James Bay Brasil

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James Bay explica a pressão ao escrever seu segundo álbum “Electric Light.”

Em março de 2018, pouco antes do lançamento de Electric Light, James Bay cedeu entrevista à rádio holandesa Veronica.

O papo começou com Bay dizendo que está muito animado para lançar o novo álbum e que quando um artista vai lançar um segundo álbum (tendo um primeiro que foi bem recebido) há uma grande pressão para que ele faça um trabalho ainda melhor com o segundo. Para James, a pergunta que sempre paira no ar nestas ocasiões é “você consegue fazer um álbum tão bom quanto o primeiro? Você consegue fazer melhor?”.

James afirma que existem duas partes difíceis em se trabalhar em um segundo álbum: A primeira que é justamente este ser o segundo álbum; e a segunda, que é depois que o álbum já está pronto, e você precisa fazer as pessoas gostarem desse seu trabalho. Apesar de não ter sido um processo fácil, Bay afirma que gostou muito de trabalhar no Electric Light e que a pressão o estimulou a produzir um material de qualidade. Para ele, não há uma maneira fácil de fazer um bom trabalho.

Sobre as mudanças que ocorreram com ele durante Electric Light, James diz que antes de iniciar o processo ele se perguntou “Eu quero ser a mesma pessoa? O mesmo personagem?”. Wild Love foi a primeira música que escreveu para Electric Light e, quando estava pronta, ele escutou, adorou o resultado, mas chegou à conclusão de que “Isso, com certeza, não é música para o cara do chapéu e do cabelo comprido”. James acredita que sua música evoluiu e que por isso ele deveria evoluir também.

Seu interlocutor questiona se ele diz isso pelo toque eletrônico que suas músicas adquiriram neste álbum. Ele responde que esse novo som é muito inspirador e que é muito mais divertido mudar. James acrescenta ainda que vários músicos que lhe serviram como inspiração e são influências de seu trabalho, também passaram por mudanças. Ainda que seu estilo e música mudem, ele não descarta a possibilidade de continuar tocando suas músicas antigas nos shows, músicas pelas quais ele afirma ainda ser apaixonado. Ele reconhece o quão importante Chaos and The Calm foi para sua carreira, mas que era hora de mudar.

O entrevistador questiona James sobre uma música que estará no segundo álbum, mas que originalmente foi composta para Chaos and The Calm. James explica que essa música foi composta entre uma ou duas semanas antes de Chaos and The Calm ser lançado, ele tinha a ideia da música em sua cabeça, mas não conseguia terminar de escrevê-la. James achou que ficaria muito em cima da hora colocar a música no Chaos and The Calm e preferiu guardá-la para um próximo trabalho.

O próximo tema em pauta é o processo de composição de Wild Love e, sobre isso, James explica: “Eu e John ficamos no estúdio por volta de uma semana, pensamos em simplesmente ficar por lá e esperar por boas ideias, eu estava confiante. Na segunda-feira, não conseguimos nada; nem na terça, nem quarta… Na quinta-feira, ficamos até tarde pensando ‘nós só temos a sexta-feira’. E neste dia, depois de comermos algo a noite, Wild Love começou a se revelar. Eu na guitarra, John no piano e os acordes começaram a surgir. O refrão foi o que ficou pronto primeiro. Eu ainda escrevo as músicas da mesma forma que antes, mas a letra de Wild Love é um ótimo exemplo de como minha confiança mudou, evoluiu. Eu não era o tipo de pessoa que escreveria ‘Eu quero te dar amor selvagem, do tipo que nunca desacelera’, eu era muito mais complexo e escrevia sobre relacionamentos e suas dificuldades… Mas dessa vez eu queria simplesmente dizer aquilo que tinha vontade e me senti muito bem fazendo isso. Apesar das músicas serem sobre minhas próprias experiências, gosto de escrever de uma forma que fiquem “abertas” para outras pessoas, em qualquer parte do mundo, possam se identificar com elas.”

