece ser a de introduzir o ouvinte a um casal fictício e mostrar o desenrolar da relação: seus desafios, seus momentos felizes, e a “energia eletrizante” que une tudo isso. O enredo e todos os diálogos do álbum foram escritos pelo próprio James Bay.

O álbum começa com uma Intro falada, onde podemos escutar o casal conversando. Dado seu teor, temos a impressão de estar acompanhando a parte final de seu relacionamento, onde ambos já estão desgastados com a situação, mas ainda se gostam. No final da intro, um deles sugere “let’s go back”, o que dá a entender que o ouvinte será levado para um flashback da relação deles, ao início de tudo.

Wasted on Each Other, que não-literalmente significaria algo como “embriagados um no outro”, parece complementar a ideia da Intro: Vemos um relacionamento não muito saudável, que por algum motivo não explicado previamente está deteriorado e faz mais mal do que bem para ambas as partes; mesmo assim, o casal da história não quer admitir que a relação chegou a esse ponto, e por isso, não querem se separar. “Ela” está disposta a recomeçar, “Ele” está confuso sobre seus sentimentos, mas também não parece querer desistir. E assim eles seguem nesse vai e vem, termina e volta, embriagando-se, viciando-se cada vez mais um no outro.

Pink Lemonade parece dar início ao “flashback” e é sobre fuga, sobre negação. É sobre alguém que está inconformado com a vida e o rumo que ela o está levando. “Ele”, o personagem do James, quer escapar disso, mas, ao mesmo tempo, está incerto sobre qual o melhor próximo passo a dar. Pink Lemonade representa aquela vontade de sumir, de fugir de tudo mas, na verdade, não fazer nada a respeito.

Wild Love parece marcar o início do romance dos personagens principais. Parece simbolizar aquele primeiro momento onde você vê alguém e instantaneamente se apaixona por ela(e).  Parece falar também, sobre a capacidade que essa pessoa tem de tornar o relacionamento interessante e “relaxado” todos os dias. Wild Love é sobre se apaixonar totalmente por alguém, sentir uma fúria, um fogo. Que na maioria dos casos é o que você sente na primeira vez, mas no caso dele é algo que ele sente de novo e de novo. Depois de viajar tanto tempo em turnê, ver tantas pessoas, James voltou para casa pra ver essa pessoa dele [a que ele sente esse “Wild Love”] e ele pôde sentir toda essa euforia de novo e foi incrível voltar pra companhia dessa pessoa. No clipe, podemos ver o uso de várias borboletas tanto em volta do James quanto de Natalia Dyer (seu par romântico no clipe), que também reforçam essa ideia de liberdade, criatividade e de que “há algo de especial” nos personagens, que os diferenciam do resto.

Us simboliza o famoso “problemas no paraíso”, é aqui que aparentemente o casal-protagonista tem seu primeiro desentendimento. O personagem de James está chateado com a situação, mas quer dar uma nova chance ao relacionamento, quer consertar tudo e ficar de bem com sua amada. O sentido da música de uma forma geral, parece ter estreita relação também com a importância de aceitar a dor. No clipe, por exemplo, o personagem interpretado por Bay acredita que somente ele passa por uma situação difícil, o que é exemplificado por ele passar a maior parte do clipe sozinho em uma sala. Ao mesmo tempo que isso ocorre, vemos em paralelo outras cenas, com outros personagens, e, em cada uma delas, pessoas mostrando formas diferentes de aceitar a dor. Na conclusão do clipe, é como se “Ele” descobrisse que não está sozinho e que todo mundo passa por essas situações, tanto em relacionamentos, como em outros casos e que, quando estamos com alguém, seja parceiro ou amigos, você percebe o quão forte é a força do amor. Isso o faz seguir em frente e “tentar mais uma vez” salvar seu relacionamento.

In My Head é como se o personagem de James (“Ele”) estivesse tentando fazer as pazes com sua amada (“Ela”), a impressão que temos é de que esta música representa aquela típica cena de filme de comédia romântica, onde o mocinho larga tudo o que está fazendo, corre para a casa da heroína e faz um grande gesto romântico para provar seu amor por ela. É o clássico “eu estou errado e sei disso, mas eu te amo, por favor, me perdoe.”

O Interlude parece complementar essa ideia de In My Head, a suposta ida do “Ele” à casa dela e uma possível conversa entre eles. É o resultado da música anterior.

