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Trabalhar com o super produtor Jacquire King foi um sonho para James Bay. Nesta entrevista, King explica como foi o processo de gravação do álbum de estreia do James.

Se você estivesse andando pelas ruas de Brighton há cinco anos atrás, você poderia ter encontrado um garoto de cabelos compridos em uma esquina dedilhando um violão e cantando para qualquer um que ouvisse porque enquanto estudava na escola britânica de música moderna, James dedicava suas tardes de folga nos bares de microfone aberto.

Em 2012, James fez um trabalho árduo e agora sabemos como valeu a pena porque James fechou contrato com a Republic Records logo após de ter seu vídeo publicado no Youtube por um visitante do bar.

Desde então, o James não teve muito tempo de folga. Seu primeiro EP, The Dark of the Morning foi lançado em 2013 e no final de 2014 começou o processo do Chaos And The Calm.

 

GRAVANDO COM O KING
Uma vez que James Bay escolheu as canções para o álbum, o manager do James o ajudou fazer uma lista de produtores favoritos com que ele gostaria de gravar. “Foi uma escolha corajosa porque eu o coloquei no topo da lista pensando que todos iriam rir de mim porque para mim, ele estava muito longe alcance”, disse James.
“A gravadora me enviou alguns links do Youtube, e tinha uma demo de Collide e eu amei. Disse sim antes de terminar a demo. Eu me apaixonei pela voz e energia de James no primeiro momento!”, lembra King.

Avançando para Outubro de 2013, James estava em Nashville para as primeiras sessões de pré-produção do álbum e se encontrou com Lowell Reynolds. “Fomos até um bar de Nashville para assistir o James tocar e cara, ele foi sensacional! James me lembrou Jeff Buckley enquanto tocava sua guitarra elétrica.”

 

 

SALA DE CONTROLE ELÉTRICO
Chaos And The Calm apresenta uma linha completa de banda com contraste no cantor-compositor. Essa transição de solo depois do seu primeiro ep foi parte do plano de James. “Com o TDOTM eu só queria gravar algo que refletisse os sons que eu fazia nos Open Mics. Sempre tive uma imagem maior em mente, mas era onde eu queria começar. Esse EP foi despojado e solto, mas eu tenho muito mais em mente”, explica James. 

“James havia mandado algumas referências de canções para meu Skype”, disse King.  “Eu não gosto de fazer comparações com artistas, não gosto da ideia de copiar algo ou que tal música lembre outra, sabe?” 

 

 

INTIMIDAÇÃO DE ESTÚDIO
A maioria das gravações foram feitas no BlackBird Studio D, enquanto a sala do King foi utilizado para os overdubs e misturas.

“É um espetáculo assistir James Bay no estúdio, tanto visualmente, esteticamente e sonoramente”, disse King.

“Foi uma coisa mágica, quando cheguei no estúdio me senti uma criança em uma loja de doces. Tem suas partes assustadoras também, como a pressão e nervosismo… Depois de 3 ou 4 dias de estúdio, eu precisava respirar e aí fui ao estacionamento e encontrei Willie Nelson saindo do carro, ele é considerado o 77° melhor guitarrista de todos os tempos e eu fiquei de boca aberta! Eu o vi e tive que voltar para o estúdio e seguir em frente mesmo estando nervoso com todo o processo”, lembra James.

 

APRESENTANDO O ARTISTA
James entrou no estúdio de gravação com grande parte das músicas planejadas em sua cabeça e com demos, só que os arranjos evoluíram naturalmente durante o processo de gravação no estúdio.

“Eu diria que na maior parte do tempo, eu tinha 80% ou 90% das músicas completas na minha cabeça”, lembra James. “Mas gosto de manter minha mente aberta, e King me ajudou a aumentar os limites. Tinha músicas que não haviam nem demo… Eu pensei que iria sentar na cadeira e tocar normalmente… Get Out While You Can e Move Together são exemplos perfeitos. Montamos as coisas na hora e eu fiquei muito satisfeito com os arranjos e a estrutura da música. Com Best Fake Smile, Let It Go e Hold Back The River nós fizemos grandes mudanças nas seções das músicas… Uma faltava instrumentos, outra era mudança no vocal e outra precisava de mudança estrutural, então tudo foi muito bem trabalhado. Eu tentei criar uma coisa muito especial e queria que inspirasse as pessoas e nós conseguimos”, disse James.


IMPACTO IMEDIATO
Chaos And The Calm estava pronto para fazer um enorme impacto na industria musical. “Ele é um artista talentoso e fez um disco fantástico e estou muito orgulhoso”, disse King. “O Céu é o limite para James, e o sucesso também! Tenho certeza que quem ouvir o álbum dele pela primeira vez, irá se tornar fã logo de cara.”

 

Artigo Original via: SOS

 


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