O apresentador da Rádio Veronica, então, lê uma mensagem enviada por um fã, dizendo que a música Bay foi assunto em uma prova de sua escola. James fica surpreso e exclama “Eu fui assunto?”. O entrevistador continua, explicando que havia uma pergunta na prova dos alunos que estudam música, sobre Hold Back The River. “Em que parte da música você ouve polifonia e em que parte da música o baixo se afasta das vozes?” é a pergunta. James ri, e o apresentador pergunta se ele saberia respondê-la. James, então, diz em tom de brincadeira “Hm, deixa eu ver… a polifonia, o baixo… Não faço ideia!”. Ambos riem e James afirma que adorou saber sobre essa pergunta.

Por fim, ambos conversam sobre o festival que o cantor de “Us” participará, chamado Lowlands. James se diz ansioso por participar dele e conclui afirmando que, além dos festivais, voltará fazer shows solo também.

A entrevista completa pode ser assistida (apenas em inglês), aqui.

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James Bay fala sobre relação especial com Montreal, Electric Light, Coldplay e Paul Epworth.

Em Abril do ano passado, James Bay conversou com os apresentadores do programa televisivo australiano The Project. Lá, ele contou um pouquinho mais sobre porque estava na hora de mudar de visual, seu álbum mais recente, Electric Light, e como ele se sente em fazer shows para estranhos que estão assistindo por chamada de vídeo.

A entrevista começa com as famosas perguntas sobre o cabelo e novo visual de James. O cantor e compositor britânico responde, dizendo que era hora de evoluir e explica que seu look antigo (chapéu e cabelos longos) era intencional, para criar uma “marca”, tanto que ele já o mantinha mesmo antes de conhecer e assinar com sua gravadora. Por isso, “mudar e evoluir” foi tão intencional quanto, e necessário.

Como em oportunidades anteriores, ele explica que quando concluiu suas faixas mais recentes, percebeu que elas não eram músicas para o cara dos cabelos longos e chapéu, mas sim para alguém novo, alguém diferente, e que por isso mudou.

James então é questionado se ele não sente que isso é “perigoso”, se ele não se sente nervoso por encarar o mundo nesta nova fase, já que as pessoas gostavam muito do que ele fazia.

“Com certeza, mas é preciso que haja esse tipo de coisa. Senão não parece algo que valha a pena, algo importante. Precisa ser empolgante e assustador, algo diferente e algo novo. Algumas pessoas me disseram ‘Eu adoro suas músicas novas, adoro o que você está fazendo. Não é o que eu esperava’, e eu penso ‘é claro, se eu fizesse o que você esperava, isso não seria super sem graça?” E por essa razão e muitas outras, que estou bastante animado com as novas músicas que fiz” – é a resposta de James.

Em seguida, James fala sobre as férias que deveria ter entre um álbum e outro, nas acabou não tendo. Ele conta que no final de 2016 foi para casa e passou as festas com a família, mas que no dia 2 de janeiro de 2017 olhou seu caderno de anotações e ele estava vazio. “Aquilo me apavorou” – conta Bay, que começou a trabalhar logo em seguida e na metade de 2017 já tinha todas as músicas prontas. “É preciso um pouco de sorte com essas coisas, mas no meio de 2017 eu já tinha todas as músicas prontas, então passei o restante de 2017 apenas apurando os sons e dando os últimos retoques” – conta James.

A próxima pergunta é sobre quando James foi “descoberto” e começou a fazer sucesso. Ele conta que vários degraus precisam ser subidos para que você chegue a um certo patamar. O primeiro deles foi assinar com uma gravadora, a gravadora certa entre 2012/2013, ser reconhecido pelo BRIT Awards, e que tudo isso o levou a outro degrau mais alto, que foi ser convidado por Taylor Swift para abrir seus shows, experiência a qual ele diz ter sido fantástica.