Just for Tonight, parece representar mais uma tentativa do “Ele” para que o relacionamento dê certo. Aqui, o personagem “Ele” propõe à “Ela” que, apenas por aquela noite, eles esqueçam tudo de ruim que se passou, todos os problemas, e tudo ao redor, e que tentem aproveitar a companhia um do outro, que tentem lembrar as coisas boas que os uniu em primeiro lugar.

Wanderlust se passa em uma fase mais tranquila do relacionamento. É James reafirmando mais uma vez seu amor pela amada e tentando se desculpar pelo que fez, pelas vezes que deveria ligar para “Ela” e não ligou, pelas vezes que esteve em sua porta mas não bateu. A palavra Wanderlust aqui parece ter um significado além do “grande impulso por viagens” normal, aqui parece ir além e significar algo como impulsividade, como querer fazer o que é certo mas não conseguir por causa da impulsividade.

Em I Found You o personagem principal basicamente diz que apesar dos vários problemas que ele enfrenta, tudo está bem, pois ele encontrou “Ela”. Aqui a crise parece ter cessado.

Sugar Drunk High e Stand Up têm significados muito parecidos e são ambas diretamente ligadas: nas duas, James fala sobre a inocência, a imaturidade que o casal tinha ao conduzir o relacionamento. Elas representam uma reflexão, um balanço geral sobre tudo o que se passou entre eles.

Fade Out relata o ápice do relacionamento, o pico dos problemas. Aqui, “Ela” já não atende mais suas ligações, deixa “Ele” no vácuo, promete e não cumpre e até esquece seu nome. O personagem “Ele” perde a paciência e esperança de vez no relacionamento e decide pôr um fim a tudo.

Em Slide o inevitável acontece: o casal se separa. Eles tentaram de toda forma que foi possível ficar juntos, mas não conseguiram. Slide é a mais dura observação da realidade no álbum, que diz que nós tentamos o nosso melhor e todos nós nos adoramos uma vez ou outra em nossas vidas, mas nada é perfeito. E agora, cada um começa a seguir um caminho diferente. É uma música bem realista, sobre o fim de muitos relacionamentos.

O álbum em si, de acordo com James Bay, mostra o outro lado dele que não conhecíamos, em Chaos And The Calm, por exemplo, ele mostrava um lado totalmente romântico e perfeito de um relacionamento. Nesse álbum, James explorou a importância da comunicação entre os seres humanos.

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17
/06/

Relato de fã brasileira que estava no show do James Bay, no Bergenfest.

Uma fã brasileira do James Bay teve a sorte de ir ao show dele no festival Bergenfest que ocorreu ontem (16) na Noruega. Cris Massuyama (@crislumi) fez um relato exclusivo sobre o show para o James Bay Brasil. Confira:

Ouvi James Bay pela primeira vez há uns dois anos, com “Hold Back The River“, quando eu participava do coral da Cultura Inglesa. De lá para cá conheci melhor o trabalho dele e fiquei viciada no novo disco. Como já tinha viagem marcada para Europa desde o começo do ano, fiz uns ajustes de datas para tentar pegar a turnê do “Electric Light” e deu certo!

Fui parar em Bergen, segunda maior cidade da Noruega, mas que tem apenas cerca de 300 mil habitantes. Um charme! O Bergenfest é um festival com alguns grandes artistas, mas de porte pequeno – atrai um público médio de 8 mil pessoas.

James já tinha feito um show em outra cidade da Noruega no dia anterior, além de uma apresentação na Suécia dois dias antes. Isso sem contar Alemanha e Holanda no começo da semana. Haja fôlego! Mas ele entrou no palco firme, com “Pink Lemonade“. Confesso que deu aquela apertadinha no coração – como é um festival, com tempo certinho pra começar e acabar e sem bis, já achei que ele tinha reduzido o setlist e cortado “Wasted on Each Other“, que tem aberto os shows… Mas rolou um pouco depois! Ufa! Aí, já fica a dica para os fãs: se quiserem investir em ver um show fora, os festivais são incríveis, mas o repertório nunca é completinho.

