James Bay Brasil

23
/06/

Assista ao show completo do James Bay no Southside Festival!

O Southside Festival, que acontece em Junho na cidade de Tuttlingen na Alemanha, teve James Bay se apresentando no palco principal em seu primeiro dia de evento.

A setlist, repleta de músicas novas, animou a plateia. As músicas escolhidas por Bay foram: Pink Lemonade, Craving, If You Ever Want To Be In Love, Wanderlust, Sugar Drunk High, Wild Love, Scars, When We Were On Fire, Us, Let It Go, Just For Tonight, Best Fake Smile, Simply The Best e Hold Back The River.

Confira o show completo pelo player disponibilizado pelo perfil do James Bay Russia:

 

22/06 > Southside Festival > Álbum

 

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21
/06/

James Bay dá show em abertura para a banda The Rolling Stones.

James Bay foi um dos cantores convidados para abrir o último dia de show da nova turnê do The Rolling Stones, intitulada “No Filter” por Londres. Ele teve a honra de tocar no estádio Twickenham, na última Terça-Feira (19/05), na qual fez um show de abertura muito elogiado pelos fãs da banda que não o conheciam.

James Bay já comentou que seu pai também era obcecado pela banda e que já foi a 20 vezes ao Wembley Stadium para assistir os Stones. A banda de apoio de James acreditaram estar em um sonho. Não é por menos, né?!

O ápice da noite foi quando Mick Jagger o convidou para cantar “Beast of Burden” juntos. Confira fotos e vídeos desse momento:

No Filter Tour > The Rolling Stones & James Bay > Álbum

James ficou tão feliz com a repercussão que minutos depois do show postou em seu Twitter: “Essa banda provavelmente formou o meu jeito de fazer música e performar mais do que qualquer outra. A paixão e energia deles no palco é tão inspiradora. Não consigo acreditar que ontem foi real.”

James Bay também deu uma entrevista nos bastidores, minutos antes de entrar no palco e comentou que não imaginava um momento tão especial em sua vida desde então. Confira a entrevista legendada abaixo:

Vale lembrar que em 2015, James conheceu Ronnie Wood (guitarrista da banda) em uma premiação e o convidou para tocar em um show da Chaos And The Calm Tour. Veja o vídeo:

 

James não cansa de nos orgulhar, né? 😉

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19
/06/

Conheça a história por trás de Electric Light.

Após pouco mais de um mês desde o lançamento de Electric Light, decidimos fazer um post tentando explicar o que nós, da equipe James Bay Brasil, entendemos sobre o álbum.

No geral, podemos dizer que Electric Light é um relacionamento, ou ao menos, que conta a história de um. Desde a Intro até Slide, a intenção das 14 músicas parece ser a de introduzir o ouvinte a um casal fictício e mostrar o desenrolar da relação: seus desafios, seus momentos felizes, e a “energia eletrizante” que une tudo isso. O enredo e todos os diálogos do álbum foram escritos pelo próprio James Bay.

O álbum começa com uma Intro falada, onde podemos escutar o casal conversando. Dado seu teor, temos a impressão de estar acompanhando a parte final de seu relacionamento, onde ambos já estão desgastados com a situação, mas ainda se gostam. No final da intro, um deles sugere “let’s go back”, o que dá a entender que o ouvinte será levado para um flashback da relação deles, ao início de tudo.

Wasted on Each Other, que não-literalmente significaria algo como “embriagados um no outro”, parece complementar a ideia da Intro: Vemos um relacionamento não muito saudável, que por algum motivo não explicado previamente está deteriorado e faz mais mal do que bem para ambas as partes; mesmo assim, o casal da história não quer admitir que a relação chegou a esse ponto, e por isso, não querem se separar. “Ela” está disposta a recomeçar, “Ele” está confuso sobre seus sentimentos, mas também não parece querer desistir. E assim eles seguem nesse vai e vem, termina e volta, embriagando-se, viciando-se cada vez mais um no outro.

Pink Lemonade parece dar início ao “flashback” e é sobre fuga, sobre negação. É sobre alguém que está inconformado com a vida e o rumo que ela o está levando. “Ele”, o personagem do James, quer escapar disso, mas, ao mesmo tempo, está incerto sobre qual o melhor próximo passo a dar. Pink Lemonade representa aquela vontade de sumir, de fugir de tudo mas, na verdade, não fazer nada a respeito.