Em um momento de descontração, James diz está adorando estar no programa e que espera que eles “não o levem a mal”, mas que ele não consegue esquecer o fato de que, enquanto estava no avião chegando para a entrevista com o The Project, simultaneamente acontecia um show da Beyoncé. Então, um dos apresentadores brinca com ele e diz “Você está dizendo que preferia estar no show da Beyoncé do que aqui, James Bay?”, todos riem e um dos apresentadores responde “Eu também”, a risada toma conta de todos os presentes no estúdio mais uma vez.

O The Project pergunta a Bay se ele já viu alguém chorando na plateia enquanto assistia à sua apresentação, ele responde que sim, que isso é algo raro mas especial quando acontece. No entanto, o cantor afirma que “o que é estranho mesmo é estar tocando e do nada ver alguém fazendo uma chamada de vídeo e, a pessoa do outro lado do telefone, estar deitada na cama, de cueca, assistindo ao seu show”.

Um dos apresentadores brinca “fui eu James, mas foi só uma vez”, todos riem e nesse momento James continua, brincando: “É muito esquisito, a pessoa mostra o telefone como se quisesse dizer ‘meu amigo também está assistindo’ e eu fico tipo ‘tá bom cara, eu só quero fazer o meu show, eu estou tentando emocionar pessoas aqui’.

Para assistir à entrevista original, clique aqui.

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James fala sobre influências para Electric Light e parceria dos sonhos ao ATL 92.9.

Em abril de 2018, James Bay cedeu uma entrevista bem descontraída e divertida a Amy Brooks, que integra a equipe da ALT 92.9, conhecida rádio americana, com sede em Boston.

James aparece trajando seu icônico macacão temático do filme Os Caça-Fantasmas, ele conta que o encontrou em L.A. e que o vendedor da loja disse que este é o original do filme (apesar do próprio James dizer que não tem certeza, já que conseguiu comprá-lo pela bagatela de 30 dólares). Ainda falando sobre seu visual, Amy pergunta a James sobre o porquê de as pessoas estranharem tanto sua nova aparência, ambos riem e chegam à conclusão de que não têm ideia do motivo. James complementa, explicando mais uma vez que decidiu mudar de aparência porque quando ouviu o resultado final de “Wild Love” ela não parecia combinar com o cara dos cabelos longos e chapéu, e que ele enquanto artista precisa estar se renovando sempre, “não faz sentido reciclar material antigo” ele conclui.

 Mais uma vez, James comenta sobre as grandes artistas que o inspiraram a compor o Electric Light. Ele diz que começou ouvindo aos artistas que estava acostumado e gostava, como Michael Jackson e The Strokes, mas que sentiu a necessidade de mudar, pois ele estava estagnado em seu processo criativo já que seus antigos ídolos não o inspiravam mais como antes. Então ele expandiu seus horizontes e começou a ouvir mais de Frank Ocean, Lorde, LCD Soundsystem e isso automaticamente acabou sendo refletido em seu trabalho.

James comenta ainda sobre as respostas positivas que teve com o segundo álbum, mais especificamente com a música Pink Lemonade, dizendo que algo incrível aconteceu no Outside Lands em São Francisco. James ficou impressionado, pois nesse festival, eles deveriam tocar por volta das 18:30h, contudo, precisavam viajar no mesmo dia para a Austrália e a única forma de fazer isso era adiantando seu vôo. Assim sendo, precisou passar seu set para as 14:30h, o que o desanimou um pouco, já que este é considerado um horário ruim em festivais, ainda mais para quem não está tocando no palco principal. Mas, na hora do show, ele disse que ficou abismado com a quantidade de pessoas: em média 3.000, que cantavam o mais alto que podiam, com ele, todas as suas músicas, em especial “Let It Go”. Meses mais tarde, ele conta que descobriu que, o público daquele dia não foi de 3.000 pessoas e sim de 20.000, espalhadas até pela lateral do palco. “Foi um momento incrível” – ele admite.