De volta ao show: apesar de ter uma boa parcela de público pop, o James tenta manter uma postura rocker no palco, valoriza a guitarra, pede pro público cantar alto toda hora… E, pelos vídeos de shows antigos que já vi, ele parece ter chegado a uma performance de palco mais ousada, agora com o novo momento da carreira (não vou falar do cabelo, não vou falar do cabelo!). rs

Mas os noruegueses são um tanto calmos. O lado bom de tanta tranquilidade: a grade do show estava sem tumultos. No Brasil, com certeza o clima seria outro, bem mais vibrante, e aí o James iria se esbaldar com o público – tá demorando, rapaz!

Quanto ao repertório, ele tocou muita coisa nova, como “Wanderlust” e “Sugar Drunk High“, mas não deixou de fora “Craving” nem “When We Were On Fire” (amém, Nossa Senhora dos Festivais!). Aliás, foi mais ou menos nessa hora que reparei nas costas da camiseta branca dele: “She fucking shreds“, um frase rocker-feminista!

Just For Tonight” nasceu pra ser tocada ao vivo. “Let it Go” levantou o público. E, mesmo sem bis, a penúltima foi “The Best“, de Bonnie Tyler, eternizada na voz da Tina Turner. Ele fechou a noite com “Hold Back The River“. O visual pode estar mais elaborado, mas o som segue eficiente, sem muitas firulas e funciona ao vivo.

Confira algumas fotos tiradas pelo fotografo Robin Boe e pela Cris:

(16/06) Bergen, Noruega

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18
/05/

Lançamento de Electric Light e Primeiras Impressões Pelo Mundo.

E o dia que tanto esperávamos chegou: Eletric Light, novo álbum de James Bay, já  está disponível em várias plataformas digitais e lojas físicas de todo o mundo.

Em terras tupiniquins o dia começou bem, já que o álbum ocupara a terceira posição das paradas. Poucas horas mais tarde subiu à segunda, e, às 03:20 da manhã, subiu à #1 posição, onde se manteve até a conclusão desta matéria.

Além disso, Eletric Light tornou-se um dos assuntos mais comentados nos Trending Topics do Twitter no Brasil, sendo à 01:10 da manhã, o 10° assunto mais comentado no país.

Ao redor do mundo, o sucesso também é  total, em locais como Reino Unido, Namíbia, Portugal, Grécia, Irlanda, Luxemburgo, Suiça, Singapura, entre outros, Eletric Light já ocupa o topo das paradas.

Mas vamos direto ao que todo mundo quer saber: O álbum é bom mesmo?

De acordo com alguns dos principais críticos musicais do mundo e revistas mais creditadas neste tema, a resposta é basicamente: sim! No site Metacritic, por exemplo, o consenso por enquanto é de 74/100 pontos, o que classifica o álbum como muito bom. Confira um pequeno resumo e tradução das principais críticas até o momento:

Site All Music – Nota 80
“Bay nunca parece querer bajular; ele soa empolgado por ter a chance de fazer o tipo de pop que quer fazer: com várias camadas e gênero flexível, e os ouvintes devem achar essa liberdade encantadora.”

Site Music OMH – Nota 80
“Isso [as partes faladas durante a música] contribui para um álbum sólido, que apresenta essa diferença imediata ao que foi lançado anteriormente, ainda que não se distancie muito do passado de seu criador. Isso certamente não quer dizer que não possa [o álbum] ser apreciado. Electric Light é uma viagem completamente imersiva que mostra que James Bay tem várias ideias transbordando em sua cabeça agora sem chapéu.”

Revista Q Magazine – Nota 80:
“Este novo álbum mostra um desejo admirável por transformação.” [Será publicada em: Junho 2018, p.111]

Site The Independent (UK) – Nota 60:
“Há um pouco da sensualidade do Prince em certas músicas, mas Bay não possui a mesma energia sexual crepitante do Purple One; ele é mais pensativo, introspectivo.”

Revista Mojo – Nota 60:
“Este álbum ambicioso perde sutileza em grandes gestos do tipo de Springsteen, em músicas como Just For Tonight. Bay funciona melhor nas letras com repetições e de “Soul crocante”: Fade Out e Slide. [Será publicada em: Jun 2018, p.95]

Portal RockLine (Brasileiro) – Não deu uma nota, mas publicou uma matéria sobre o álbum, eis um trecho:
“Electric Light” nos apresenta um novo James Bay e é a chance perfeita para você dar uma chance ao músico de apenas 27 anos. Há muito mais em sua criatividade artística do que apenas dois grandes hits.”