Wild Love parece marcar o início do romance dos personagens principais. Parece simbolizar aquele primeiro momento onde você vê alguém e instantaneamente se apaixona por ela(e).  Parece falar também, sobre a capacidade que essa pessoa tem de tornar o relacionamento interessante e “relaxado” todos os dias. Wild Love é sobre se apaixonar totalmente por alguém, sentir uma fúria, um fogo. Que na maioria dos casos é o que você sente na primeira vez, mas no caso dele é algo que ele sente de novo e de novo. Depois de viajar tanto tempo em turnê, ver tantas pessoas, James voltou para casa pra ver essa pessoa dele [a que ele sente esse “Wild Love”] e ele pôde sentir toda essa euforia de novo e foi incrível voltar pra companhia dessa pessoa. No clipe, podemos ver o uso de várias borboletas tanto em volta do James quanto de Natalia Dyer (seu par romântico no clipe), que também reforçam essa ideia de liberdade, criatividade e de que “há algo de especial” nos personagens, que os diferenciam do resto.

Us simboliza o famoso “problemas no paraíso”, é aqui que aparentemente o casal-protagonista tem seu primeiro desentendimento. O personagem de James está chateado com a situação, mas quer dar uma nova chance ao relacionamento, quer consertar tudo e ficar de bem com sua amada. O sentido da música de uma forma geral, parece ter estreita relação também com a importância de aceitar a dor. No clipe, por exemplo, o personagem interpretado por Bay acredita que somente ele passa por uma situação difícil, o que é exemplificado por ele passar a maior parte do clipe sozinho em uma sala. Ao mesmo tempo que isso ocorre, vemos em paralelo outras cenas, com outros personagens, e, em cada uma delas, pessoas mostrando formas diferentes de aceitar a dor. Na conclusão do clipe, é como se “Ele” descobrisse que não está sozinho e que todo mundo passa por essas situações, tanto em relacionamentos, como em outros casos e que, quando estamos com alguém, seja parceiro ou amigos, você percebe o quão forte é a força do amor. Isso o faz seguir em frente e “tentar mais uma vez” salvar seu relacionamento.

In My Head é como se o personagem de James (“Ele”) estivesse tentando fazer as pazes com sua amada (“Ela”), a impressão que temos é de que esta música representa aquela típica cena de filme de comédia romântica, onde o mocinho larga tudo o que está fazendo, corre para a casa da heroína e faz um grande gesto romântico para provar seu amor por ela. É o clássico “eu estou errado e sei disso, mas eu te amo, por favor, me perdoe.”

O Interlude parece complementar essa ideia de In My Head, a suposta ida do “Ele” à casa dela e uma possível conversa entre eles. É o resultado da música anterior.

Just for Tonight, parece representar mais uma tentativa do “Ele” para que o relacionamento dê certo. Aqui, o personagem “Ele” propõe à “Ela” que, apenas por aquela noite, eles esqueçam tudo de ruim que se passou, todos os problemas, e tudo ao redor, e que tentem aproveitar a companhia um do outro, que tentem lembrar as coisas boas que os uniu em primeiro lugar.

Wanderlust se passa em uma fase mais tranquila do relacionamento. É James reafirmando mais uma vez seu amor pela amada e tentando se desculpar pelo que fez, pelas vezes que deveria ligar para “Ela” e não ligou, pelas vezes que esteve em sua porta mas não bateu. A palavra Wanderlust aqui parece ter um significado além do “grande impulso por viagens” normal, aqui parece ir além e significar algo como impulsividade, como querer fazer o que é certo mas não conseguir por causa da impulsividade.

Em I Found You o personagem principal basicamente diz que apesar dos vários problemas que ele enfrenta, tudo está bem, pois ele encontrou “Ela”. Aqui a crise parece ter cessado.

Sugar Drunk High e Stand Up têm significados muito parecidos e são ambas diretamente ligadas: nas duas, James fala sobre a inocência, a imaturidade que o casal tinha ao conduzir o relacionamento. Elas representam uma reflexão, um balanço geral sobre tudo o que se passou entre eles.

Fade Out relata o ápice do relacionamento, o pico dos problemas. Aqui, “Ela” já não atende mais suas ligações, deixa “Ele” no vácuo, promete e não cumpre e até esquece seu nome. O personagem “Ele” perde a paciência e esperança de vez no relacionamento e decide pôr um fim a tudo.