Alguns minutos depois, Amy pergunta a Bay qual a diferença, para ele, entre tocar no Reino Unido e nos E.U.A. Ele responde que só existe uma diferença crucial entre tocar em Los Angeles, Nova York e Londres: “Esses três lugares são sempre as “capitais” dos festivais e shows, então, em toda turnê você fará show lá. Mas quando você toca em Boston ou Manchester, eles estão muito mais animados, porque é mais difícil shows nessas cidades, ou pelo menos, é isso que sinto do palco” diz ele. Bay continua dizendo que um dos seus lugares favoritos de se apresentar é Boston, pois lá sempre tem uma energia impressionante e que não se encontra em lugar algum.

Bay e Amy conversam ainda, brevemente, sobre lugares em que os shows não são animados, mas ele não revela muitos detalhes sobre esses locais, apenas brinca “Existem alguns shows em que você fica tipo ‘você não precisa se sentar…'”

“Se você pudesse escolher qualquer pessoa com a qual ainda não tocou, quem escolheria?” foi a pergunta seguinte, que James respondeu com uma velocidade e certeza incomparáveis “Dave Grohl” e, então, completou “ou Beyoncé, quem não escolheria a Beyoncé?”

A entrevista é encerrada com um breve bate-papo sobre a agenda de shows de James para o verão, e, eles relembram juntos, que James participará de um mesmo festival que se apresentou em 2016. James brinca dizendo que “esse festival acontece por mais tempo do que deveria”, e revela que, na maioria dos lugares, os membros da banda compram blusas nas cidades que mais gostam, porém, acabam nunca usam no palco por ser muito calor. Só que em Boston “cada um pode usar, pelo menos, duas de suas blusas favoritas”, já que costuma fazer muito frio. Amy entra na brincadeira, dizendo que espera que esteja um pouco mais quente neste ano, já que eles tocarão em Setembro.

O vídeo da entrevista sem legenda você assiste aqui.

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Confira a letra e tradução da nova música do James Bay, ainda sem nome.

No evento da The Felix Project, que aconteceu no dia 14 de Dezembro, James Bay aproveitou o momento para cantar uma música nova, ainda sem título e data de lançamento.

A letra foi escrita com base nos vídeos publicados por fãs durante o evento. Nós, da equipe do James Bay Brasil, nos empenhamos muito para conseguir entender a letra, mas adiantamos que pode não ser a letra original.

Confira:

I know it hurts that we don’t touch anymore
(Eu sei que dói não nos tocarmos mais)
It is even worse ‘cause we been this road before
(E é ainda pior porque nós já estivemos nessa estrada antes)
It is just as hard for me even though I’m not seeing you around
(É tão difícil para mim, mesmo que não veja mais você)
Just as hard for me trying to reach you now
(Tão difícil para mim quanto tentar te alcançar agora)

And the more I think about you,
(Quanto mais penso em você,)
The more I keep the ghost alive
(Mais eu mantenho o fantasma vivo)
The more I think about you,
(Quanto mais penso em você,)
The more I keep the ghost alive
(Mais eu mantenho o fantasma vivo)

I want you bad
(Eu te quero muito)
But it’s done
(Mas acabou)
I am bleeding out ‘cause we can’t go on
(Estou sangrando porque não podemos continuar)

I want you bad till I shake
(Eu te quero muito até não aguentar mais)
I want her to be here
(Eu quero que ela esteja aqui)
But what’s broken won’t unbreak
(Mas o que está quebrado, não irá se consertar)

Just when I’m ready to get over you,
(Logo quando eu estou pronto para superar você,)
You call me up
(Você me liga)
And then I crumble, you say,
(E então eu desmorono, você diz,)
“It ain’t enough for us”
(“Não é o suficiente para nós”)

But the more I think about you,
(Mas quanto mais eu penso em você,)
The more I keep the ghost alive
(Mais eu mantenho o fantasma vivo)
Yeah, the more that I’m without you
(Yeah, quanto mais estou sem você)
The less I knew I thought was right
(Quanto menos eu sabia, parecia melhor)

Cause I want you bad
(Porque eu te quero muito)
But we’re done
(Mas nós acabamos)
I am bleeding out ‘cause we can’t go on
(Estou sangrando porque não podemos continuar)