Aqui vão alguns avisos e dicas:

Quer ajudar o James a se manter na #1 posição? Nós também! Então corre no Spotify, Deezer, Apple Store, Google Play ou na Regards.com e garanta já seu álbum!

Ajude também nosso querido Bay a divulgar seu trabalho e chegar ao topo dos TT’s mundiais utilizando a hashtag #ElectricLight em suas redes sociais. Compartilhe conosco sua música preferida do Electric Light e o porquê, as respostas mais criativas serão compartilhadas nos nossos stories. 

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08
/08/

TMRW MAGAZINE: James Bay fala sobre linha de roupas e álbum novo.

O cantor e compositor James Bay mostrou sua habilidade na moda e lançou uma linha de roupas em colaboração com a Topman.

Colaborando com uma das maiores linhas de roupas, James Bay desenhou uma coleção que engloba sua marca que ele intitula como uma linha de roupas universal.

“Não é destinado para adultos”, ele explica, “digo, eles são super bem vindos à usar, mas é destinada para nossa geração.”

Ele confessa que teve oportunidade de fazer uma linha de roupa de alta renda, assim como outras pessoas na industria da música, mas ele tende ser fiel à coisas mais simples. “Eu gosto de misturar roupas de alta classe e coisas simples, não vejo problema nenhum.”

Sobre o processo de criação ele conta: “Foi uma coisa diferente e rápido. Fiz com a maior vontade, mas não é tão emocionante quanto escrever uma música, por exemplo. Para mim, música vem em primeiro lugar. Mas de modo geral, moda pode inspirar e influenciar, sabe? Colocar seu coração e alma em uma música é muito diferente, mas tem sido divertido.”

“Eu cheguei a modelar para a Burberry. Eu sempre fui uma pessoa artística, sempre gostei de desenhar e pintar, então isso foi meio que normal para mim. Minha coleção de roupas foi baseada em meu estilo de moda pessoal. As coisas que eu uso no palco são as mesmas que eu uso em casa.”

“Estou muito orgulhoso dos designes que fiz dos casacos. Eu abusei do meu vicio de usar jaquetas” (risos).

Mas para Bay, o que realmente o inspirou nessa coleção?

“Quando tinha 15 anos, The Kooks e Kings Of Leon eram as bandas mais legais do mundo, por assim dizer, e eles se vestiam incrivelmente bem também – eu percebi isso, e foi todo esse tipo de coisa que me inspira no jeito de me vestir.”

Como qualquer outro artista, ele envolveu uma mensagem dentro da coleção que é: Let’s be incomplete.

“A ideia de perfeição ou de estar completo não existe. Isso nem é real. Isso é poético, então vamos abraçá-la. Isso sou eu falando da letra, é a mesma coisa que tem no contexto da música e eu coloquei nas roupas. Me sinto orgulhoso de usá-lo em um sentido alternativo.”

Dado que seu álbum de estreia foi lançado há dois anos atrás, é impossível não perguntar sobre o sucessor de Chaos And The Calm: “Está dando tudo certo, estou animado. Não posso te dizer mais do que isso, por mais que eu queira, acredite. Nós terminamos a turnê em Dezembro e eu tenho gasto todos os meus minutos escrevendo para o próximo álbum. Eu tive e tenho muitos projetos fora da música, mas tudo o que eu quero é fazer coisas novas.”

“Tive ótimos e emocionantes momentos na turnê, porque no final do dia, eu amo cada nota das minhas canções do meu álbum. Elas significam muito para mim. Eu até tive mais ofertas para fazer turnê dele, mas eu disse que precisava parar um pouco. Eu super entendo e aprecio cada ciclo do álbum, mas eles precisam durar no máximo 1 ano e 8 mês e depois irem embora.”

Ele nos prometeu que usará sua linha de roupas quando voltar aos palcos, então só podemos esperar e torcer para que seja logo!

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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25
/07/

RESENHA: Cantor e compositor James Bay recebe diploma honorário em Bedfordshire.

Foi difícil para a Universidade de Bedfordshire segurar a emoção quando o vencedor do BRIT Awards, conhecido como James Bay, recebeu seu prêmio honorário em sua cerimônia de formatura no dia 24 de Julho.