Em Slide o inevitável acontece: o casal se separa. Eles tentaram de toda forma que foi possível ficar juntos, mas não conseguiram. Slide é a mais dura observação da realidade no álbum, que diz que nós tentamos o nosso melhor e todos nós nos adoramos uma vez ou outra em nossas vidas, mas nada é perfeito. E agora, cada um começa a seguir um caminho diferente. É uma música bem realista, sobre o fim de muitos relacionamentos.

O álbum em si, de acordo com James Bay, mostra o outro lado dele que não conhecíamos, em Chaos And The Calm, por exemplo, ele mostrava um lado totalmente romântico e perfeito de um relacionamento. Nesse álbum, James explorou a importância da comunicação entre os seres humanos.

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17
/06/

Relato de fã brasileira que estava no show do James Bay, no Bergenfest.

Uma fã brasileira do James Bay teve a sorte de ir ao show dele no festival Bergenfest que ocorreu ontem (16) na Noruega. Cris Massuyama (@crislumi) fez um relato exclusivo sobre o show para o James Bay Brasil. Confira:

Ouvi James Bay pela primeira vez há uns dois anos, com “Hold Back The River“, quando eu participava do coral da Cultura Inglesa. De lá para cá conheci melhor o trabalho dele e fiquei viciada no novo disco. Como já tinha viagem marcada para Europa desde o começo do ano, fiz uns ajustes de datas para tentar pegar a turnê do “Electric Light” e deu certo!

Fui parar em Bergen, segunda maior cidade da Noruega, mas que tem apenas cerca de 300 mil habitantes. Um charme! O Bergenfest é um festival com alguns grandes artistas, mas de porte pequeno – atrai um público médio de 8 mil pessoas.

James já tinha feito um show em outra cidade da Noruega no dia anterior, além de uma apresentação na Suécia dois dias antes. Isso sem contar Alemanha e Holanda no começo da semana. Haja fôlego! Mas ele entrou no palco firme, com “Pink Lemonade“. Confesso que deu aquela apertadinha no coração – como é um festival, com tempo certinho pra começar e acabar e sem bis, já achei que ele tinha reduzido o setlist e cortado “Wasted on Each Other“, que tem aberto os shows… Mas rolou um pouco depois! Ufa! Aí, já fica a dica para os fãs: se quiserem investir em ver um show fora, os festivais são incríveis, mas o repertório nunca é completinho.

De volta ao show: apesar de ter uma boa parcela de público pop, o James tenta manter uma postura rocker no palco, valoriza a guitarra, pede pro público cantar alto toda hora… E, pelos vídeos de shows antigos que já vi, ele parece ter chegado a uma performance de palco mais ousada, agora com o novo momento da carreira (não vou falar do cabelo, não vou falar do cabelo!). rs

Mas os noruegueses são um tanto calmos. O lado bom de tanta tranquilidade: a grade do show estava sem tumultos. No Brasil, com certeza o clima seria outro, bem mais vibrante, e aí o James iria se esbaldar com o público – tá demorando, rapaz!

Quanto ao repertório, ele tocou muita coisa nova, como “Wanderlust” e “Sugar Drunk High“, mas não deixou de fora “Craving” nem “When We Were On Fire” (amém, Nossa Senhora dos Festivais!). Aliás, foi mais ou menos nessa hora que reparei nas costas da camiseta branca dele: “She fucking shreds“, um frase rocker-feminista!

Just For Tonight” nasceu pra ser tocada ao vivo. “Let it Go” levantou o público. E, mesmo sem bis, a penúltima foi “The Best“, de Bonnie Tyler, eternizada na voz da Tina Turner. Ele fechou a noite com “Hold Back The River“. O visual pode estar mais elaborado, mas o som segue eficiente, sem muitas firulas e funciona ao vivo.

Confira algumas fotos tiradas pelo fotografo Robin Boe e pela Cris:

(16/06) Bergen, Noruega

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10
/06/

Concorra a um “Electric Light Deluxe” + brindes!

Com o lançamento do novo álbum do James Bay “Electric Light” saindo do forno, a Universal Music se juntou novamente com o James Bay Brasil e preparamos para vocês uma promoção incrível!

Que tal ganhar um “Electric Light Deluxe“, uma camiseta exclusiva e um kit com polaroids do James? Nada mal, né? Agora imagine ter DUAS CHANCES de ganhar tudo isso?! Vamos te explicar como!

