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O cantor e compositor britânico James Bay teve uma ascensão à fama com o seu álbum de estreia Chaos and the Calm e contou como ele fez isso, quais são seus futuros planos e fala sobre sua guitarra preferida, a Epiphone Century. 

A cada época aparece um duo inseparável, ou seja, um cantor e uma guitarra, e por acaso,  o cantor de 26 anos, James Bay é, sem dúvida, uma ascensão.

Há três anos, poucas pessoas sabiam quem era James Bay e muitos guitarristas sequer ouviram falar sobre uma Century Epiphone, mas agora é uma história diferente.

O talento de James Bay é a chave para todas essas questões, é claro. Seu álbum de estreia, Chaos and the Calm ficou no topo da Billboard e levou duas platinas para casa na mesma semana que estreou.  James Bay também mandou muito bem após isso, obteve três indicações para o Grammy, Brit Awards e um Ivor Novello.

Hoje, James Bay tocará no festival de Portugal, o Festival Marés Vivas e disse que será um desafio e que há uma certa pressão por ser headliner num festival tão importante como este, e como este é seu primeiro show aqui ele decidiu impressionar os fãs com sua – querida – guitarra.

“Eu realmente acredito em estética, aparência, iconografia, branding para impressionar meus fãs”, explicou usando alguns exemplos como o logotipo dos Rolling Stones, a luva brilhante do Michel Jackson. “Eu fiz uma conexão física com meu instrumento em termos de qualidade de som. Entre isso e o chapéu têm funcionado. Não posso mentir… Seria ingênuo dizer que isso tudo que aconteceu – prêmios, indicações, topo da billboard – do nada… Não aconteceu do nada, sabe? Eu sabia que essas simples coisas me ajudariam chegar aonde eu cheguei.”

Bay é claramente adepto à aprender a arte de uma carreira na música, mas é óbvio que ele não é cínico. Ele simplesmente AMA música! Nascido na pequena cidade de Hitchin, Bay aprendeu a tocar guitarra com 11 anos. “Era uma guitarra de nylon clássica e velha do meu pai. Ele não conseguia jogá-la fora.”

Sua segunda guitarra foi uma guitarra eletrica da Yamaha. “Eu achava que ela tinha um som bom pra mim, então eu vendi e comprei uma Epiphone Les Paul Special II. Depois dessa, passei pra a Epiphone EJ-200.”

Bay disse que foi para Brighton fazer aulas, mas saiu cedo de lá. “Eu aprecio o tempo que passei lá, e sou grato por todas as pessoas que me ajudaram, mas sabe? Regras e lições… Eu não me dou bem com isso. Ali eu sentia como se estivesse sufocando minha criatividade.”

James Bay contou que depois dessas, houve outras guitarras – são muitas, acredite – e disse também que está animado para encontrar uma nova tão especial quanto as outras. O que vocês acham? Querem indicar uma? Hahaha

Matéria Original, Guitar-Bass.


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