O cantor e compositor de Hitchin, mais conhecido pelo sucesso Hold Back The River, juntou-se aos estudantes no campus do Putteridge Bury, onde foi premiado com um diploma em doutorado por sua excelente contribuição para a industria da música.

Em seu discurso para os formandos, James Bay disse: “Parabéns para todos vocês pelo o que alcançaram hoje – é uma conquista incrível. Sempre siga seu coração e faça coisas que te fazem bem. Tenha a coragem de seguir o seu coração.”

James esteve acompanhado por uma lendas do jornalismo, como Lawrence McGinty e Lyse Doucet.

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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01
/07/

Epiphone Entrevista: James Bay. Confira:

‘Chaos and Calm’ Em Evidência.

James Bay cativou o mundo com o lançamento de seu cd de estreia, Chaos and The Calm, núm.1 nas paradas. Gravado no Blackbird Studios, em Nashville, com o produtor Jacquire King (ganhador do Grammy). O álbum recebeu aclamação global, o que consolidou a reputação de Bay como um talento único e moderno, um incrível compositor e um ótimo guitarrista.

“Minha Epiphone Century 1966 tem estado ao redor do mundo comigo, mas, agora, está envelhecendo, e se tornando mais difícil de ser mantida em turnê”, disse Bay. “Ter minha guitarra exclusiva feita pela Epiphone é algo que eu sonho desde que comecei a usar seus instrumentos, quando era criança. E, agora, esse sonho está se tornando realidade. Eu tive muita sorte em me juntar à Epiphone para criar meu modelo exclusivo Century! Agora, eu tenho uma versão ainda melhor da minha guitarra preferida para levar para a estrada e posso compartilhá-la com o mundo.”

Epiphone.com conversou com Bay sobre sua exclusiva Epiphone Signature “1966” Century, descobrindo a Masterbilt Century Olympic, na sequência de Chaos and the Calm.

EPIPHONE: O que o levou a escolher a sua Century 1966 Vintage e como aquela guitarra define o seu estilo?
JAMES: A Epiphone Century é um modelo antigo que não é feito desde o final dos anos 60, a minha é o modelo de 1966. É uma guitarra bem simples, que não vem com muitas variações de tom, o que é uma das coisas que mais gosto nela. É um instrumento sem pretensões, você tem que torná-lo seu. Para mim, a Century é uma archtop (tipo de violão/guitarra) particularmente legal, porque tem um corpo oco, feito de madeira leve, e com um captador P-90, ao invés de um humbucker (outro tipo de captador). E o cavalete de madeira tudo-em-um é uma variação legal do que geralmente é esperado em uma guitarra tradicional. Essas são as coisas que realmente me levaram a escolhe-lá. Bem como sua corda G diferenciada, ao invés da normal geralmente encontrada em outras guitarras. Isso muda a minha forma de tocar, o que mantém as coisas interessantes e me desafia a tentar diferentes formas de tocar e compor.

EPIPHONE: Você costuma usar apenas uma guitarra na maioria de suas composições ou varia? Como você deixa esse processo “fresco”?
JAMES: Eu escrevi quase todo o meu primeiro CD, Chaos and The Calm, na minha Century. E isso ajudou muito a encaixar todas as peças para mim. Eu compunha e me apresentava com um violão Jumbo até que eu encontrei a Century. A jumbo era ótima mas inegavelmente acústica. Eu queria preservar aquela sonoridade profunda e grave mas fazê-la crescer mais, o que o P-90 na minha Century permitiu. Ultimamente, escrevendo para o meu segundo álbum, eu variei bem mais. Parece certo me distanciar do que se tornou tão familiar, para manter tudo “fresco”. Eu tenho usado uma Gibson Les Paul Special – 1960 antiga. Ela era originalmente Amarelo TV, mas alguém a pintou com uma tinta barata vermelha. É bem desafiadora, com dois P-90s, o que eu amo. Tem sido divertido me afastar das de corpo oco por um minuto, ainda que eu venha usando a nova Epiphone Olympic Masterbilt com amplificadores de guitarra enquanto componho, o que soa incrível também!