A promoção será realizada por escolha aleatória em nosso Twitter & Instagram no dia 30 de Junho de 2018 e serão DOIS GANHADORES, um em cada rede social. Para validar sua participação e concorrer aos prêmios citados acima, siga os passos abaixo:

1 – Siga o James Bay Brasil e a Universal  Music Brasil no Twitter;

2 – No Twitter, Retuíte o tweet promocional e mencione no mínimo 2 amigos;

3 – Siga o James Bay Brasil e a Universal Music Brasil no Instagram;

4 – No Instagram, curta a publicação promocional, responda sua música preferida do álbum e marque no mínimo 2 amigos.

Seguiu todos os passos acima? Agora é só esperar até a data do sorteio e ficar atento em nossas redes sociais! Caso algum dos procedimentos citados acima não seja realizado, será feito um novo sorteio. A entrega do prêmio é realizada gratuitamente e é válido somente para residentes do território nacional.

Desejamos à vocês uma boa sorte!

 

 

08
/06/

James Bay escreve uma carta para a comunidade LGBTQ.

Para o mês do orgulho gay, a Billboard pediu para vários artistas escreverem cartas de amor para a comunidade LGBTQ. Confira abaixo o que James Bay escreveu:

“Vivemos em tempos muito perturbadores. De líderes mundiais divisivos à novas tecnologias, muitas coisas querem nos afastar da interação uns com os outros e ter experiências compartilhadas que podem trazer compaixão e empatia. Me parece que talvez toda geração se depare com uma decisão; para absorver o conhecimento, mas deixar que exista um status quo no qual nós continuamos com ideias e mensagens transmitidas por líderes desatualizados de outra época, ou trabalhar ativamente para fazer mudanças. Reconhecer que a mudança é necessária pode ser complexo, mas agir de acordo com ela em nossas vidas diárias exige coragem e bravura. Mas as recompensas significam que todos nós podemos expressar nossa identidade mais completamente.

Eu comecei a compor músicas porque tinha algo dentro de mim que eu só conseguia expressar dessa maneira. E, como todo mundo, estou tentando entender mais sobre mim mesmo e como todos nós existimos no mundo. Como nos unimos em torno de forças do bem, podemos nos emendar, seguir em frente, melhorar e viver juntos neste mundo? Música e desenhar se tornaram meus jeitos de entender as coisas quando era criança — resolvendo problemas tocando guitarra, deixando minha mente pensar com tinta ou um lápis na minha mão. Isso virou algo constante na minha vida — explorando o melhor e pior de emoções ou situações, reais ou imaginárias, através da criatividade. Eu imaginei um futuro caracterizado por dar às pessoas o que elas talvez não soubessem que queriam, e agradeço por um mundo que celebra a experimentação. Estamos todos aprendendo.

Meu trabalho significa que eu tive sorte o bastante para viajar pelo mundo e ver em primeira mão como a bravura dos outros significa que nosso mundo está se tornando mais consciente, amoroso e o mais importante, mais igual. E isso deveria ser celebrado todos os dias.

Vamos encorajar um ao outro e acreditar no poder da individualidade.

James x”

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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01
/06/

O rockeiro dos pés cheirosos.

No dia 25 do mês passado, James Bay foi entrevistado pela NME Magazine e contou a Dan Stubbs um pouco mais sobre sua carreira, sua cidade natal e seu irmão, Alex Francis. Além de, claro, comentar sobre suas inspirações musicais e um dos assuntos mais polêmicos de toda a sua carreira: seu novo visual.

A matéria começa com James dizendo que “é uma benção ter um lugar tranquilo como aquele [seu quarto de hotel]”, em seguida, ele anuncia que vai tirar seus sapatos e que Dan nada deve temer pois seus “pés são cheirosos”.

Nesse clima descontraído, somos informados por Stubbs que James faz parte do clube de “Artistas Que São Muito Mais Relevantes Do Que Você Pensa Mas Que Ninguém Sabe Muita Coisa Sobre Eles” e que George Ezra é seu vice-presidente.

Em seguida, o cantor de Electric Light comenta a forte influência que o single Ultralight Beam do álbum The Life of Pablo de Kanye West exerceu em seu trabalho. Ele compartilha ainda a grande importância que seu amigo, John Green, teve no álbum e que todas as vozes nele eram suas, de John ou dos dois juntos.

James conta também como entrou em contato e convenceu Natalia Dyer, a Nancy de Stranger Things, a participar de seu clipe “Wild Love”:

“Bastou a coisa mais humana de todas: pegar o telefone. ‘Oi Natalia. Eu sou o James, você talvez não saiba quem eu sou, mas eu tenho uma nova música sendo lançada, eu a enviarei à você e adoraria saber o que você achou dela, se você gostar, toparia estar em seu clipe?”

