Depois de ganhar o Q Awards, James Bay estará na capa da Q Magazine – como edição especial – e nela, contou para o entrevistador Matt Mason como foi seu ano de 2016. A seguir, vocês lerão a tradução da revista feita pela nossa equipe.

JAMES BAY, MEU ANO DE 2016.
Como um artista consegue medir o sucesso? James Bay consegue medir de vários jeitos: Q Awards (como Melhor Artista Solo), BRIT Awards (1), Nomeações no Grammy (3), shows esgotados. 

TOCANDO NO GRAMMY
“Estava no carro a caminho do Joold Holland’d Hootenanny ano passado, prestando atenção no Twitter. Meu empresário disse que eu fiquei pálido. Eu não sabia o que dizer porque você não deve acreditar em coisas que saem no Twitter. Nós confirmamos pelo site oficial do Grammy – Eu tinha sido nomeado para o Grammy! – Nós surtamos, de fato. Ligamos para a minha gravadora e eles me perguntaram: “Vocês viram as outras duas nomeações?” E nós surtamos de novo. risos Na noite do Grammy, eu iria cantar com a Tori Kelly e eu tinha que me acalmar porque eu estava muito nervoso e ficava pior a cada minuto que passava. Estava andando pelos bastidores para me acalmar e dei de cara com o Dave Grohl! Ele disse: “Ei, eu conheço você!”. Ele tentou apertar minhas mãos, mas eu tinha acabado de sair do banheiro com as mãos molhadas e disse: “Sinto muito! Minhas mãos estão molhadas porque fui ao banheiro e não tinha papel.” risos Ele foi muito profissional! Depois disso, eu me acalmei e é só o que eu lembro daquela noite. 

GANHANDO UM BRIT AWARDS
“Aquela foi uma noite louca e divertida. (Ele tocou Hold Back The River, e fez uma apresentação com Justin Bieber. Meu pequeno dueto com o Bieber foi divertido. O Justin Bieber tem muitas pessoas ao redor para se certificarem que as coisas funcionem bem, e eles fazem jus porque tudo é maravilhoso. Tínhamos 90 segundos para cantar Love Yourself e mesmo com tanto pouco tempo pra estudar a música, o JB conseguiu deixar o tom da música para combinar com o tom da minha guitarra. Foi ótimo! E o mais legal disso, foi que quando voltei pra casa, meus amigos e familiares me abraçavam e diziam: “Você apareceu na televisão!”. FOFOS!

TOCANDO PARA O EVENTO DE CARIDADE
“Eu cantei no evento de caridade dos jogadores da Inglaterra. Wayne Rooney cantou Hold Back The River comigo enquanto Gary Neville tocava guitarra. O Wayne tem um amor incrível pela música e o Gary ficou maravilhado com tudo, mesmo estando nervoso. Eu tentei oferecer tranquilidade e ajuda à Gary. Até lhe dei minha guitarra, mas ele não consegue tocar. Desculpe, Gary. Ela é uma ótima guitarra, mas quando ele ligou no amplificador fez barulhos ensurdecedores. O Pelé estava lá. Conhecê-lo e vê-lo animado com minha música foi legal! Tinha algumas pessoas querendo falar com ele e ele foi puxado pelas pessoas. Ele disse que gosta da minha música.”

CONHECENDO O MUNDO
“O ápice desse ano foi estar em turnê, estive em 18 países em 9 meses), ver o quão diferente as plateias são. Em Osaka, eles são super respeitosos e são silenciosos. Toquei em avenidas que sempre sonhei em tocar. Radio City Hall em Nova York, por exemplo. Era como se a plateia fosse uma onda gigante. Comecei a escrever músicas novas. Será diferente do meu primeiro álbum. Terá coisas delicadas, mas também coisas “barulhentas”, quero que a onda seja maior e animada. Quero criar algo maior, e mais forte!”

CONSTRUINDO UMA FAMÍLIA
“O ônibus de turnê – que viagem. Quando você cresce assistindo The Last Waltz e vê que isso está acontecendo com você é um sonho. Não há como ter uma parte ruim nisso. Não queria fazer shows curtos ou ficar dentro do hotel todo o dia. Prefiro ficar sentado no ônibus for 17 horas e ver as paisagens. Terminamos nossa turnê em Outubro, em Kansas e tínhamos que estar em Nova York as duas da manhã. Paramos na estrada e assistimos o sol nascer – não tínhamos parado pra ver aquilo a tour inteira. Estava muito frio, mas foi gratificante ver quão longe eu cheguei junto com meus amigos em 2 anos. 
Você constrói uma família na estrada. No final da turnê, eles me presentearam com uma guitarra Gibson, de 1964 – é uma das melhores guitarras da Gibson. Ela é surreal. E isso só mostra como nossa relação como um time funciona. Como eu fico em sã consciência num ônibus de turnê? Fechando as cortinas e tendo 5 minutos sozinho. Ouvindo música, jogando video-game. Sou viciado!”

Em uma semana normal, James precisa terminar de empacotar as coisas para sua nova casa, toma chá e passeia pelas avenidas confiante que ninguém irá reconhecer ele.

 

Para visualizar as scans da revista, é só clicar nas miniaturas abaixo:

Tradução por: James Bay Brasil.