EPIPHONE: Quem são os artistas, cantores ou escritores que têm sido como “guias” para você conforme sua carreira decolou ao longo dos anos?
JAMES: Michael Jackson, Bruce Springsteen, Joni Mitchell e Ray LaMontagne são artistas que sempre me inspiraram, mesmo quando eu nem escrevia músicas ainda. Mas de uns tempos para cá, a lista de escritores e artistas cresceu bastante. Inspirando meu primeiro cd, teve desde Kings of Leon até Feist. Eu lia muito James Baldwin também. Ele me inspira imensamente liricamente. Mais recentemente, os artistas que influenciam meu próximo álbum variam de David Bowie a Chance The Rapper, Beyoncé e Frank Ocean.

EPIPHONE: Você cria novas músicas quando em turnê ou você precisa estar em casa e distante da indústria musical para compôr?
JAMES: Eu gosto de me afastar de tudo quando estou escrevendo e fazendo novas músicas. Eu gosto de estar longe da estrada e de toda a loucura de divulgação da turnê. Eu escrevo um pouco quando em turnê, mas é mais um processo de coletar muitas ideias e partes de músicas. No momento, eu passo muito tempo no estúdio, quase 24 horas por dia, 7 dias por semana. Então, depois de 3 anos de viagens e aventuras, minha “gaveta criativa” está explodindo com inspiração, ideias e uma nova, diferente perspectiva de tudo. Durante o processo de composição, eu fico pensando muito sobre como as músicas soarão no palco, isso me ajuda a pensar mais amplamente, melodicamente e dinamicamente.

EPIPHONE: Na época analógica/pré-digital, havia um som particularmente “britânico” e um “americano”, parcialmente por causa de razões técnicas. Fitas cassete e outros equipamentos eram feitos diferentemente em cada país. Hoje em dia, conforme você viaja pelo mundo, quais diferenças você percebe entre a música americana e a britânica?
JAMES: Na parada musical da rádio pop americana, eu acho que a versão americana é sempre um pouco mais polida e eficiente na sua entrega. Michael Jackson, Beyoncé, Bruno Mars, Taylor Swift, musicalmente sempre tem sido à prova de balas. Tudo “pega”, eles cortam toda a gordura da música,, muito legal. E enquanto a América certamente sabe como rock n’ roll, eu sinto que o Reino Unido tem uma marca única de “legal” quando falamos de sons mais orgânicos e alternativos. Você pode ouvir uma atitude de ‘não tô nem aí’ neles, e isso acrescenta tanto a música. Eu não ouço muito isso na versão americana. De Led Zeppelin e The Rolling Stones, á Bowie, Oasis e The Libertines; os britânicos fazem essas coisas muito bem. Mas eu diria que, no fim das contas, isso faz parte do longo relacionamento de vai e volta que a música americana e britânica têm.

EPIPHONE: A Epiphone Century se tornou a sua guitarra, o instrumento com o qual você mais se identifica. Existem outras Epiphones que você usa ou está interessado em testar?
JAMES: Como disse anteriormente, a Masterbilt Olympic é excelente. Eu a liguei em um Fender Vibrolux e um Selmer Truvoice antigo. A pegada acústica dela é rasgada e dá lugar à um som muito louco, chocante! Também a Tamio Okuda Elitist Coronet parece maravilhosa, adoraria testá-la (percebeu o vício em P-90 de aparecendo?!). Tem algumas Epiphones de corpo sólido, como a Coronet, que eu adoraria passar um tempo com.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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28
/06/

Mainline Mens Wear: James Bay é o Ícone de Estilo do mês de Junho!

O blog Mainline Mens Wear (conhecido por oferecer dicas de modas masculinas para seus leitores), indicou o James como ícone de estilo do mês de Junho e escreveu uma matéria super legal sobre seu estilo de roupas. Confira:

 

James Bay – Ícone de Estilo

Ao longo dos últimos anos, James Bay alcançou o sucesso depois de inúmeros singles e apenas um CD de estréia. Equipado com uma guitarra e letras profundas, não é nenhuma surpresa que a ascensão de James Bay ao sucesso tenha dado certo.

James Bay ganhou popularidade por sua música, mas também pelo seu estilo sutil. Seu senso de moda tem sido um assunto de atenção especial, conseguindo assim, parceiros como GQ e ASOS.

Várias pessoas admiram seu gosto pela moda simples, e concordam que seu estilo é relativamente fácil de se inspirar.

Começando pelos calçados, James quase sempre usa botas de camurça. No que diz respeito às cores, tons mais escuros como marrom, azul-marinho e preto parecem ser seu favorito.