I want you bad ‘till I shake
(Eu te quero muito até não aguentar mais)
I want her to be here
(Eu quero que ela esteja aqui)
But what’s broken won’t unbreak
(Mas o que está quebrado, não irá se consertar)

And I won’t tell you what I want to
(E eu não vou te dizer o que eu quero)
What I want to
(O que eu quero)
I’m falling through
(Estou caindo)
I can’t hide it
(Eu não posso esconder isso)
But I’d love to
(Mas eu adoraria)

Cause I want you bad
(Porque eu te quero muito)
But we’re done
(Mas nós acabamos)
I am bleeding out ‘cause we can’t go on
(Estou sangrando, porque não podemos continuar)
I want you bad ‘till I shake
(Eu te quero muito até não aguentar mais)

I want her to be here
(Eu quero que ela esteja aqui)
But what’s broken won’t unbreak
(Mas o que está quebrado, não irá se consertar)

I want you bad
(Eu te quero muito)
But it’s done
(Mas acabou)
I want you bad
(Eu te quero muito)
But we can’t go on
(Mas não podemos continuar)

 

A música você pode conferir nos dois vídeos postados: 1 / 2.

Tradução e adaptação: Equipe James Bay Brasil – Não reproduzir sem os créditos.

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PopCrush elege Electric Light entre os 20 melhores álbuns de 2018.

O site PopCrush elegeu os melhores álbuns de 2018. Entre eles, aparecem nomes como Sabrina Carpenter, Ariana Grande, Shawn Mendes e Cardi B. James Bay também aparece nessa lista, com seu mais recente trabalho, Electric Light.

Confira as palavras do crítico Matt Donnelly:

“D’Angelo mergulha em um bar de rock dos anos 70: esse é o resulto do último álbum do James Bay em poucas palavras. Bay, que encantou os críticos com seu álbum de estreia “Chaos And The Calm”, decidiu quebrar tudo com esse álbum. “Electric Light”, seu segundo trabalho, continua sendo moderno, mas há pitadas de coisas dos anos 70 e 90 combinados com vocais suaves e animados. Para aqueles que são famintos por músicas românticas, você ficará satisfeito com “Us” e “Slide” que poderiam ser uma continuação do seu álbum anterior.”

 

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FOTOS & VÍDEOS: The Felix Project em Londres.

James Bay fez seu último show ontem (14) num evento de caridade concedido pelo The Felix Project na St Stephens Church.

Com apenas alguns fãs, doadores e apoiadores da causa, James Bay fez um show acústico após artistas e bandas como Tom Walker, The Staves, Jade Bird, Benjamin Francis Leftwich, Maisie Peters e Matt Maltese tocarem. Todos os artistas e platéia doaram alimentos e os artistas doaram algum pertence seu que poderia ser leiloado. Bay doou sua guitarra Epiphone, que faz parte da linha assinada por ele mesmo.

SETLIST:

Pink Lemonade / Hold Back The River / Let It Go / Us / Wild Love / música nova.

The Felix Project > 14/12 @ St Stephens Church> Álbum

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Pink Lemonade foi eleita a #53 nas 100 melhores músicas de 2018 pelos críticos da Billboard!

Na última Terça (11), o site da Billboard soltou uma lista com as 100 melhores músicas do ano de 2018 e os críticos elegeram “Pink Lemonade”, segundo single do álbum “Electric Light”, lançado em maio.

Confira a tradução do trecho postado pelo site sobre a música:

O que você faz quando cria dois hits conhecidos com os nomes “Hold Back The River” e “Let It Go” e que, aparentemente, te levam para o caminho certo e que talvez, te levem ser o próximo Ed Sheeran? Se você é o James Bay, você corta o cabelo, coloca a música acústica no armário e escreve uma música tão boa quanto “Under Cover of Darkness” do Strokes com riffs de rock, baixo memorável e vocais latentes. Bay pode muito bem se transformar em seu terceiro álbum, então aproveite enquanto pode.

A música emplacou os dez primeiros lugares nos charts da Billboard por duas semanas e foi reproduzida mais de 17 milhões nos serviços de stream.

