Saiu nessa quarta-feira, a nova edição da revista digital da LadyGunn e nela, há um pequeno artigo, escrito pela Erica Hawkins, sobre a pressão que James Bay sofreu por causa da mudança de estilo que teve em seu segundo álbum e conta qual seu verdadeiro objetivo na música.

Confira a entrevista traduzida pela nossa equipe logo abaixo:

“Sou um pouco esquisito, mas eu meio que – isso vai soar estranho – mas eu meio que abraço minha própria honestidade nas coisas. Quem não sente pressão sob si mesmo? Mas para mim, pressão é importante. Sentir ansiedade é importante. Ter esse sentimento e curiosidade sobre o que as pessoas dizem sobre você também é importante. Seria uma droga se ninguém se importasse. Então, se eles falam algo sobre mim – seja bom ou ruim – é importante.”

Essa é a resposta de James Bay sobre a antecipação, pressão e alegria em torno do seu segundo álbum, Electric Light, que saiu em maio. Eu sei o que você está pensando e sei que está certo. Ele pode ser alto e inteligente, mas o cantor e compositor inglês está bem ciente de todos esses comentários “maldosos” e se inclina para a auto depreciação, mesmo recebendo muitos elogios.

Ele me lembra de um garoto esperto e foto da escola primaria – que não tem noção das paixões que acumula porque está ocupado demais lendo e relendo as páginas de seus livros preferidos e que não confia muito em sua aparência, – veja Bay, assim como sua música, você é encantador e atraente, sendo com cabelo grande ou com cabelos curtos.

Seu álbum de estreia, Chaos and the Calm, recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Rock , e seu single “Hold Back the River” recebeu uma indicação de Melhor Canção Rock e também lhe rendeu uma nomeação como Melhor Novo Artista. Mas Bay, três anos depois, ficou mais do que feliz em abraçar todos os aspectos do nascimento de um novo álbum, usando uma energia diferente para impulsionar-se em uma nova direção. “Essa é a coisa estranha sobre mim: eu gosto desse sentimento de mudança. Havia muita tensão, pressão e ansiedade sob todas essas coisas novas, mas eu amo isso porque também amo a música que eu faço… E se não amasse, talvez não teria feito. Por mais estranho que isso possa soar.” Bay decidiu em 2016 que estava pronto para parar de fazer turnês e voltar para o estúdio: “eu senti o ardente desejo de escrever novamente. Desesperado é a palavra certa. Eu estava desesperado, animado e ansioso para escrever e ter um material novo.“.

O processo lírico após o sucesso de seu primeiro álbum não foi fácil, mas Bay não esperava que fosse. “Nada faz com que escrever uma música seja fácil, nada disso é fácil, e eu acho que é obviamente por isso que é tão especial ou tão mágico. Estranhamente dizendo, eu me aprofundei muito mais nesse segundo álbum do que no primeiro.”.

São histórias humanas que estão no centro do trabalho de James Bay, sendo elas interações românticas ou não. Todas elas têm o objetivo de afetar quem ouve. “A arte existe para mover as pessoas. Você pode dançar, chorar e até mesmo beijar alguém enquanto ouve música. Meu objetivo é mover as pessoas. E eu espero que isso aconteça sempre.“.

 

 

Fonte l Traduzido e adaptado pela equipe James Bay Brasil. Não copie ou reproduza sem os créditos!