Quando se trata de blusas, as escolhas de James são mais versáteis do que suas calças e sapatos. James usa uma variedade de camisas. E ele sempre usa alguma camiseta ou jaqueta de couro por cima.

Por fim: seu chapéu! É muito mais do que um toque final, é uma marca! O chapéu, da loja Fedora se tornou o símbolo do James.

Artigo escrito por Aaron Thompson.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

 

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26
/11/

RESENHA: James Bay comemora 10 anos de Communion!

Como parte das comemorações do décimo aniversário do Communion, James Bay foi convidado a voltar para o local onde tudo começou pra ele. Abaixo, você lerá uma resenha do show que foi traduzida pela nossa equipe e retirada do site The Up Coming e escrita pelo jornalista Jack Cloves.

 

Era 25 de Novembro de 2013, quando o Communion teve a grande oportunidade de oferecer ao James seu primeiro show como artista em ascensão e, a partir desse dia, as coisas tem sido maravilhosas para James Bay.

Depois de uma rápida visita ao bar e conversa com os fãs, aqueles que esperavam ansiosamente por James, que vestia sua camiseta da Beyoncé, e a sua assinatura, o famoso chapéu.

James Bay subiu ao palco do Slaughtered Lamb por volta das 22 horas acompanhado de sua guitarra e seu setlist, o mesmo de 3 anos atrás e eu nem preciso dizer o que aconteceu, certo?! Os fãs tiveram a oportunidade de ouvir as músicas do B-Side, como Clocks Go Forward. Como esperado, James também tocou seus hits, como Let It Go, Move Together e foi uma coisa super emocionante e intima.

Na sequência, James fez um cover de Something, dos Beatles e disse que irá se ausentar um pouco para trabalhar no segundo álbum, mas que promete que irá voltar o mais rápido possível.

O concerto foi quase o mesmo de 2013: as músicas incríveis, o artista com paixão por aquilo que faz e os ingressos esgotados – A verdade, é que isso é só uma vitrine para mostrar que James Bay tem muito mais para oferecer.

 

Abaixo, veja as fotos do show de ontem l Communion, 25/11.

 

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20
/11/

Tradução: James Bay é capa da revista Q Magazine.

Depois de ganhar o Q Awards, James Bay estará na capa da Q Magazine – como edição especial – e nela, contou para o entrevistador Matt Mason como foi seu ano de 2016. A seguir, vocês lerão a tradução da revista feita pela nossa equipe.

JAMES BAY, MEU ANO DE 2016.
Como um artista consegue medir o sucesso? James Bay consegue medir de vários jeitos: Q Awards (como Melhor Artista Solo), BRIT Awards (1), Nomeações no Grammy (3), shows esgotados. 

TOCANDO NO GRAMMY
“Estava no carro a caminho do Joold Holland’d Hootenanny ano passado, prestando atenção no Twitter. Meu empresário disse que eu fiquei pálido. Eu não sabia o que dizer porque você não deve acreditar em coisas que saem no Twitter. Nós confirmamos pelo site oficial do Grammy – Eu tinha sido nomeado para o Grammy! – Nós surtamos, de fato. Ligamos para a minha gravadora e eles me perguntaram: “Vocês viram as outras duas nomeações?” E nós surtamos de novo. risos Na noite do Grammy, eu iria cantar com a Tori Kelly e eu tinha que me acalmar porque eu estava muito nervoso e ficava pior a cada minuto que passava. Estava andando pelos bastidores para me acalmar e dei de cara com o Dave Grohl! Ele disse: “Ei, eu conheço você!”. Ele tentou apertar minhas mãos, mas eu tinha acabado de sair do banheiro com as mãos molhadas e disse: “Sinto muito! Minhas mãos estão molhadas porque fui ao banheiro e não tinha papel.” risos Ele foi muito profissional! Depois disso, eu me acalmei e é só o que eu lembro daquela noite. 

GANHANDO UM BRIT AWARDS
“Aquela foi uma noite louca e divertida. (Ele tocou Hold Back The River, e fez uma apresentação com Justin Bieber. Meu pequeno dueto com o Bieber foi divertido. O Justin Bieber tem muitas pessoas ao redor para se certificarem que as coisas funcionem bem, e eles fazem jus porque tudo é maravilhoso. Tínhamos 90 segundos para cantar Love Yourself e mesmo com tanto pouco tempo pra estudar a música, o JB conseguiu deixar o tom da música para combinar com o tom da minha guitarra. Foi ótimo! E o mais legal disso, foi que quando voltei pra casa, meus amigos e familiares me abraçavam e diziam: “Você apareceu na televisão!”. FOFOS!