 

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20
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James Bay fará parte do evento de caridade da The Felix Project.

James Bay anunciou hoje (20), que estará performando no evento de caridade da The Felix Project em Londres, no dia 14 de Dezembro na St Stephens Church.

O The Felix Project coleta alimentos despejados por lojas ou fornecedores para entregar aos mais necessitados de Londres todo ano. 

Artistas como Tom Walker, The Staves, Jade Bird, Benjamin Francis Leftwich, Maisie Peters e Matt Maltese se juntarão a causa e irão tocar ao lado de James Bay.

Saiba como ajudar clicando aqui.

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18
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TOP 5: Os melhores covers de James Bay.

Quem não ama quando tem um cover bem feito de um clássico?! James Bay sabe mais do que ninguém como dominar esse mundo das versões. Vamos ao top das 5 melhores feitas por ele!

1ª – “If I Ain’t Got You” – Alicia Keys

Não tinha como essa não ser a primeira da lista. A versão foi gravada durante o Spotify Sessions de 2015 e tem mais de 60 milhões de streams no aplicativo. Esse ano, os dois finalmente se encontraram e cantaram juntos “Us” no palco da final do The Voice. Foi insano! 

 

2ª “Hymn For The Weekend / Yellow” – Coldplay

“Hymn For The Weekend” foi gravada no Live Lounge em 2016, a versão foi muito elogiada na internet e até pela própria banda no Twitter. O segundo cover foi “Yellow”, apesar dos seus 1 minuto de duração todo mundo amou e ainda queremos uma versão completa para chamar de nossa! Como o James é fã de Coldplay, essa lista só deve ir aumentando, né?!

3ª “Simply The Best” – Tina Turner

Essa versão acústica está impecável com a ajuda dos vocais de Frida e Senab (backingvocals na banda de apoio). As duas chegaram esse ano e abrilhantaram a “Electric Light Tour”, donas de vozes poderosas elas dão uma nova cara à banda e a turnê.

4ª “Delicate” – Taylor Swift

A versão foi gravada para o Live Lounge desse ano, está completamente diferente da original e é um daqueles casos que supera no bom sentido! A própria Taylor Swift o elogiou no Twitter e seus fãs fizeram o mesmo.

5ª “Shake It Out” – Florence and the Machine

 O cover foi gravado no Live Lounge de 2015 e se depender da gente vai ser lembrado até hoje!

 

E aí, vocês concordam? Espero que sim!

 

Até a próxima,
Beca

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09
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TOP 5: Os melhores looks do James Bay!

James Bay arrebenta cantando e tocando guitarra, o que não é novidade para ninguém. Ele é dono de uma beleza inexplicável, fica bem com cabelo grande ou curto, e sempre consegue se vestir bem. Esse top 5 poderia se chamar “As 5 melhores jaquetas”, porque ele tem uma coleção imensa de jaquetas, mas vamos um descontinho. Veja a opinião da equipe do James Bay Brasil sobre os melhores looks de Bay!

Número 1: Além de um ótimo compositor, James Bay é multi-talentoso. Ele desenhou a própria linha de roupas para a marca Topman. Esses dois looks fazem parte da enorme lista das roupas que mais gostamos da linha do cantor.

Número 2: James Bay foi receber o prêmio de Melhor Artista Solo no Q Awards com uma blusa com estampa de dinossauro e esse terninho xadrez da marca Topman.

Número 3: CLÁSSICO! Em 2015, James Bay foi convidado para assistir o desfile de roupas da Burberry e vestiu um dos casacos da coleção. Ele usou por muitos anos o mesmo casaco.

Número 4: Mais um look da Burberry, mas agora em 2018, com cabelo cortado!

Número 5: O último, que é super básico e elegante. James Bay compareceu com um terno da Topman ao evento “Homem Do Ano no Q Awards.

 

  • Na sua opinião, faltou algum? Conta pra nós lá no nosso Twitter.

Vejo vocês na próxima coluna, baes!
Beijos, Becah.

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