Ainda sobre Stranger Things, James revela que se fosse um personagem da série, seria Lucas ou Will ou, mais provavelmente, o irmão mais velho de Will, já que ele é o “nerd da música e um pouco introvertido”.

No assunto “conte-me mais sobre você” James diz que vive atualmente em Islington, mas que vem de Hitchin, e que lá é um local muito seguro, onde se é muito fácil viver e crescer. Nesse momento, ele também fala um pouco sobre sua adolescência, que chegou a participar de uma banda com seu irmão, Alex Francis e um amigo, a quem ele se refere apenas como Tom.

Pouco tempo depois, ele decidiu que o melhor caminho era uma carreira solo e, enquanto seu irmão e amigos se encontravam com frequência em pubs, James preferia ficar em casa fazendo o que mais gostava: tocando guitarra. Mais tarde, James começaria a tocar pelas ruas de Brighton, onde estudava, e em Londres em noites de Open Mic.

Quanto perguntado se Alex gosta do sucesso de James, ele responde “Nós nos encontramos o tempo todo, moramos próximos um do outro, então essa é realmente uma boa pergunta. Esta é a melhor resposta que posso te dar. Ele está orgulhoso. Eu sei que está orgulhoso. Ele aparece de vez em quando [nos shows], também é cantor. Ele canta com os backing vocals algumas vezes, o que têm sido divertido para ele, poder ver tudo dos bastidores.”

“Como você se sentiu quando percebeu pela primeira vez, que tinha fãs?” – é a próxima pergunta e Bay não titubeia – “Louco. Maravilhoso, espetacular. Muito muito legal. De repente você tem… Digo é todo uma sensação de propósito, você de repente percebe que tem um.”

E então, o momento mais aguardado por todos os entrevistadores e temido por James chega: a infame pergunta sobre o cabelo. James leva na boa e conta que recentemente, em uma entrevista nos Estados Unidos, um repórter lhe disse: “Por favor, não me diga que eu fui a única pessoa que não perguntou sobre o seu cabelo”, ele diz que sua resposta foi “só notei agora mas sim, foi” e que, então, ele o abraçou.

Dando continuidade ao tema, o cantor de Hold Back The River, diz que tudo o que faz é proposital, que quando começou a usar o chapéu, há muitos e muitos anos, foi com a intenção de que, talvez um dia, este se tornasse uma marca, que o identificasse, mas que, da mesma forma que surgiu com esse intuito, ele também poderia sumir a qualquer momento.

E, como esperado, a entrevista termina de forma tão bem humorada quanto começou, acompanhe seu trecho final:

“A entrevista termina de forma calorosa, mas com um aperto de mão e não abraço, quando a NME se dispede de Bay em seu hotel.

“Apenas jornalistas que resistem e não perguntam sobre o chapéu ganham abraço.” ele diz.

Aqui está mais uma coisa sobre James Bay: ele é mais engraçado do que você pensa. Tiramos o chapéu para ele.”

Já sabem né baes? Se esbarrarem com o James por aí, nada de mencionar o chapéu!

Confira o ensaio feito para a entrevista:

Photoshoots > Meet The New James Bay > Álbum

A matéria completa você acessa clicando aqui.

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01
/06/

James Bay sobre seu cabelo em entrevista à revista Half&Half.

No último dia 16, foi publicada uma entrevista cedida por James Bay à revista americana Half&Half. Em uma conversa com Sam Keeler e Jaycee Rockhold, Bay fala sobre seu cabelo, sobre suas fases enquanto artista e suas opiniões sobre a desigualdade no mundo da música.

O bate-papo começa tendo como tema o “hiatus” de Bay e o artista comenta como esse conceito vem mudando ao longo dos anos “É interessante. Você não pode se afastar, principalmente no mundo da música pop, por cinco minutos sem que pareça que se afastou por um ano, e eu me afastei por um ano. Acho que foi mesmo um hiatus, mas, quando ouço minhas bandas preferidas dizendo que estão em hiatus, isso geralmente significa cinco, dez anos. Eu entendo que estamos nesse momento da música onde você tem que estar visível, trabalhando, em turnê, fazendo campanha, tudo isso enquanto escreve e cria [coisas novas]. Basicamente você não pode se afastar um pouco sem dizerem que está em “hiatus”. […]. Eu faço tanto parte dessa geração que não posso discordar disso. […] porque eu mesmo entendo que o negócio agora, é estar fazendo shows e escrevendo coisas novas que vão animar todo mundo, entende?”