TOCANDO PARA O EVENTO DE CARIDADE
“Eu cantei no evento de caridade dos jogadores da Inglaterra. Wayne Rooney cantou Hold Back The River comigo enquanto Gary Neville tocava guitarra. O Wayne tem um amor incrível pela música e o Gary ficou maravilhado com tudo, mesmo estando nervoso. Eu tentei oferecer tranquilidade e ajuda à Gary. Até lhe dei minha guitarra, mas ele não consegue tocar. Desculpe, Gary. Ela é uma ótima guitarra, mas quando ele ligou no amplificador fez barulhos ensurdecedores. O Pelé estava lá. Conhecê-lo e vê-lo animado com minha música foi legal! Tinha algumas pessoas querendo falar com ele e ele foi puxado pelas pessoas. Ele disse que gosta da minha música.”

CONHECENDO O MUNDO
“O ápice desse ano foi estar em turnê, estive em 18 países em 9 meses), ver o quão diferente as plateias são. Em Osaka, eles são super respeitosos e são silenciosos. Toquei em avenidas que sempre sonhei em tocar. Radio City Hall em Nova York, por exemplo. Era como se a plateia fosse uma onda gigante. Comecei a escrever músicas novas. Será diferente do meu primeiro álbum. Terá coisas delicadas, mas também coisas “barulhentas”, quero que a onda seja maior e animada. Quero criar algo maior, e mais forte!”

CONSTRUINDO UMA FAMÍLIA
“O ônibus de turnê – que viagem. Quando você cresce assistindo The Last Waltz e vê que isso está acontecendo com você é um sonho. Não há como ter uma parte ruim nisso. Não queria fazer shows curtos ou ficar dentro do hotel todo o dia. Prefiro ficar sentado no ônibus for 17 horas e ver as paisagens. Terminamos nossa turnê em Outubro, em Kansas e tínhamos que estar em Nova York as duas da manhã. Paramos na estrada e assistimos o sol nascer – não tínhamos parado pra ver aquilo a tour inteira. Estava muito frio, mas foi gratificante ver quão longe eu cheguei junto com meus amigos em 2 anos. 
Você constrói uma família na estrada. No final da turnê, eles me presentearam com uma guitarra Gibson, de 1964 – é uma das melhores guitarras da Gibson. Ela é surreal. E isso só mostra como nossa relação como um time funciona. Como eu fico em sã consciência num ônibus de turnê? Fechando as cortinas e tendo 5 minutos sozinho. Ouvindo música, jogando video-game. Sou viciado!”

Em uma semana normal, James precisa terminar de empacotar as coisas para sua nova casa, toma chá e passeia pelas avenidas confiante que ninguém irá reconhecer ele.

 

Para visualizar as scans da revista, é só clicar nas miniaturas abaixo:

Tradução por: James Bay Brasil.

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04
/07/

Revisão: James Bay no Forest Live, por Ipswichstar.

Perto do final do show no Thetford Florest, festival que aconteceu no dia 1, James pediu para que todos ligassem a lanterna do celular e iluminassem seu show, acrescentando educadamente: “Eu nunca terei a chance de fazer algo tão bonito assim novamente.”

Felizmente, todos levantaram os seus telefones com as lanternas acessas para o céu. Ele abriu seu show com a música ‘Collide‘, e seguiu para ‘Craving‘. Logo depois, seguiu para ‘Hold Back The River‘, onde todos ficaram vidrados na música. A mesma música foi ouvida e vista mais de 70 milhões de vezes no Youtube.Talvez, seu single ‘Scars‘, ‘Let It Go’ e ‘Best Fake Smile‘ que deu sua popularidade e estas canções demonstraram a sua gama como artista e a chance de testar coisas novas.

Ele lotou o Pyramid Stage em Glastonbury e percorreu vários outros lugares, mas foi no Thetford que ele nos impressionou ainda mais! (Isso ainda é possível?)

Ele disse que este foi o maior show que ele fez, e disse que ainda espera um público maior no futuro.

Matéria Original: Ipswichstar.

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