Sobre este assunto, James comenta ainda a importância que “se afastar de tudo” teve para ele, pois só assim conseguiu compôr e montar seu novo álbum. Ele teve dificuldade para escrever músicas novas enquanto estava na estrada e precisava de um tempo fora dos holofotes para reunir suas ideias e organizá-las da melhor forma possível, tanto que, ele acreditava que ficaria até mais tempo sem fazer shows.

“Dois dias após o término da turnê [Chaos and The Calm], eu fui inundado por ideias novas” – conta Bay, esclarecendo ainda, que todas as músicas de Electric Light já estavam finalizadas em Março. De Abril em diante, foram apenas toques finais.

Quando perguntado sobre a diferença da sonoridade deste álbum em relação ao primeiro e sobre suas influências musicais atualmente, James conta que se apaixonou pelo som dos sintetizadores e sabia que tinha incluí-los, bem como uma bateria elétrica, em suas novas músicas. Ele se diz essencialmente um guitarrista e que isso pode ser percebido em 99% de suas músicas mas que, neste álbum, sentiu também a necessidade de explorar sons novos.

Sobre suas influências musicais, Bay diz que sempre ouviu Prince, Frank Ocean, David Bowie, mas que nunca comentou sobre eles antes e que, por isso, as pessoas se surpreenderam quando perceberam o quanto Electric Light foi influenciado por esses artistas. Essa surpresa era justamente a meta de James, que conclui dizendo que gosta de empolgar e chocar as pessoas.

No meio da entrevista, o cantor/compositor de Pink Lemonade conta ainda que pretende atrair novos fãs bem como manter os antigos, com seu novo trabalho, e que os fãs podem esperar coisas diferentes em seus shows ao vivo. Ele comenta ainda que a desigualdade de gênero no mundo da música é algo realmente indesculpável e que, é um dever de todos, mudar essa realidade.

Ao ser perguntado sobre “O que James gostaria que perguntassem a ele, mas ninguém perguntou“, o cantor avisa que sua resposta será o contrário, que ele dirá o que não gostaria mais de ser perguntado: “Quando as pessoas querem falar sobre meu corte de cabelo ou sobre eu ter parado de usar chapéu, muitas delas dizem “desculpa perguntar isso, mas eu preciso”. E então perguntam “por que você cortou o cabelo?” Eu só queria saber por que elas se desculpam. Eu quero saber porque elas acham que têm que perguntar isso. A última pessoa que me fez essa pergunta, disse que estava fazendo porque todo mundo faz. Eu penso assim: Por que você tem que perguntar se todo mundo já pergunta? Você está fazendo a mesma pergunta chata e repetitiva. E toda vez eles percebem que terão uma resposta entediante.” – responde Bay

Por fim, James afirma estar em sua fase “diferente e evoluída“, e que se vê em constante estado de evolução e transformação, tanto que acredita que, na próxima vez que lançar algum material novo, mudará algo novamente.

Confira o ensaio feito para a matéria logo abaixo:

Photoshoots > Half&Half > Álbum

 

Você pode conferir a matéria original na íntegra clicando aqui.

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28
/05/

FOTOS & VÍDEOS: James Bay se apresenta no “The Biggest Weekend” da BBC Radio 1.

James Bay esteve no segundo dia do “The Biggest Weekend” da BBC Radio 1 hoje (27), no Singleton Park na cidade de Swansea.

Antes de subir ao palco para seu próprio show, James Bay foi convidado pelo cantor Shawn Mendes para cantar Mercy e Let It Go. Você pode ver fotos da apresentação e vídeos logo abaixo:

27/05 @ The Biggest Weekend + Shawn Mendes > Álbum

Após isso, James Bay subiu ao palco dois as 16h30. James Bay apresentou 9 músicas, alternando entre os sucessos do Chaos And The Calm, seu primeiro álbum, e o singles lançados do seu novo álbum, Electric. Light. James subiu ao palco ao som de Wasted On Each Other, seguido de Pink Lemonade, Craving e Wild Love. Antes de começar Let It Go, James Bay animou a galera com um solo de guitarra e seguiu para Us, Just For Tonight e Best Fake Smile. Por fim, apresentou seu hit de sucesso e levou toda a plateia a loucura com Hold Back The River. Ao finalizar, James Bay quebrou sua famosa guitarra, a Epiphone Century.

Abaixo você confere fotos e o vídeo completo da apresentação:

27/05 @ The Biggest Weekend > Álbum

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